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	<title>TuDiBão &#187; Redes Sociais</title>
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	<description>Aqui você encontra tudo de bom em propaganda e design gráfico</description>
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		<title>Comunicação Digital nas Eleições: indispensável e decisória</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 10:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[O rumo do marketing em campanhas eleitorais teve uma considerável mudança após o advento das mídias sociais. A eleição do presidente norte-americano Barack Obama e a repercussão no Twitter é um marco para redirecionar olhares para a campanha digital, mas significou muito mais que isso&#8230; Onde estão os eleitores? Atualmente, no Facebook ou em blogs, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://tudibao.com.br/2012/05/comunicacao-digital-nas-eleicoes-indispensavel-e-decisoria.html/eleicoes_2012_redes_sociais_marketing_digital" rel="attachment wp-att-23554"><img class="aligncenter size-medium wp-image-23554" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/eleicoes_2012_redes_sociais_marketing_digital-360x236.jpg" alt="" width="360" height="236" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center">O rumo do marketing em campanhas eleitorais teve uma considerável mudança após o advento das mídias sociais. A eleição do presidente norte-americano Barack Obama e a repercussão no Twitter é um marco para redirecionar olhares para a campanha digital, mas significou muito mais que isso&#8230;</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Onde estão os eleitores? Atualmente, no Facebook ou em blogs, discutindo propostas políticas, promovendo mobilização social e exercendo a cidadania.</p>
<p>Na internet as pessoas são muito mais vulneráveis a serem politizadas ou tomadas por uma causa social. Pelo menos uma vez na vida você já apoiou uma causa, seja para tapar o buraco da sua rua, para ajudar um animal doente ou mesmo para comentar as propostas de um candidato. De acordo com os pressupostos da comunicação de massa, em meio ao debate público entre pessoas conhecidas, o indivíduo sente-se na obrigação de assumir uma posição de ser contra ou a favor.</p>
<p>E há uma questão muito óbvia para decidir os rumos de qualquer campanha de marketing: <strong>é preciso estar no mesmo ambiente em que público alvo está, falando a mesma língua, interagindo de igual para igual</strong>.  A hierarquia de poder é o que todos os candidatos tentam eliminar em suas campanhas quando mostram-se seres “comuns e simples”, que compartilham os problemas sociais e, por isso, são as pessoas certas para representar os interesses de uma cidade, estado, país etc.</p>
<p>Uma campanha digital bem feita pode alcançar o ROI (<em>return of investiment &#8211; </em>retorno do investimento) pela vitória do candidato assessorado ou, simplesmente, por representar um político à disposição da sociedade. Além da ética e do compromisso em fazer uma campanha que passe credibilidade para os eleitores, <strong>o marketing digital pode decidir o resultado nas urnas pelas seguintes motivos</strong>:</p>
<p><strong>- Contato com os eleitores: </strong>O conceito de web 2.0 é ultrapassado e a premissa de interação é quase que obrigatória para quem quer atuar nesse cenário. Falar ao público de forma direta e identificar os reais problemas são a principal estratégia para pautar propostas a serem feitas pelo candidato.</p>
<p><strong>- Possibilidade de reverter crises: </strong>A corrida é árdua e a concorrência está de olho! Nas mídias sociais é possível prever as crises e as críticas a partir do monitoramento, que podem ser utilizados como defesa e reversão de um quadro negativo.</p>
<p><strong>- Retornos precisos: </strong>Diferente de pesquisas que possam parecer tendenciosas ao entrevistar os eleitores, as métricas nas redes sociais – quando bem interpretadas &#8211; podem simbolizar a real intenção de voto dos eleitores e garantir a aprovação da massa.</p>
<p><strong>- Mobilização </strong><strong>social: </strong>Engajamento. Esse é um dos pressupostos básicos de uma rede social. Portanto, não há lugar mais propício para promover uma mobilização em torno de uma causa política. Pedir apoio por pedir, como é feito nas propagandas eleitorais gratuitas no rádio e na TV, não garantem a adesão, por não fazerem parte da realidade do eleitor naquele momento. Portanto, estar 24h conectado à rede é um ponto positivo para promover-se em causas para o bem social.</p>
<p>Vale lembrar que a comunicação política exige um trabalho minucioso de monitoramento e interação com o usuário e que, obviamente, é sempre alvo de críticas da oposição. Portanto é essencial estar preparado para lidar com esse cenário e ter cautela para revertê-los assumindo o compromisso ético de salvar a sua campanha.</p>
<p>Se está pronto para encarar o desafio da mobilização social em prol de uma eficiente campanha eleitoral, bom trabalho! Sinta-se privilegiado por fazer parte do marco que transforma a comunicação política a partir do digital.</p>
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		<title>Redes sociais são coisas de séculos passados</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/05/redes-sociais-sao-coisas-de-seculos-passados.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 10:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim. Rede social não é uma invenção da modernidade e existe desde as pinturas rupestres e nas primeiras relações humanas. Mas pra que saber disso se você trabalha com redes online, não é mesmo? O conceito e a fundamentação teórica são de fundamental importância para realizar ações concretas em novas aplicações. Sem compreender o conceito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left" align="center"><a href="http://tudibao.com.br/2012/05/redes-sociais-sao-coisas-de-seculos-passados.html/pinturas-rupestres-redes-sociais" rel="attachment wp-att-23433"><img class="alignleft  wp-image-23433" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/pinturas-rupestres-redes-sociais-360x280.jpg" alt="" width="288" height="224" /></a>Sim. Rede social não é uma invenção da modernidade e existe desde as pinturas rupestres e nas primeiras relações humanas. Mas pra que saber disso se você trabalha com redes online, não é mesmo? O conceito e a fundamentação teórica são de fundamental importância para realizar ações concretas em novas aplicações. Sem compreender o conceito de interação não é possível realizar qualquer campanha factível. Esperar que o engajamento caia do céu, sem entender porque ele acontece, faz com que muitas empresas continuem errando ao pensar que para engajar usuários à marca é necessário apenas fazer promoções.</p>
<p> <strong>De onde vem?</strong></p>
<p>Rede social é um conceito antigo originado muito antes da discussão sobre redes sociais virtuais, emergentes no século XXI. Ele está antes disso, relacionado às interações sociais, aos grupos, às relações entre as pessoas e elos sociais criados em comunidades. Os significados de interações sociais e grupos sociais possuem significados semelhantes, por isso é necessário fazer uma descrição desses termos para melhor compreendê-los.</p>
<p>O conceito de interações sociais significa ações recíprocas entre indivíduos, que são necessárias para a organização de um determinado espaço. Podem ser entendidas também como estabelecimento de relações entre os indivíduos, realmente uma interação ou uma “mistura” de pensamentos e ações com outros sujeitos feitos através de várias formas propostas pela linguagem.</p>
<p><strong>Grupos</strong></p>
<p>Grupos podem ser entendidos como a junção de um ou mais indivíduos em prol de um objetivo, uma soma de pessoas, um conjunto. Podendo ser grupos formais, que são regidos por uma organização, com regras, tarefas previamente colocadas para seus membros etc. ou grupos informais, que são estruturas livres de formalidade, acontecem naturalmente, sem regras, é apenas um contato com as outras pessoas, uma conversação informal. Por exemplo: um grupo de amigos dentro de uma empresa onde trabalham.  Dentro dos grupos informais existem muitos outros grupos, o de comando, de tarefa, de interesse, de amizade etc.</p>
<p>Além dos grupos formais e informais, existem também os grupos primários, onde fazem parte dele família, amigos ou pessoas próximas por localização ou interesse. Há os grupos secundários formados por membros que não possuem tanto grau de proximidade como o primário, mas possuem interesses comuns, são eles partidos políticos, igrejas etc. <a href="http://tudibao.com.br/2012/05/redes-sociais-sao-coisas-de-seculos-passados.html/engajamento1-2" rel="attachment wp-att-23435"><img class="alignright size-full wp-image-23435" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/engajamento11.jpg" alt="" width="225" height="225" /></a></p>
<p>Os grupos sociais são extrínsecos aos indivíduos, caso algum membro resolva sair do grupo, ele continua a existir. As Redes Sociais surgiram na necessidade do homem de criar laços, de se comunicar, de compartilhar com o outro suas ideias e pensamentos, interesses comuns entre seus pares.</p>
<p>As redes apresentam uma solução viável e desejável aos cidadãos ativos e conscientes das necessidades de transformações do mundo. Elas possibilitam a articulação dos movimentos culturais e informacionais capazes de propor alternativas para a humanidade, fundamentadas em valores democráticos. A comunicação é algo extremamente importante na construção do ser humano como indivíduo, pois quando há um compartilhamento de informações é gerado, na maioria das vezes, um conhecimento muito grande. Criando redes sociais, formando grupos, tirando então o sujeito da dicotomização criada entre sujeito e sociedade e o trazendo novamente para o mundo social, onde ele constrói e desconstrói suas ideias, interage com outros indivíduos e enriquece o mundo do conhecimento e sua comunidade linguística.</p>
<p><strong>Engajamento marca &#8211; usuário</strong></p>
<p>De posse desses conceitos é possível perceber que o reforço imediato utilizado por grande parte das empresas em participar – ganhar prêmio é um ótimo divulgador, mas não é suficiente para manter as relações entre emissor e receptor.</p>
<p>Redes como Twitter, Facebook etc são apenas uma nova forma de linguagem para expressão das interações humanas, com um potencial divulgador com alcance ilimitado, é claro. Os profissionais de comunicação que pensarem nisso, sem dúvida, vão concretizar ações com retorno para as empresas muito mais eficientes e poderão transformar embaixadores, muito além de vencedores de promoções.</p>
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		<title>Perfis de pessoas falecidas permanecem ativos nas redes sociais. O que a família pode fazer?</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/04/perfis-de-pessoas-falecidas-permanecem-ativos-nas-redes-sociais-o-que-a-familia-pode-fazer.html</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 10:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer]]></category>
