23 de junho de 2010
Silvia Zampar

Calendário diferente para a Cia. Atlética

Calendário bem legal esse feito para a Cia. Atlética, onde foram sobrepostas imagens “vazadas” (recortadas), sendo que foram colocadas folhas com cores intercaladas, para se perceber que mês a mês a figura vai ficando mais magra e ganhando mais massa corporal.

Via Ads of the World

23 de junho de 2010
Silvia Zampar

Super Intervenção Urbana para Coca-Cola em Joanesburgo

Foi construído em Joanesburgo, aproveitando-se de todo o movimento gerado pela Copa do Mundo, um boneco gigante, com 16,5 metros de altura, para o qual foram utilizados 2.500 caixas de Coca-Cola.

Não dá pra passar desapercebido, não é mesmo?

Via CTRL+PELS

22 de junho de 2010
Rick Benetti

Teste a usabilidade do seu site

Teste de usabilidade é algo que deveríamos fazer sempre em todos os nossos sites produzidos. Alguns dizem que 5 pessoas comuns, sem muitas habilidades com internet, seriam suficientes para encontrar até 85% dos erros na grande maioria dos sites, mas algumas vezes é difícil encontrar essas 5 pessoas diferentes para ter esse resultado…

Por isso trago hoje pra vocês dois sites que fazem isso: Testeusabilidade.com.br e UsabilityTest.com. Confira abaixo as particularidades de cada um:

No site testeusabilidade.com.br você cadastra o seu site e receberá a opinião de muitas pessoas, em outras vezes poucas opiniões, mas é um jeito novo de testar, pois você não conhece as pessoas, sendo que o processo de avaliação não é somente uma nota simples é requerida uma análise de eficiência do site: como acessar rapidamente uma busca ou notícia, acuracidade, verificar quantos erros foram cometidos na navegação, recall pra saber quanto tempo a pessoa ficou navegando, quanto tempo ela permaneceu inativa e resposta emocional (saber se é algo que as pessoas recomendariam).

Apesar de ser baseado na opinião de outras pessoas é já uma boa forma de você analisar o que fez.

Já no site UsabilityTest.com a forma de avaliação é diferente. Você terá um painel administrativo para adicionar seu site e acompanhar as métricas dos testes, podendo visualizar vídeos dos visitantes ao navegarem pelo seu site, acompanhar áreas mais clicadas e, assim, mapear o que faltava para você saber da usabilidade do site que está produzindo.

Estas duas ferramentas servem para a mesma coisa, mas são diferentes, já que o intuito é testar a usabilidade do seu site, no sentido de avaliar se o que você está fazendo é fácil de acessar, encontrar e se vende o que está sendo exposto, mas as metodologias e sistemas mudam o que poderá gerar resultados diferente. Cabe a você testar e ver o que irá lhe parecer melhor ou poderá até utilizar os dois juntos.

22 de junho de 2010
Silvia Zampar

Anúncio para Novo Uno e a Bandeira do Brasil

Vi na revista Época dessa semana e não resisti, tinha que publicar, pois achei belíssimo esse anúncio (como tem sido toda a campanha para esse novo Uno):

22 de junho de 2010
Silvia Zampar

TÍTULO em propaganda TEM PONTUAÇÃO

Eu não sei exatamente o que aconteceu, ou quando isso começou a acontecer, que publicitários e designers passaram a não utilizar pontuação em seus títulos em anúncios e peças publicitárias.

Eu até tenho uma suposição de como esse erro começou a acontecer… Acredito que isso se deu por observação, ou seja, publicitários e designers, principalmente os que gostam da parte de “redação” da área, antes de trabalharem nessas profissões já eram leitores de jornais, sendo que nesses veículos acostumaram-se a ver as chamadas para as notícias (capa e/ou títulos das matérias) grafadas sem pontuação.

Entretanto somente no segmento jornalístico isso é usual, ou seja, estes não devem ser grafados utilizando-se pontuações. Textos publicitários são pontuados (inclusive os títulos).

A pontuação ajuda a dar a leitura correta, podendo introduzir o leitor em um suspense, uma indagação, afirmação, ou seja, conforme a pontuação que se utilize, conseguimos dar a ênfase correta à frase criada.

Confira em alguns bons exemplos:

Note como aqui teríamos diferentes leituras, conforme a pontuação que fosse utilizada:

  • Não se mexa. = temos um título com uma frase que informa, tranquila;
  • Não se mexa! = seria uma ordem, impositiva;
  • Não se mexa… = dá a impressão de continuidade, faz o leitor