		<category><![CDATA[perfil de pessoa falecida]]></category>

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		<description><![CDATA[Para morrer basta estar vivo. O jargão que amedronta a sociedade ocidental faz com que as pessoas evitem prevenir determinados riscos que podem ser futuros transtornos para os familiares&#8230; Contas ativas nas redes sociais de pessoas falecidas têm sido o principal deles. O problema advindo da modernidade traz dor de cabeça para a família que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para morrer basta estar vivo. O jargão que amedronta a sociedade ocidental faz com que as pessoas evitem prevenir determinados riscos que podem ser futuros transtornos para os familiares&#8230;</p>
<p>Contas ativas nas redes sociais de pessoas falecidas têm sido o principal deles. O problema advindo da modernidade traz dor de cabeça para a família que pretende fechar os canais e a exposição de seus parentes mortos.</p>
<p>O que pouca gente sabe é que é possível recuperar essas senhas com total segurança.</p>
<p>Os serviços do Google. por exemplo, prestam esse atendimento. No Gmail os familiares podem fazer o pedido e fornecer provas do falecimento. O Google verifica os documentos e dá um retorno em até 30 dias. No caso do Orkut, especificamente, há um formulário para pedir que um perfil seja removido. Também é necessário comprovar a morte da pessoa.</p>
<p>Outras redes como Facebook, Twitter e MySpace também têm políticas definidas para lidar com perfis de pessoas que morreram. O Facebook e o Twitter dispõem de um memorial, um perfil no qual amigos podem compartilhar as memórias de alguém que se foi.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://tudibao.com.br/2012/04/perfis-de-pessoas-falecidas-permanecem-ativos-nas-redes-sociais-o-que-a-familia-pode-fazer.html/facebook_falecidos" rel="attachment wp-att-23194"><img class="aligncenter" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/facebook_falecidos-347x360.jpg" alt="" width="347" height="360" /></a></p>
<p>Um amigo ou familiar deve preencher o pedido com prova (link com obituário ou notícia que confirme a morte) e informações que o liguem diretamente à pessoa. Um perfil memorial torna-se privado (apenas para os amigos confirmados), informações de contato e atualizações são removidas e não é possível fazer o login na conta após a mudança.</p>
<p>Tanto no Facebook, quanto no Twitter, as empresas fornecem um formulário, um espaço para que você possa preencher os dados e informar sobre o falecimento. Muitos perfis acabam sendo abandonados até mesmo após a morte, mas sempre é aconselhável que a família e amigos decidam isso, já que na rede social você não tem a opção de transformar um perfil em memorial.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://tudibao.com.br/2012/04/perfis-de-pessoas-falecidas-permanecem-ativos-nas-redes-sociais-o-que-a-familia-pode-fazer.html/twitter-3" rel="attachment wp-att-23195"><img class="aligncenter" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/twitter-360x252.jpg" alt="" width="360" height="252" /></a></p>
<p>Veja alguns formulários:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.facebook.com/help/contact.php?show_form=deceased" target="_blank">Perfil do Facebook em Memorial</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.facebook.com/help/contact_us.php?id=228813257197480" target="_blank">Formulário Facebook</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://support.twitter.com/articles/416226-como-contatar-o-twitter-sobre-um-usuario-falecido" target="_blank">Formulário Twitter</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://support.google.com/orkut/bin/request.py?contact_type=deceased" target="_blank">Formulário Orkut</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://help.linkedin.com/app/answers/detail/a_id/2842" target="_blank">Formulário Linkedin</a></li>
</ul>
<p>O MySpace também tem procedimento para notificação de morte. Somente um familiar (mãe, pai, cônjuge, parceiro doméstico, filho ou filha) pode permitir que a conta seja preservada ou apagada, por meio de um email com obituário ou atestado de óbito. Na mensagem, deve estar claro qual é o vínculo e a intenção do requerente.</p>
<p>O requerente não pode acessar, editar ou deletar nenhum conteúdo do perfil em questão, mas pode pedir para revisar e remover qualquer conteúdo que considerar inconveniente. Também é possível criar um memorial, porém de maneira diferente, através de uma página linkada ao perfil em questão.</p>
<p><strong>Serviços que guardam suas senhas</strong></p>
<p>Confiar a senha a uma única pessoa é para muitos, um grande desconforto. Para isso, existem serviços que guardam as senhas. O usuário nomeia uma pessoa de confiança, que informa o falecimento com provas e então recebe a senha para proceder como preferir. Esse é o funcionamento do <a href="http://www.tecmundo.com.br/download/legacy-locker.htm" target="_blank">Legacy Locker</a>, por exemplo.</p>
<p>Outra alternativa é o <a href="https://www.passpack.com/">PassPack</a>, um sistema de alta segurança de encriptamento, em que nem o próprio administrador de usuários consegue ter acesso às senhas.</p>
<p>Aí, é claro, vai da confiança de cada um. Por isso, a política de privacidade deve ser lida com cuidado. O importante é cuidar da sua exibição levando em conta que o problema é contemporâneo e muitas famílias ainda não sabem lidar com isso.</p>
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		<item>
		<title>Dossiê Facebook – Dúvidas frequentes entre os usuários da rede</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 10:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[guia facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linha do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[o que é Fanpage]]></category>
		<category><![CDATA[o que é Perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Um cliente acaba de contratar um analista de Mídias Sociais e quer ser “amigo” da sua empresa no Facebook. O profissional explica e sugere que não há como ser amigo, porque as empresas devem ter páginas e não perfis. O cliente insatisfeito, confia no profissional mesmo sem entender o porque de não poder resolver seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Um cliente acaba de contratar um analista de Mídias Sociais e quer ser “amigo” da sua empresa no Facebook. O profissional explica e sugere que não há como ser amigo, porque as empresas devem ter páginas e não perfis. O cliente insatisfeito, confia no profissional mesmo sem entender o porque de não poder resolver seu desejo. Comum isso, não? Por esse motivo, o TuDiBão traz um post especial para empresas e para ‘novatos’ no marketing nas redes sociais. Abaixo esclareço algumas dúvidas frequentes.</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://tudibao.com.br/2012/04/dossie-facebook-duvidas-frequentes-entre-os-usuarios-da-rede.html/facebook_fan_page_duvidas" rel="attachment wp-att-23057"><img class="aligncenter size-full wp-image-23057" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/facebook_fan_page_duvidas.jpg" alt="" width="290" height="260" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Quem deve abrir um PERFIL no Facebook?</strong><strong> </strong></span></p>
<p>Segundo a política de privacidade da própria rede, <strong>apenas pessoas físicas devem abrir um perfil e interagir com amigos</strong> no Facebook. O perfil de usuário deve ser usado somente para interações entre pessoas. O intuito é fazer com que o número de spams por “mensagens” (recurso disponível para usuários de Perfil) enviadas aos usuários pelas empresas, diminua. Assim, as mensagens privadas aos perfis só podem ser enviadas por amigos e não por empresas (fanpages).</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">O que é uma FANPAGE?</span> (para que montar uma e quais as vantagens ou desvantagens)</strong></p>
<p>A Fanpage por sua vez,<strong> é o “Perfil” (pagina) que as empresas, negócios, serviços, sites, etc. devem utilizar</strong> no Facebook. Quem não é &#8220;pessoa&#8221; deve estar em Fanpage. Nela não é possível ter amigos, mas fãs, onde as pessoas (Perfis) têm a opção &#8220;curtir&#8221;. Na fanpage, a interação pessoal com um usuário fica impossibilitada, a não ser através de comentários no mural da fanpage de uma determinada empresa.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Se uma empresa quer estar no Facebook, ela deve ter uma fanpage e não um perfil</strong></span>. É uma obrigatoriedade da rede, que <strong>pune as empresas que assumem perfil</strong>. Quando elas chegam aos 5.000 amigos, um robô rastreia e bloqueia o perfil, admitindo-o como infrator das regras para empresas.</p>
<p>As vantagens de criar uma Fanpage para a empresa vão além de cumprir a legislação do Facebook. É possível atingir número ilimitado de fãs, realizar promoções e disseminar a marca para um número maior de pessoas em menor tempo. Sem contar que o “cliente” sentirá satisfeito por não ter sua privacidade invadida por nenhuma empresa.</p>
<p>A única &#8220;aparente&#8221; desvantagem da Fanpage é a impossibilidade de interação direta com o usuário, pois uma fanpage não publica (compartilha) em nenhum mural, que não no seu próprio. O administrador da fanpage só consegue interagir com perfis que publiquem em seu mural através de comentários.</p>
<p>Ah, e não é obrigatório ter um Perfil para criar uma Fanpage. Basta escolher &#8220;Criar uma pagina&#8221; e responder as perguntas sobre o segmento de uma empresa/negócio. O administrador da Fanpage também nao precisa ter um Perfil. Quando ele se logar com o ID da pagina, ele será redirecionado diretamente para a sua Fanpage (o que é interessante para e empresa, evitando envolver nome/Perfils de quaisquer pessoas &#8211; funcionários ou contratados).</p>
<p>Aliás, vale ressaltar esse cuidado: Fanpage representa uma empresa, produto, serviço, portanto não é alguém, ou seja, os administradores têm que tomar cuidado com a linguagem &#8211; se culta ou informal dependerá da imagem da empresa. Mas nada de &#8220;<em>eu</em> concordo&#8221;, &#8220;<em>estou</em> sabendo&#8221;&#8230; Opte pelo plural (&#8220;estamos cientes&#8221;) ou impessoal (&#8220;sabe-se&#8221; que&#8230;).</p>
<p>E para quem &#8220;sem querer&#8221; criou um Perfil para a empresa e fica adiando ir para uma Fanpage lamentando perder os &#8220;amigos&#8221; já conquistados, o Facebook tem o recurso de migrar de um para o outro, levando todos os seus amigos, que entrarão como quem &#8220;curtiu&#8221; a página normalmente.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">E o que são os GRUPOS?</span> (o que é, quem deve montar e pra quê)</strong></p>
<p>Os Grupos são como as antigas “Comunidades” do Orkut,<strong> são de assuntos específicos e deles participam pessoas com interesse em comum</strong>. Eles podem ser abertos (públicos), fechados (privados) e secretos; e para participar basta solicitar na página do grupo para que o moderador ou qualquer participante aprove (exceto os &#8220;secretos&#8221;, onde somente os membros do grupo veem o mesmo, então só sendo incluído).</p>
<p>Como o próprio nome diz, eles são nichos para debate, compartilhamento de informações e troca entre usuários com um interesse em comum. Qualquer usuário (Perfil) pode criar um grupo e convidar quem desejar.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><a href="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Ilustra_grupo.jpg"><img class="alignright  wp-image-23446" title="Ilustra_grupo" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Ilustra_grupo.jpg" alt="" width="65" height="247" /></a>Porque os GRUPOS aparecem com ícones diferentes na frente?</strong></span></p>
<p>O Facebook dá a opção ao criador de um grupo de escolher um ícone para o identificar, de acordo com o tema que será discutido ali (veja ilustração ao lado). Assim, facilita para que o grupo seja encontrado e identificado por futuros adeptos. Quando nenhum ícone é escolhido, é incluído um padrão (o quadradinho com duas pessoas dentro).</p>
<p>A ferramenta é recomendada também para organizar os vários grupos dos quais participa. Você pode escolher um dos ícones que represente algo característico do grupo. Por exemplo, se você criou um grupo para o seu time de futebol, talvez queira escolher o ícone de uma bola de futebol. Também pode carregar uma foto para o grupo. Talvez você tenha uma ótima foto de todo o time ou do troféu que a equipe ganhou que represente bem a identidade do grupo.<strong> </strong></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>E as LISTAS, para que servem?</strong></span></p>
<p>A criação de Listas pode facilitar e muito todas as suas tarefas no Facebook. Você terá mais facilidade em escolher quem você quer que veja suas atualizações de status, pode criar um álbum de fotos de uma festa que foi e compartilhá-lo com um determinado grupo (sem ter que ficar digitando o nome das pessoas uma a uma) e ficar invisível no bate-papo.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Existem vantagens nessa nova linha do tempo?</strong><strong> </strong></span></p>
<p>Além de alterar a “aparência” de Perfis e Fanpages, aumentando a área de publicidade de campanhas, a nova linha do tempo do Facebook exibe a sequencia de postagens e atualizações dos usuários organizadas cronologicamente, facilitando, de certa forma, a busca por acontecimentos nas suas vidas.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">E existe algum sistema de busca para varrer um termo dentro de uma página de Perfil ou Fanpage?</span></strong></p>
<p>Não existe. A linha do tempo tenta resolver esse problema, segmentando as postagens por data. Entretanto, não há como buscar <em>posts</em> antigos a não ser lendo todo o mural.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Esclareceu? <strong>Envie esse post ao seu cliente e tente esclarecer o porque de um perfil profissional não poder fazer tudo o que um pessoal pode fazer.</strong></p>
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		<title>Livros Grátis para quem quer trabalhar com Redes Sociais ou Comunicação</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 10:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Trabalhar com redes sociais é muito simples. Basta ser influente e tuitar ou postar no Facebook com freqüência”. Que atire a primeira pedra quem trabalha nesse mercado e nunca ouvir algo parecido com essa frase. Sem dúvida alguma, ter o hábito de acessar as redes sociais constantemente é um pré requisito básico desse profissional, entretanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><em>“Trabalhar com redes sociais é muito simples. Basta ser influente e tuitar ou postar no Facebook com freqüência”.</em> Que atire a primeira pedra quem trabalha nesse mercado e nunca ouvir algo parecido com essa frase. Sem dúvida alguma, ter o hábito de acessar as redes sociais constantemente é um pré requisito básico desse profissional, entretanto não é o suficiente.</p>
<p>Conhecer o ambiente em que está atuando é fundamental para prever riscos e evitar gafes. Já falamos aqui sobre a <span style="text-decoration: underline;"><a title="Clique e confira essa postagem" href="http://tudibao.com.br/2012/01/especial-analista-de-midias-sociais-salarios-e-formacao.html" target="_blank">formação que uma analista de mídias sociais precisa ter</a>,</span> mas vai muito além disso. Em nenhum livro você vai encontrar uma fórmula para atuar nas mídias sociais, mas vai no mínimo, saber melhor com o que está lidando e compreender que a comunicação na mídia online é bem diferente da tradicional que até então é ensinada nas universidades.</p>
<p><a href="http://tudibao.com.br/2012/04/livros-gratis-para-quem-quer-trabalhar-com-redes-sociais-ou-comunicacao.html/ebook_redes-sociais" rel="attachment wp-att-22865"><img class="aligncenter size-medium wp-image-22865" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Ebook_redes-sociais-360x225.jpg" alt="" width="360" height="225" /></a></p>
<p>Portanto, vai uma<strong> lista com livros grátis</strong> (e em português) <strong>sobre redes sociais e comunicação</strong>, essenciais para quem quer ter conhecimento suficiente para ser um profissional de sucesso na área:</p>
<ol>
<ol>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/comoescrevernaweb" target="_blank">Como escrever para a web</a> (Guillermo Franco)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/o_que__o_virtual_-_pierre_lvy" target="_blank">O que é o virtual?</a> (Pierre Lévy)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/jornalismo2" target="_blank">Jornalismo 2.0: como viver e prosperar</a> (Mark Briggs)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/web2erroseacertos" target="_blank">Web 2.0: erros e acertos</a> (Paulo Siqueira)</li>
<li><a href="http://www.scribd.com/doc/13458481/Para-Entender-a-Internet" target="_blank">Para entender a internet</a> (org. Juliano Spyer)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/socialmedia" target="_blank">Redes sociais na internet</a> (Raquel Recuero)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/televisao" target="_blank">Televisão e realidade</a> (Itania Gomes)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/cinema" target="_blank">Autor e autoria no cinema e televisão</a> (José Francisco Serafim)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/commobile" target="_blank">Comunicação e mobilidade</a> (André Lemos)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/genero" target="_blank">Comunicação e gênero: a aventura da pesquisa</a> (Ana Carolina Escosteguy)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia-conceitos-2010.pdf" target="_blank">Conceitos de comunicação política</a><strong> </strong>(org. João Carlos Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/domingues-paradigma-2010.pdf" target="_blank">O paradigma mediológico: Debray depois de McLuhan</a><strong> </strong>(José A. Domingues)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/serra-canavilhas-relatorio-ipw.pdf" target="_blank">Informação e persuasão na web</a> (org. Paulo Serra e João Canavilhas)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia-teoria-critica-discurso-noticioso.pdf" target="_blank">Teoria e crítica do discurso noticioso</a> (João Carlos Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/seixas-classificacao-2009.pdf" target="_blank">Redefinindo os gêneros jornalísticos</a> (Lia Seixas)</li>
<li><a href="http://www.issuu.com/midia8/docs/ebook_novos_jornalistas" target="_blank">Novos jornalistas: para entender o jornalismo hoje</a> (org. Gilmar R. da Silva)</li>
<li><a href="http://www.depoisdeamanha.com.br/download/depois-de-amanha-2.0.1-print.pdf" target="_blank">O marketing depois de amanhã</a><strong> </strong>(Ricardo Cavallini)</li>
<li><a href="http://www.brandingemarcas.com.br/artigos-pdf/livro-branding-o-manual-para-voce-criar-gerenciar-e-%20avaliar-marcas.pdf" target="_blank">Branding: um manual para você gerenciar e criar marcas</a> (José R. Martins)</li>
<li><a href="http://www.brandingemarcas.com.br/artigos-pdf/livro-grandes-marcas-grandes-negocios.pdf" target="_blank">Grandes Marcas Grandes Negócios</a> (José R. Martins)</li>
<li><a href="http://www.rp-bahia.com.br/biblioteca/e-books/rpdigitais-chamusca-carvalhal.pdf" target="_blank">Relações Públicas digitais</a> (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)</li>
<li><a href="http://knightcenter.utexas.edu/ccount/click.php?id=9" target="_blank">Ferramentas digitais para jornalistas</a> (Sandra Crucianelli)</li>
<li><a href="http://www.sobreblogs.com.br/blogfinal.pdf" target="_blank">Blogs.com: estudos sobre blogs</a> (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)</li>
<li><a href="http://www.mobilizebook.com.br/download/mobilize_impressao.pdf" target="_blank">Mobilize: guia prático sobre marcas e o universo mobile</a> (Ricardo Cavallini)</li>
<li><a href="http://www.issuu.com/papercliq/docs/ebookmidiassociais" target="_blank">Mídias sociais: perspectivas, tendências e reflexões</a> (e-books coletivo)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/nogueira-manuais-cinema-I-2010.pdf" target="_blank">Manuais de cinema I: laboratório de Guionismo</a> (Luís Nogueira)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/nogueira-manual_II_generos_cinematograficos.pdf" target="_blank">Manuais de cinema II: gêneros cinematográficos</a> (Luís Nogueira)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/nogueira-manuais_III_planificacao_e_montagem.pdf" target="_blank">Manuais de cinema III: planificação e montagem</a> (Luís Nogueira)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/nogueira-manuais_IV_cineastas.pdf" target="_blank">Manuais de cinema IV: os cineastas e a sua arte</a> (Luís Nogueira)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/camilo-consumptor-2010.pdf" target="_blank">Homo consumptor: dimensões teóricas da publicidade</a> (Eduardo Camilo)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/ferreira-retorica-livroslabcom-05-09.pdf" target="_blank">Retória e mediação II: da escrita à internet</a> (org. Ivone Ferreira e María Cervantes)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/centeno-maria-joao-conceito-de-comunicacao.pdf" target="_blank">O conceito de comunicação na obra de Bateson</a> (Maria Centeno)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/morais-susana-comunicacao.pdf" target="_blank">Comunicação e estranheza</a> (Suzana Morais)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/elias-herlander-neon-digital.pdf" target="_blank">Néon digital: um discurso sobre os ciberespaços</a> (Herlander Elias)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/serra-paulo-manual-teoria-comunicacao.pdf" target="_blank">Manual da teoria da comunicação</a> (Joaquim Paulo Serra)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/penafria-esteticas_do_digital.pdf" target="_blank">Estética do digital: cinema e tecnologia</a> (org. Manuela Penafria e Mara Martins)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/barbosa_suzana_jornalismo_digital_terceira_geracao.pdf" target="_blank">Jornalismo digital e terceira geração</a> (org. Suzana Barbosa)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/gradim-anabela-comunicacao-etica.pdf" target="_blank">Comunicação e ética</a> (Anabela Gradim)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/rodrigues-catarina-blogs-fragmentacao-espaco-publico.pdf" target="_blank">Blogs e a fragmentação do espaço público</a> (Catarina Rodrigues)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia_sociedade_comunicacao.pdf" target="_blank">Sociedade e comunicação: estudos sobre jornalismo e identidades</a> (João Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/santos_correia_teorias_comunicacao.pdf" target="_blank">Teorias da comunicação</a> (org. José Manual Santos e João Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia_comunicacao_poder.pdf" target="_blank">Comunicação e poder</a> (org. João Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia_comunicacao_politica.pdf" target="_blank">Comunicação e política</a> (org. João Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/gradim_anabela_manual_jornalismo.pdf" target="_blank">Manual de jornalismo</a> (Anabela Gradim)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/serra_paulo_informacao_utopia.pdf" target="_blank">A informação como utopia</a> (Joaquim Paulo Serra)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia_jornalismo_espacopublico.pdf" target="_blank">Jornalismo e espaço público</a> (João Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/fidalgo-antonio-logica-comunicacao.pdf" target="_blank">Semiótica: a lógica da comunicação</a> (Antônio Fidalgo)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/serra_paulo_informacao_sentido.pdf" target="_blank">Informação e sentido: o estatuto espistemológico da informação</a> (Joaquim Serra)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/fidalgo_serra_ico1_jornalismo_online.pdf" target="_blank">Informação e comunicação online I: jornalismo online</a> (org. Joaquim Serra)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/camilo_eduardo_ico2_internet_compromocional.pdf" target="_blank">Informação e comunicação online II: internet e com. promocional</a> (org. Joaquim Serra)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/ACTAS%20VOL%204.pdf" target="_blank">Campos da comunicação</a> (org. Antônio Fidalgo e Paulo Serra)</li>
<li><a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/docs/jw_10anos.pdf" target="_blank">Jornalistas da web: os primeiros 10 anos</a> (Jornalistas da web)</li>
<li><a href="http://www.onipresentelivro.com.br/download/onipresente-1.0-print.pdf" target="_blank">Onipresente</a> (Ricardo Cavallini)</li>
<li><a href="http://www.bookess.com/read/3110-o-uso-corporativo-da-web-20-e-seus-efeitos-no-relacionamento-com-o-consumidor/" target="_blank">O uso corporativo da web 2.0 e seus efeitos com o consumidor</a> (André Santiago)</li>
<li><a href="http://andrelemos.info/caderno_de_viagem.pdf" target="_blank">Caderno de viagem: comunicação, lugares e tecnologia</a> (André Lemos)</li>
<li><a href="http://www.designemartigos.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Arauto_fonte_para_jornais.pdf" target="_blank">Desenvolvimento de uma fonte tipográfica para jornais</a> (Fernando Caro)</li>
<li><a href="http://www.edipucrs.com.br/propriedadeintelectual.pdf" target="_blank">Perspectivas do Direito da propriedade intelectual</a> (Helena Braga e Milton Barcellos)</li>
<li><a href="http://www.pucrs.br/edipucrs/eoradio.pdf" target="_blank">E o rádio? Novos horizontes midiáticos</a> (Luiz Ferraretto e Luciano Klockner)</li>
<li><a href="http://www.scribd.com/doc/28095970/Cadernos-da-Comunicacao-Manual-de-redacao-do-jornalismo-online" target="_blank">Manual de redação do jornalismo online</a> (Eduardo de Carvalho Viana)</li>
<li><a href="http://www.scribd.com/doc/28056680/Cadernos-da-Comunicacao-Jornalismo-Internacional-em-Redes">Jornalismo internacional em redes</a> (Cadernos da Comunicação)</li>
<li><a href="http://www.governoeletronico.gov.br/biblioteca/arquivos/padroes-brasil-e-gov-cartilha-de-redacao-web" target="_blank">Cartilha de redação web: padrões Brasil e-Gov</a> (Governo Federal)</li>
<li><a href="http://abciber.org/publicacoes/livro1/a_cibercultura_e_seu_espelho.pdf" target="_blank">A cibercultura e seu espelho</a> (org. Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/morgado-direitos-homem.pdf" target="_blank">Direitos do homem, imprensa e poder</a> (Isabel Morgado)</li>
<li><a href="http://www.pucrs.br/edipucrs/conceitoehistoria.pdf" target="_blank">Conceito e história do jornalismo brasileiro na &#8216;Revista de Comunicação&#8217;</a></li>
<li><a href="http://www.obercom.pt/client/?newsId=428&amp;fileName=estudo_tendencias_novosJornais.pdf" target="_blank">Tendências e prospectivas. Os &#8216;novos&#8217; jornais</a> (OberCom)</li>
<li><a href="http://desvirtual.com/thebook/o_livro_depois_do_livro.pdf" target="_blank">O livro depois do livro</a> (Giselle Beiguelman)</li>
<li><a href="http://www.obercom.pt/client/?newsId=428&amp;fileName=rel_internet_portugal_2009.pdf" target="_blank">A internet em Portugal</a> (OberCom)</li>
<li><a href="http://www.pucrs.br/edipucrs/encontrosalcarrs20072008.pdf" target="_blank">Memórias da comunicação</a> (org. Cláudia Moura e Maria Berenice Machado)</li>
<li><a href="http://www.ntdi.ufsc.br/ebook_multimidia.pdf" target="_blank">Comunicação multimídia</a> (org. Maria Jospe Baldessar</li>
<li><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/09/cultura-digital-br.pdf" target="_blank">Cultura digital.br</a><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/09/cultura-digital-br.pdf"> </a>(org. Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn)</li>
<li><a href="http://www.pucrs.br/edipucrs/midiasonora.pdf" target="_blank">História da mídia sonora</a> (org. Nair Prata e Luciano Klockner)</li>
<li><a href="http://www.pucrs.br/edipucrs/historiarp.pdf" target="_blank">História das relações públicas</a> (Cláudia moura)</li>
<li><a href="http://www.scribd.com/doc/18648974/Manual-de-Laboratorio-de-Jornalismo-na-Internet" target="_blank">Manual de laboratório de jornalismo na internet</a> (Marcos Palacios e Beatriz Ribas)</li>
<li><a href="http://www.scribd.com/doc/18649148/Ensino-Do-Jornalismo-Em-Redes-de-Alta-Velocidade-Metodologias-Softwares" target="_blank">O ensino do jornalismo em redes de alta velocidade</a> (Marcos Palacios e Elias Machado)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/ferreira-ivone-retorica-mediatizacao.pdf" target="_blank">Retórica e mediação: da escrita à internet</a> (org. Ivone Ferreira e Paulo Serra)</li>
<li><a href="http://www.luli.com.br/admin/wp-content/uploads/2008/04/dwd2.pdf" target="_blank">Design/Web/Design: 2</a> (Luli Radfaher)</li>
<li><a href="http://www.boabronha.com.br/download/foto1.zip" target="_blank">A arte de despediçar energia</a> (Ricardo Cavalline)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001852/185252por.pdf" target="_blank">A blogosfera policial no Brasil</a> (org. Silvia Ramos e Anabela Paiva)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001841/184194por.pdf" target="_blank">Direitos humanos na mídia comunitária</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/idegasperi/do-broadcast-ao-socialcast-3009196" target="_blank">Do broadcast ao socialcast</a> (Manoel Fernandes)</li>
<li><a href="http://www.fenaj.org.br/mobicom/manual_de_assessoria_de_imprensa.pdf" target="_blank">Manual de assessoria de comunicação</a> (FENAJ)</li>
<li><a href="http://leoni.com.br/down.php?dir=ebooks&amp;file=www.leoni.com.br_manual_de_sobrevivencia.pdf" target="_blank">Manual de sobrevivência no mundo digital online</a> (Leoni)</li>
<li><a href="http://www.culturaderede.com.br/olharesdarede.pdf" target="_blank">Olhares da rede</a> (org. Claudia Castelo Branco e Luciano Matsuzaki)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=46" target="_blank">A democracia impressa</a> (Heber Ricardo da Silva)</li>
<li><a href="http://culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=64" target="_blank">Design e ergonomia</a> (Luis Carlos Paschoarelli)</li>
<li><a href="http://culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=63" target="_blank">Design e planejamento</a> (Marizilda do Santos Menezes)</li>
<li><a href="http://culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=50" target="_blank">História e comunicação na nova ordem internacional</a> (Maximiliano Martin Vicente)</li>
<li><a href="http://culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=37" target="_blank">O percurso dos gêneros do discurso publicitário</a> (Ana Lúcia Furquim)</li>
<li><a href="http://culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=27" target="_blank">Representações, jornalismo e a esfera pública democrática</a> (Murilo Soares)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/principios" target="_blank">Princípios Inconstantes</a> (Itaú Cultural, com coord. Claudiney Ferreira</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/catalogo_mapeamento1_baixa" target="_blank">Mapeamento do ensino de jornalismo cultural no Brasil em 2008</a> (Itaú Cultural)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/ensinojordigital2010" target="_blank">Mapeamento do ensino de jornalismo digital no Brasil em 2010</a> (coord. Alex Primo)</li>
<li><a href="http://ganharddinheiro.com/KATIERO_dinheiro_na_internet.pdf" target="_blank">Dinheiro na internet: como tudo funciona</a> (Katiero Porto)</li>
<li><a href="http://www.escoladinheiro.com/como-criar-um-blog" target="_blank">Como criar um blog: de desconhecido a problogger</a> (Paulo Faustino)</li>
<li><a href="http://futurosimaginarios.midiatatica.info/futuros_imaginarios.pdf" target="_blank">Futuros imaginários: das máquinas pensantes à aldeia global</a> (Richard Barbrook)</li>
<li><a href="http://rn.softwarelivre.org/alemdasredes/wp-content/uploads/2008/08/livroalemdasredes.pdf" target="_blank">Além das redes de colaboração</a> (org. Nelson De Luca Pretto e Sérgio Silveira)</li>
<li><a href="http://www.claudiotorres.com.br/mktdigitalpequenaempresa.pdf" target="_blank">Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas</a> (Cláudio Torres)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001899/189915POR.pdf" target="_blank">Políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001899/189916por.pdf" target="_blank">Teoria e pesquisa no contexto dos indicadores de desenv. da mídia</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001899/189918por.pdf" target="_blank">Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001899/189917por.pdf" target="_blank">Sistema de gestão da qualidade aplicada ao jornalismo</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://leoni.com.br/down.php?dir=ebooks&amp;file=www.leoni.com.br_manual_de_sobrevivencia.pdf">Manual de sobrevivência no mundo digital</a> (Leoni)</li>
<li><a href="http://www.mundodomarketing.com.br/branding101/Branding%20101.pdf" target="_blank">Branding 1001: o guia básico para a gestão de marcas de produtos</a> (Ricardo e Fernando Jucá)</li>
<li><a href="http://brandinsights.com.br/arquivos/2009/08/Levi-Carneiro-Marca-Corporativa-um-universo-em-expsansao.pdf" target="_blank">Marca corporativa: um universo em expansão</a> (Levi Carneiro)</li>
<li><a href="http://www.4shared.com/file/96934031/9e82737e/Marketing_1to1.html" target="_blank">Marketing 1 to 1</a> (Peppers&amp;RogersGroup)</li>
<li><a href="http://guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_6_MB.pdf" target="_blank">Tudo o que você precisa aprender sobre o Twitter</a> (Talk)</li>
<li><a href="http://www.4shared.com/file/49330509/fe0bbb6d/Cultura_Livre_-_Lawrence_Lessig.html" target="_blank">Cultura livre</a> (Lawrence Lessing)</li>
<li><a href="http://brandinsights.com.br/arquivos/2009/08/Troiano-As-marcas-na-agenda-dos-CEOs.pdf" target="_blank">As marcas na agenda dos CEOs</a> (Troiano Consultoria)</li>
<li><a href="http://www.marketingdebusca.com/wp-content/uploads/2007/07/gestao-reputacao-online.pdf" target="_blank">Guia da reputação online</a> (António Dias)</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/iancsouza/ebook-i-propesq-pp" target="_blank">I Pró-Pesq &#8211; Encontro nacional de pesquisadores em PP</a> (USP)</li>
<li><a href="http://www.chmkt.com.br/2011/01/e-book-sobre-planejamento-pra-download.html" target="_blank">O ABCD do planejamento estratégico</a> (Lowe)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/suprassumo_m_dia_boom_-_midia8" target="_blank">Suprassumo Mídia Boom</a> (Mídia Boom)</li>
<li><a href="http://www.zahar.com.br/doc/t1142.pdf" target="_blank">Vida para consumo</a> (Zygmunt Bauman)</li>
<li><a href="http://issuu.com/amono/docs/asredesociaisnaeradacomunicacaointerativa/1" target="_blank">As redes sociais na era da comunicação interativa</a> (Giovanna Figueiredo)</li>
<li><a href="http://issuu.com/niltonsilva/docs/escola_de_redes_novas_visoes/1" target="_blank">Escola de redes</a> (Augusto de Franco)</li>
<li><a href="http://issuu.com/nandamaga/docs/jornalismoindependente" target="_blank">Blog: jornalismo independente</a> (Fernanda Magalhães)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/christofoletti-vitrine-2010.pdf" target="_blank">Vidro e vidraça: crítica de mídia e qualidade no jornalismo</a> (org. Rogério Christofoletti)</li>
<li><a href="http://dl.dropbox.com/u/21823845/Ebooks/Ebook.pdf" target="_blank">Smart digital. Conteúdo social</a> (Bruno de Souza)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110315-claudia_quadros_jornalismo_e_convergencia.pdf" target="_blank">Jornalismo e convergência</a> (org. Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira)</li>
<li><a href="http://www.intercom.org.br/e-book/intercom-sul-2010.pdf" target="_blank">Perspectivas da pesquisa em com. digital</a> (org. Adriana Amaral, Maria Aquino e Sandra Montardo)</li>
<li><a href="http://www.smashwords.com/books/download/48905/1/latest/0/0/open-source-evolucao-e-tendencias.pdf" target="_blank">Open source: evolução e tendências</a> (Cezar Taurion)</li>
<li><a href="http://issuu.com/gaiacreative/docs/inovadoresespm_redes_sociais_inovacao_digital_vl" target="_blank">Redes sociais e inovação digital</a> (org. Gil Giardelli)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110415-debora_lopez_radiojornalismo.pdf" target="_blank">Radiojornalismo hipermidiático</a> (Debora Lopez)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110228-2010_21_sales_cinema_portugues.pdf" target="_blank">Em busca de um novo cinema português</a> (Michelle Sales)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/penafria_manuela_paradigma_doc.pdf" target="_blank">O paradigma do documentário</a> (Manuela Penafria)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20101103-morgado_rosas_cidadania_2010.pdf" target="_blank">Cidadania digital</a> (org. Isabel Salema e António Rosas)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/ramalho-analise-2010.pdf" target="_blank">Análise de discurso crítica da publicidade</a> (Viviane Ramalho)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20101104-camilo_ensaios_2010.pdf" target="_blank">Ensaios de comunicação estratégica</a> (Eduardo Camilo)</li>
<li><a href="http://issuu.com/anabrambilla/docs/paraentenderasmidiassociais" target="_blank">Para entender as mídias sociais</a> (org. Ana Brambilla)</li>
<li><a href="http://www.rp-bahia.com.br/biblioteca/e-books/cmktdigitais2011.pdf" target="_blank">Comunicação e marketing digitais</a> (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/papercliq/midias-sociais-e-eleicoes-2010" target="_blank">Mídias sociais e eleições 2010</a> (org. Ruan Carlos e Nina Santos)</li>
<li><a href="http://brandinsights.com.br/arquivos/2011/02/GrupoTroiano_11Insights_book.pdf" target="_blank">11 Insights</a> (Grupo Troiano)</li>
<li><a href="http://issuu.com/marcoslemos9/docs/salvar-blog" target="_blank">40 dias para salvar seu blog</a> (Marcos Lemos)</li>
<li><a href="http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/comunicacaomidiatica.pdf" target="_blank">Comunicação midiática</a> (Dafne Pedroso, Lúcia Coutinho e Vilso Santi)</li>
<li><a href="http://www.obercom.pt/client/?newsId=428&amp;fileName=desafios_do_jornalismo.pdf" target="_blank">Desafios do jornalismo</a> (OberCom)</li>
<li><a href="http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/estrategias.pdf" target="_blank">Estratégias e identidades</a> midiáticas (org. Daiana Staziak e Vilso Santi)</li>
<li><a href="http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/locastcivicmedia.pdf" target="_blank">Internet móvel, cidadania e informação hiperlocal</a> (org. Eduardo Campos)</li>
<li><a href="http://escoladeredes.ning.com/video/fluzz-ebook" target="_blank">Fluzz</a> (Augusto de Franco)</li>
<li><a href="http://narrativahipertextualmultimidia.files.wordpress.com/2011/03/narrativa_hipertextual_multimc3addia.pdf" target="_blank">Narrativa hipertextual multimídia</a> (Marcelo Freire)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110505-samuel_mateus_a_figuracao.pdf" target="_blank">Publicidade e consumo nas sociedades contemporâneas</a> (Samuel Mateus)</li>
<li><a href="http://www.fenaj.org.br/federacao/cometica/codigo_de_etica_dos_jornalistas_brasileiros.pdf" target="_blank">Código de ética dos jornalistas brasileiros</a> (FENAJ)</li>
<li><a href="http://www.noticias.uff.br/arquivos/cartilha-sobre-plagio-academico.pdf" target="_blank">Entenda o que é plágio</a> (UFF)</li>
<li><a href="http://www.designemartigos.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Arauto_fonte_para_jornais.pdf" target="_blank">Arauto: fonte tipográfica para textos e jornais</a> (Fernando Caro)</li>
<li><a href="http://comunicacaoemrede.wiki.zoho.com/HomePage.html" target="_blank">Comunicação em rede</a> (Charles Cadé)</li>
<li><a href="http://www.cies.iscte.pt/linhas/linha2/sociedade_rede/zip/Sociedade_em_Rede_CC.zip" target="_blank">A sociedade em rede: do conhecimento à ação política</a> (Gustavo Cardoso e Manuel Castell)</li>
<li><a href="http://www.boabronha.com.br/download.html" target="_blank">A arte de desperdiçar energia</a> (Ricardo Cavallini) &#8211; <em>no momento em revisão, sem donwload</em></li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/barbosa_suzana_jornalismo_digital_terceira_geracao.pdf" target="_blank">Jornalismo digital de terceira geração</a> (Suzana Barbosa)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20101111-retorica_e_mediatizacao.pdf" target="_blank">Retórica e mediatização: as indústrias da persuasão</a> (org. Gisela Gonçalves e Ivone Ferreira)</li>
<li><a href="http://www.dezanosamil.com.br/LivroCompleto.pdf" target="_blank">Dez anos a mil: mídia e música popular massiva em tempos de internet</a> (diversos org.)</li>
<li><a href="http://pagsocial.com/d/U.aspx" target="_blank">Como ganhar dinheiro com Google Adsense</a> (Gustavo Freitas)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=104" target="_blank">Criação, proteção e uso legal de informação em ambientes da www</a> (diversos autores)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=63" target="_blank">Design e planejamento</a> (Marizilda Menezes e Luis Paschoarelli)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=64" target="_blank">Design e ergonomia</a> (Marizilda Menezes e Luis Paschoarelli)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=107" target="_blank">Design, empresa, sociedade</a> (Paula Landim)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=50" target="_blank">História e comunicação na nova ordem internacional </a>(Maximiliano Vicente)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=27" target="_blank">Representações, jornalismo e esfera pública democrática</a> (Murilo Soares)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=144" target="_blank">Televisão digital</a> (orgs. Maria Gobbi e Maria Teesa)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=115" target="_blank">Gestão, mediação e uso da informação</a> (org. Marta Valentim)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=105" target="_blank">Cultura contemporânea, identidades e sociedades</a> (Ana Lúcia Castro)</li>
<li><a href="https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/1586/1/Jornalismo%20contemporaneo.pdf" target="_blank">Jornalismo contemporâneo: figurações, impasses e perspectivas</a> (diversos orgs.)</li>
<li><a href="http://pontonet.com.br/ebooks/50coisas.pdf" target="_blank">50 coisas que aprendi sobre o mundo 2.0</a> (Carlos Nepomuceno)</li>
<li><a href="http://cadeiadevalor.files.wordpress.com/2009/06/faca-download-aqui.pdf" target="_blank">Marketing de guerra</a> (Al Ries e Jack Trout)</li>
<li><a href="http://www.magoweb.com/clinicadigital/wp-content/uploads/2011/07/Cap%C3%ADtulo_9788575222751.pdf" target="_blank">Os 8 Ps do marketing digital &#8211; capítulo 1</a> (Conrado Adolpho)</li>
<li><a href="http://www.rafaeldesigner.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/ebookmidiassociais.pdf" target="_blank">Métricas para mídias sociais &#8211; parte 1</a> (Dinamize)</li>
<li><a href="http://www.rp-bahia.com.br/biblioteca/e-books/ciberdemocracia.pdf" target="_blank">A territorialidade e a dimensão participativa na ciberdemocracia</a> (Márcia Carvalhal)</li>
<li><a href="http://www.rafaeldesigner.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/guia-webmasters-google-wwwrafaeldesignercombr.pdf" target="_blank">Guia Google webmasters para editores da web</a> (Google)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110701-annamaria_serra_pragmatica.pdf" target="_blank">Pragmática: comunicação publicitária e marketing</a> (Annamaria Jatobá e Paulo Serra orgs.)</li>
<li><a href="http://knightcenter.utexas.edu/ccount/click.php?id=19" target="_blank">Conjunto de guias éticas para hacer periodismo en la web</a> (Knight Center)</li>
<li><a href="http://pt.scribd.com/doc/63781125/Livro-Comunicacao-Tecnologia-e-Cultura-de-Rede" target="_blank">Comunicação, tecnologia e cultura de rede</a> (org. Walter Lima)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110524-correia_manual_noticial.pdf" target="_blank">O admirável mundo das notícias: teor</a><a href="http://draft.blogger.com/goog_1156945539">ias e métodos</a> (João Carlos Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20101104-camilo_ensaios_2010.pdf" target="_blank">Ensaios de comunicação estratégica </a>(Eduardo Camilo)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20111202-201110_marcos_palacios.pdf" target="_blank">Ferramentas para análise de qualidade no ciberjornalismo</a> - I (org. Marcos Palácios)</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/brunounix/2-edio-ebooksmart-digital-contedo-social" target="_blank">Smart digital. Conteúdo social: social media optimization</a> (Bruno de Souza)</li>
<li><a href="http://www.saiadolugar.com.br/livros-recomendados/ebook-gratuito-5-passos-para-vender-mais-pela-internet/" target="_blank">5 passos para vender mais pela internet</a> (Saia do Lugar)</li>
<li><a href="http://www3.universia.com.br/redirect.jsp?URL=http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110909-tradicao_reflexoes.pdf" target="_blank">Tradições e reflexõe: contributos para a teoria e estética dos documentários</a> (Manuela Penafria)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110826-sousa_americo_persuasao.pdf" target="_blank">A persuasão</a> (Américo de Souza)</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/midia8/para-entender-o-monitoramento-de-mdias-sociais-11088559" target="_blank">Para entender o monitoramento de mídias sociais</a> (org. Tarcízio Silva)</li>
<li><a href="http://issuu.com/cesarsteffen/docs/midiocracia_-_c_sar_steffen" target="_blank">Midiocracia: as relações entre mídia e política redesenham as democracias</a> (César Steffen)</li>
<li><a href="http://issuu.com/livrotecnologia/docs/tecnologia_pra_qu__" target="_blank">Tecnologia para quê?</a> (org. César Steffen e Mônica Pons)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ea000219.pdf" target="_blank">Vídeo-identidade: imagens e sons na construção da cidadania</a> (Rogério Santana)</li>
<li><a href="http://www.intervozes.org.br/publicacoes/vozesdademocracia.pdf" target="_blank">Vozes da democracia</a> (diversos autores)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000016.pdf" target="_blank">Violência e liberdade de imprensa no Brasil</a> (FENAJ)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000244.pdf" target="_blank">Uma nova política para a sociedade da informação</a> (Diogo Vasconcelos)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000015.pdf" target="_blank">Redes sociais e tecnologias digitas de informação e comunicação</a> (Sonia Aguiar)</li>
<li><a href="http://www.anacarmen.com/download/conquiste-a-rede/Conquiste_a_Rede_Podcast.pdf" target="_blank">Podcast  - Coleção Conquiste a rede</a><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ea000097.pdf" target="_blank"> </a>(Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei)</li>
<li><a href="http://www.anacarmen.com/download/conquiste-a-rede/Conquiste_a_Rede_Jornalismo_Cidadao.pdf" target="_blank">Jornalismo cidadão - Coleção Conquiste a rede</a> (Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei)</li>
<li><a href="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/conquiste_a_rede_blog.pdf" target="_blank">Blog &#8211; Coleção Conquiste a rede</a> (Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei)</li>
<li><a href="http://www.anacarmen.com/download/conquiste-a-rede/Conquiste_a_Rede_Flog&amp;Vlog.pdf" target="_blank">Flog &amp;Vlog &#8211; Coleção Conquiste a rede</a> (Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000259.pdf" target="_blank">Novas tecnologias e a comunicação democratizando a informação</a> (Jorge Werthein)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ea000124.pdf" target="_blank">Mídia, a moderna Esfinge</a> (Lycio de Faria)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000002.pdf" target="_blank">Mídia e terrorismo: a mídia depois do 11 de setembro</a> (Luiz Egypto org.)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000001.pdf" target="_blank">Mídia e terrorismo: a mídia depois do 11 de setembro- Vol.II</a> (Luiz Egypto org.)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000014.pdf" target="_blank">Mídia e políticas públicas de comunicação</a> (ANDI)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000264.pdf" target="_blank">Liberdade de imprensa, mídia e boa governança</a> (Koichiro Matsuura)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001373/137363por.pdf" target="_blank">Diretrizes políticas para o desenvolvimento da informação governamental</a><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000117.pdf"> </a>(Paul Uhlir)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000011.pdf" target="_blank">Direito à comunicação no Brasil</a> (Intervozes)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000258.pdf" target="_blank">Certificação digital, criptografia e privacidade</a> (Sérgio Amadeu)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000265.pdf" target="_blank">Capacitação por meio de TICs</a> (Koichiro Matsuura)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000268.pdf" target="_blank">Ampliando o acesso ao conhecimento: do livro ao hipertexto</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000005.pdf" target="_blank">A mídia e o jornalismo fiteiro</a> (diversos autores)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000266.pdf" target="_blank">A defesa da liberdade de imprensa no Brasil</a> (Nelson Sirotsky)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000255.pdf" target="_blank">A sociedade da informação de quem?</a> (Anriette Esterhuysen)</li>
<li><a href="http://www.pagtweet.com.br/pagar/?id=4f5fbfd0b4acde44168ae5f59c827c34" target="_blank">Como transformar seu Blogspot num blog profissional</a>(Gustavo Freitas)</li>
<li><a href="http://seonojornalismo.com.br/" target="_blank">SEO no Jornalismo</a> (Barbara Zamberlan Alvarez)<br />
<span style="color: #ffffff;">.</span><br />
Coletâneas da E-Consulting:</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-web-20" target="_blank">Web 2.0</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-ti" target="_blank">TI corporativa</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-b2b" target="_blank">B2B e cadeias digitalmente integradas</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-ecommerce-4128665" target="_blank">E-commerce</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-mobilidade-4128672" target="_blank">Mobilidade</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-internet-corporativa-4128676" target="_blank">Internet corporativa</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-novas-mdias" target="_blank">Novas mídias</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-governanca-de-ti-e-internet" target="_blank">Governança de TI e internet</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/2010-e-consulting-corp-relacionamento-on-line-4766385" target="_blank">Relacionamento online</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/emarketing-4128681" target="_blank">E-marketing</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/2010-ebook-econsulting-corp-tecnologias-para-comunicao-e-relacionamento-5318542" target="_blank">Tecnologias para comunicação e relacionamento </a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/2010-e-book-econsulting-corp-o-impacto-dos-novos-canais-na-comunicao-tradicional" target="_blank">Os impactos dos novos canais na comunicação tradicional</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/2010-e-book-econsulting-corp-web-x-modelos-de-negcios" target="_blank">A web no modelo de negócio<br />
</a><span style="color: #ffffff;">.</span><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/2010-e-book-econsulting-corp-web-x-modelos-de-negcios" target="_blank"><br />
</a>Materiais Educativos da Resultados Digitais</li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/ebook-blog-para-negocios/" target="_blank">Blog para Negócios</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/whitepaper-marketing-viral/" target="_blank">Marketing Viral &#8211; da Teoria à Prática</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/ebook-monitoramento-na-internet/" target="_blank">Monitoramento de Mídias Sociais</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/webinar-introducao-ao-google-adwords/" target="_blank">Introdução ao Google Adwords</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/gestao-de-leads-webinar/" target="_blank">Gestão de Leads</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/ebook-marketing-no-facebook/" target="_blank">Introdução ao Marketing no Facebook</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/ebook-relacionamento-com-email-marketing/" target="_blank">Relacionamento com Email Marketing</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/call-to-action-whitepaper/" target="_blank">Call-to-Action: O Guia Completo</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/webinar-como-criar-landing-pages-efetivas/" target="_blank">Como criar Landing Pages efetivas</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/ebook-web-analytics/" target="_blank">Web Analytics na prática</a></li>
</ol>
</ol>
<p>Para quem ainda é iniciante no assunto, segue abaixo algumas publicações que introduzem muito bem o tema (disponíveis nas melhores livrarias):</p>
<p><strong>Redes Sociais – Raquel Recuero<br />
</strong>Como os atores sociais criam conexões e aumentam o seu capital social e como podem servir de metáfora para novos agrupamentos sociais. Nesse livro também é possível entender como as dinâmicas temporais das conexões na Internet evoluem em processos de cooperação, competição e conflito.</p>
<p><strong>Criando Aplicações para Redes Sociais – Gavin Bell<br />
</strong>Criar uma aplicação web que atraia e retenha os visitantes já é uma tarefa e tanto. Criar uma aplicação de redes sociais que os incentive a interagir uns com os outros exige um planejamento ainda mais cuidadoso. Este livro oferece soluções práticas para as dificuldades que você enfrentará quando estiver construindo um site de comunidade eficiente, que faça os visitantes sentirem que encontraram uma nova casa na Internet.</p>
<p><strong>Marketing 3.0 – Kotler<br />
</strong>O novo modelo de marketing - Marketing 3.0 – trata os clientes não como meros clientes, mas como os seres complexos e multifacetados. Estes, por sua vez, estão escolhendo produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades de participação, criatividade, comunidade e idealismo.</p>
<p><strong> </strong><strong>O Poder das Redes Sociais – Tara Hunt<br />
</strong>Revela como, atualmente, as redes sociais podem ter mais influência nas decisões dos clientes do que qualquer outra ferramenta de marketing.</p>
<p><strong>Redes Sociais Digitais: a cognição conectiva do Twitter – Renata Lemos e Lucia Santaella<br />
</strong>A peculiaridade das características do Twitter traz atributos inesperados para se repensar a noção de redes. Assim, o que se tem aqui é um pequeno livro que pretende olhar de frente para algumas das questões magnas que as redes sociais estão trazendo à tona, questões que o Twitter exemplifica e deixa ver de modo agudo.</p>
<p><strong> </strong><strong>Twitter, Chiclete &amp; Camisinha: Como Construir Relacionamentos e Negócios Lucrativos em Redes Sociais – Tagil Oliveira Ramos<br />
</strong>Os segredos do universo do microblog são desvendados aqui numa linguagem simples e bem-humorada, sem “tecnologuês” ou termos preciosos. Baseando-se numa abordagem de marketing comportamental (behavioral marketing), o autor apresenta as leis que regem as relações numa mídia social. Por meio de uma metáfora inspirada na semiótica, a Twittosfera transforma-se num ambiente preenchido pelo twitchiclete.</p>
<p>E você, tem alguma dica legal de livro para compartilhar? Poste aqui nos comentários.</p>
<p>Fonte: partimos da lista feita pelo <a href="http://www.blogmidia8.com/p/biblioteca-virtual.html" target="_blank">Blogmidia8</a>, fazendo a verificação de todos os links e atualizações dos que estavam corrompidos, além de fazermos uma ampliação da listagem com outros livros que toda equipe TuDiBão conhecia.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://tudibao.com.br/2012/04/livros-gratis-para-quem-quer-trabalhar-com-redes-sociais-ou-comunicacao.html/feed</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>O Twitter está perdendo espaço para o Facebook?</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/04/o-twitter-esta-perdendo-espaco-para-o-facebook.html</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 10:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[fim do Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Por ser a “garota das redes sociais” em meu ambiente profissional e pessoal, tenho ouvido constantemente a pergunta “O Twitter está acabando?”; e as frases “Tem uma semana que não acesso minha conta”; “Nem lembro quem foi a última pessoa que segui” também têm se tornado bastante comum. O microblog, que teve ascensão na eleição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Por ser a “garota das redes sociais” em meu ambiente profissional e pessoal, tenho ouvido constantemente a pergunta “O Twitter está acabando?”; e as frases “Tem uma semana que não acesso minha conta”; “Nem lembro quem foi a última pessoa que segui” também têm se tornado bastante comum.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">O microblog, que teve ascensão na eleição do presidente americano Barack Obama, parece perder espaço para a rede de Zuckerberg. Com objetivo de reunir todas as redes sociais em um único ambiente, a integração entre os <em>posts</em> do Twitter e o <em>feed</em> do Facebook está fazendo com que o microblog seja lido apenas na rede macro.</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://tudibao.com.br/2012/04/o-twitter-esta-perdendo-espaco-para-o-facebook.html/twitter_informacao" rel="attachment wp-att-22783"><img class="aligncenter size-medium wp-image-22783" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/twitter_informação-360x216.jpg" alt="" width="360" height="216" /></a></p>
<p>Não há pesquisa que aponte a decadência do Twitter (e eu, particularmente, acho que isso ainda vai demorar a acontecer). Entretanto, <strong>é importante apontar algumas diferenças que fazem com que a rede social seja essencial</strong> e (ainda) insubstituível, principalmente em ano eleitoral no Brasil.</p>
<p><strong>Interação entre produtor e consumidor da informação: </strong>a obrigação das empresas estarem no Facebook somente como “Fan Page” impede que o usuário mencione a marca quando quer falar dela para todos e não apenas como o produtor da informação, o que dificulta o monitoramento e a divulgação do link para a página oficial de um comerciante.</p>
<p><strong>Foco na Informação:</strong> no Twitter a informação é instantânea e não tem espaço para chat, vídeos engraçados ou <em>giffs</em> animados para tirar a atenção. Em 140 caracteres e uma única imagem de avatar, o foco é a informação de quem você segue. No Facebook, o status “fulando está em um relacionamento sério” pode chamar mais atenção do que o anúncio de uma greve dos profissionais da sua empresa, por exemplo.</p>
<p><strong>Eleição e credibilidade</strong>: o Facebook já “orkutizou”, como dizem os boatos. Está mais que claro que a rede será essencial para ficar de olho nos candidatos na campanha eleitoral desse ano, principalmente para replicar mensagens que ataquem a oposição ou ridicularizem discurso. O compartilhamento no Facebook é o forte e o humor é sem dúvida o principal disseminador de conteúdo. Por isso, as assessorias de imprensa devem armar a defesa no Facebook e soltar a palavra no Twitter. A credibilidade e a pré disposição para “ouvir” continua sendo foco do Twitter, enquanto no Facebook ela é secundária, sendo mais interessante criticar a concorrência do que ouvir quem se dispõe a seguir.</p>
<p>Acessar redes que possibilitam a hiperexposição com fotos, vídeos e um espaço maior para promoção pessoal sem dúvida interessam mais pela curiosidade que despertam. Entretanto, para quem busca interação com foco na informação, agradeça mil vezes pelo Twitter existir.</p>
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		<title>Redes Sociais: um olhar da psicanálise sobre as mentes narcisas</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/03/redes-sociais-um-olhar-da-psicanalise-sobre-as-mentes-narcisas.html</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 10:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[mentes narcisistas]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade narcisista]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada com 294 estudantes e divulgada na semana passada mostrou que quem tem mais amigos no Facebook obteve mais pontos no “Inventário de Personalidade Narcisista”. Eles respondem mais agressivamente nos comentários, mudam fotos de perfil com maior frequência e publicam na rede social mais do que os outros, diz o estudo publicado no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center"><a href="http://tudibao.com.br/2012/03/redes-sociais-um-olhar-da-psicanalise-sobre-as-mentes-narcisas.html/narcisismo_redes-sociais" rel="attachment wp-att-22574"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-22574" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/narcisismo_redes-sociais-180x100.jpg" alt="" width="180" height="100" /></a>Uma pesquisa realizada com 294 estudantes e divulgada na semana passada mostrou que<strong> quem tem mais amigos no Facebook obteve mais pontos no “Inventário de Personalidade Narcisista”</strong>. Eles respondem mais agressivamente nos comentários, mudam fotos de perfil com maior frequência e publicam na rede social mais do que os outros, diz o estudo publicado no jornal científico <em>Personality and Individual Differences.</em></p>
<p>O resultado pode parecer um pouco surpreendente para muitas pessoas, mas mostra o efeito que a maior rede social do mundo pode trazer para seus adeptos e direcionar os estudos da psicologia social com olhares nas redes e no comportamento dos usuários que, inclusive, despertem tendências suicidas. Não é a toa que o Facebook lançou um sistema que recebe alerta de suicídios e permite aos usuários informar à equipe do site sobre pessoas que estejam dando sinais online de suicídio.</p>
<p>O pesquisador Christopher Carpenter, autor do estudo sobre o narcisismo na rede afirma que “em geral, esse ‘lado negro’ do Facebook requer mais pesquisa para entender melhor os benefícios sociais e os aspectos prejudiciais do site”. “Se o Facebook é um lugar que as pessoas vão para reparar um ego danificado e procuram apoio social, é de vital importância descobrir a comunicação potencialmente negativa que se pode encontrar na rede e os tipos de pessoa que provavelmente vão se relacionar com elas” finaliza.</p>
<p>Por que é preciso levar isso em conta? As redes sociais não são novidade para ninguém e nem é a primeira vez que “querer se destacar no bando&#8221; é colocado em pauta. Entretanto, outras patologias como a depressão do usuário “viciado na própria imagem” podem ser desencadeadas e precisam ser consideradas por analistas.</p>
<p>Por consequência do compartilhamento em tempo real, o reforço da imagem é instantâneo e a negação do “não Curtir” pode se tornar intensa em apenas um dia, o que diferencia de grupos exclusivamente offline.</p>
<p><strong>Marketing x Psicologia</strong></p>
<p>O marketing digital nas mídias sociais trabalha, principalmente, com as campanhas que valorizam e reconhecem os participantes e energizadores da marca. Esse reforço social é importante para manter o usuário ativo e engajado com um perfil.</p>
<p>Obviamente a questão da saúde mental deve ser levada em conta pelos analistas, mas a valorização de um usuário é essencial para sobrevivência da marca e não há nada de “anti ético” em querer fazer isso. As marcas acompanham as tendências e os problemas sociais online ou offline continuam a ser um reflexo de uma sociedade individualista, pautada no capitalismo social.</p>
<p><a href="http://tudibao.com.br/2012/03/redes-sociais-um-olhar-da-psicanalise-sobre-as-mentes-narcisas.html/narciso-2" rel="attachment wp-att-22578"><img class="aligncenter size-medium wp-image-22578" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/narciso1-360x270.jpg" alt="" width="360" height="270" /></a></p>
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		<title>Redes sociais: quem contratar?</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/03/redes-sociais-quem-contratar.html</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 10:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Profissional Rede Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente trouxe, aqui em minha coluna no TuDiBão, um especial sobre Profissionais de Redes Sociais. Não lembra? Clique aqui e veja a formação necessária para esse profissional, questões sobre salário e monitoramento para quantificar resultados. Pois bem, o “guia” é prático mas não tem um manual nem padrão a serem seguidos. Tudo o que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://tudibao.com.br/2012/03/redes-sociais-quem-contratar.html/social_profissionais" rel="attachment wp-att-22450"><img class="alignleft  wp-image-22450" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/social_profissionais-360x360.png" alt="" width="202" height="202" /></a>Recentemente trouxe, aqui em minha coluna no TuDiBão, um <strong>especial sobre Profissionais de Redes Sociais</strong>. Não lembra? Clique aqui e veja a <a href="http://tudibao.com.br/2012/01/especial-analista-de-midias-sociais-voce-esta-preparado-para-ser-um-social-media.html" target="_blank">formação necessária</a> para esse profissional, questões sobre <a href="http://tudibao.com.br/2012/01/especial-analista-de-midias-sociais-salarios-e-formacao.html" target="_blank">salário e monitoramento</a> para <a href="http://tudibao.com.br/2012/01/especial-analista-de-midias-sociais-como-medir-o-retorno-do-trabalho.html" target="_blank">quantificar resultados</a>.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Pois bem, o “guia” é prático mas não tem um manual nem padrão a serem seguidos. Tudo o que é novo tende a mudar todos os dias e é melhor assim. Quanto menos engessado forem os processos de criação no âmbito publicitário, melhor.</p>
<p>Vez ou outra vejo o questionamento de empresários sobre <strong>que profissional contratar para monitorar as redes sociais</strong> de suas empresas. Qual é a idade ideal? Um profissional júnior atenderia as expectativas? Contratar um sênior com mais experiência de mercado seria reduzir riscos de disseminação de mensagens negativas? Ser <em>heavy user</em> de internet basta para saber monitorar e gerenciar crises na web? As dúvidas são intermináveis e vamos (tentar) elucidar algumas delas aqui.</p>
<p>Para avaliar o perfil de qualquer profissional a regra nº 1 é básica (e óbvia):</p>
<ol>
<li><strong>É preciso encontrar alguém que tenha princípios éticos, que vista a camisa da empresa e que seja, no mínimo, apaixonado pelo que faz</strong>. Lidar com pessoas é isso: é ter prazer em interagir, responder e falar pela empresa da forma mais correta e sutil possível.</li>
<li><strong>A formação e qualificação profissional são também inquestionáveis</strong>. Quanto mais conteúdo e bagagem teórica o profissional tiver, melhor.</li>
<li>Mas para trabalhar com redes sociais <strong>é preciso um passo além: viver e respirar web</strong> como forma de lazer e prazer é fundamental. É preciso discernir entre o momento de lazer e trabalho nesse ambiente, mas sim, ser <em>heavy user</em> é fundamental para entender expectativas e retorno que a concorrência teve com determinada ação. É muito mais que um <em>benchmarking</em> (troca de informações e conhecimento) de mercado; é experimentar de tudo para aprender e entender como funciona essa nova forma de relacionamento! Isso sim é um diferencial.</li>
<li>E sobre a idade do profissional? Há uma grande diferença ente sênior e júnior na área de redes sociais. Um social media sênior com idade avançada hoje é raro, mas não é impossível, obviamente. &#8220;Macaco velho&#8221; de mercado apaixonado por redes sociais e que tenha resolvido destinar a carreira a esse novo mercado é uma ótima pedida.<br />
Porém, não subestimem os jovens. Eles estão cheios de vontade de mudar o mundo e muitos estão realmente a fim de serem os futuros sêniors em redes sociais. Há um grande equívoco em achar que eles não são capazes de construir e manter a reputação de uma marca no ambiente digital. A energia contida nessa profissão nova é o que move vários estudantes e recém formados a investirem nessa carreira e, acreditem, muitos deles superam em qualidade os profissionais mais antigos, não porque são melhores, mas porque o DNA digital já faz parte deles e, em muitos casos, não só aprendem, como ensinam.<br />
Portanto, <strong>o profissional de redes sociais deve ser avaliado pela qualidade, e não pela idade</strong>.</li>
</ol>
<p>Pensem nisso!</p>
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		<title>Redes Sociais: é preciso estar em todas?</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 10:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[participar de várias redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Twitter, Facebook, Pinterest, Google+, Foursquare, redes específicas por gêneros, gostos, idade, região etc. A oferta de plataformas que pretendem integrar pessoas com interesses em comum é infinita e não para de crescer. Basta ouvir “nova rede que promete ser tendência” para os usuários das redes tradicionais saírem divulgando, enviando e pedindo convites para os amigos&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/redes_sociais_todas.jpg"><img class="alignleft  wp-image-22396" title="redes_sociais_todas" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/redes_sociais_todas-360x270.jpg" alt="" width="288" height="216" /></a>Twitter, Facebook, Pinterest, Google+, Foursquare, redes específicas por gêneros, gostos, idade, região etc.</p>
<p>A oferta de plataformas que pretendem integrar pessoas com interesses em comum é infinita e não para de crescer. Basta ouvir “nova rede que promete ser tendência” para os usuários das redes tradicionais saírem divulgando, enviando e pedindo convites para os amigos&#8230;  Mas será que estamos realmente prontos para interagir em vários ambientes e cadastrar em todos os sites que somos convidados? Entenda os benefícios e os riscos de participar de mais de uma rede social.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Benefícios:</strong></span></p>
<p>- <strong>Integração e interlocução com públicos específicos</strong><br />
Enquanto o Facebook reúne todos os amigos em um só lugar e é possível falar de tudo a todo tempo, a qualidade de informação e privacidade para discutir determinado assunto é quase inexistente. Quando se participa de uma rede como LinkedIN, por exemplo, é possível falar apenas de trabalho e trocar informações profissionais, sem “encher” sua <em>timeline</em> (página de tudo que se publica/compartilha) com informações desinteressantes para outras pessoas.</p>
<p>- <strong>Organização de listas<br />
</strong>Muitas pessoas tem um perfil em uma rede para os momentos de lazer, onde posta fotos do fim de semana, piadas etc, e outra apenas para falar sobre negócios, por exemplo. O Google+ já propõe os círculos, que pretende separar seus amigos por nível de proximidade. Entretanto, todos estão em um único ambiente. Segmentar pode ser estratégico para atingir objetivos específicos.</p>
<p>- <strong>Atender objetivos profissionais<br />
</strong>Muitas redes são utilizadas como portifolio de trabalho (principalmente para os &#8220;comunicólogos&#8221;). Um designer, por exemplo, poderia mostrar muito bem o seu trabalho na Pinterest.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"> <strong>Malefícios:</strong></span></p>
<p>- <strong>Desatualização das redes<br />
</strong>A partir do momento em que uma conta é criada, requer do usuário uma dedicação. Se você está ali cadastrado, rapidamente você já tem seguidores e pessoas falando sobre você (para o bem ou para o mal). Ter várias redes e não mantê-las atualizadas é um risco que só deve ser corrido se estiver disposto a integração e participação em todas.</p>
<p>- <strong>Alienação digital<br />
</strong>Muita informação e pouco conteúdo. Estar sem tempo para atualizar de tudo e todos é o principal indício de que é melhor ficar “só no Facebook”.</p>
<p>- <strong>Falha no monitoramento<br />
</strong>Você sabe o que está acontecendo naquele ambiente? Criar um grupo e não participar é o mesmo que não existir. “Queimar o filme de graça” e não monitorar tudo o que estão dizendo não é uma boa alternativa.</p>
<p><strong>#ficaadica</strong> para a administração dos seus perfis pessoais e principalmente, para os profissionais que representam as empresas nas redes sociais. Parecer “antenado” demais não é suficiente para marcar a presença online. O lance é estar conectado e atualizado com frequência para ouvir os clientes em todos os canais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Redes Sociais e a psicologia do relacionamento</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/03/redes-sociais-e-a-psicologia-do-relacionamento.html</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 10:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[depressão do Faqcebook]]></category>
		<category><![CDATA[vício na internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Várias abordagens da psicologia têm tratado o fenômeno das redes sociais como responsáveis pelo traço marcante do egocentrismo e isolamento social, o que tem ocasionado doenças mentais como o “vício na internet”, “depressão do Facebook” etc.  Vemos também empresas tradicionalmente conservadoras que recusam-se a participar do crescimento das redes sociais por julgarem desnecessário ou por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left" align="center"><a href="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/criancas_jogos_computador12.jpg"><img class="alignleft  wp-image-22238" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/criancas_jogos_computador12.jpg" alt="" width="210" height="209" /></a>Várias abordagens da psicologia têm tratado o fenômeno das redes sociais como responsáveis pelo traço marcante do egocentrismo e isolamento social, o que tem ocasionado doenças mentais como o “vício na internet”, <a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/pediatras-alertam-para-depressao-do-facebook-2804383" target="_blank">“depressão do Facebook”</a> etc.  Vemos também empresas tradicionalmente conservadoras que recusam-se a participar do crescimento das redes sociais por julgarem desnecessário ou por já terem uma cartela satisfatória de clientes.</p>
<p>Em contrapartida a esses dois posicionamentos, vários teóricos da psicologia social veem as redes como forma de integração e participação social. “O princípio é conhecido há muito tempo e é precisamente a replicação deste fenômeno ao nível de produtos e serviços que as marcas procuram reproduzir através das redes sociais online pelos seus &#8216;embaixadores&#8217; – pessoas selecionadas para demonstrar e transmitir os princípios da uma marca de forma a disseminá-los pela sua rede de contatos. Estes são também dados que interessam a organismos públicos para planejar iniciativas de alteração de comportamentos”, define Jonah Lehrer na <a href="http://www.wired.com/medtech/health/magazine/17-10/ff_christakis" target="_blank">Wired</a>.</p>
<p>A <a href="http://www.amcham.com.br/" target="_blank">Amcham</a>, por sua vez, divulgou um estudo feito junto a executivos de marketing de empresas associadas, que indica que 96% já reconhecem as redes sociais como importante canal fomentador de negócios e que 65% planejam aumentar as ações e verbas destinadas a essas ferramentas em 2012. Outros 31% dizem que manterão os aportes no nível deste ano.</p>
<p>O reconhecimento ainda é um tabu para os “não usuários”. Entretanto, cada vez mais os especialistas estão percebendo que não se trata de uma rede de tecnologia, mas de relacionamento, e que não usar é quase impossível. As crianças que nascem hoje, não sabem o que é viver sem essa forma de relacionar, assim como muitos de nós não sabem o que é viver sem luz. Isolamento, egoísmo, egocentrismo, narcisismo são problemas sociais existentes independentemente das redes virtuais. Será que através delas esses problemas não estão apenas tornando-se expostos?</p>
<p>Quanto as empresas conservadoras, o caminho é irreversível. Estamos cada vez mais perto do “ou se relaciona onde os clientes estão ou não se relaciona”.</p>
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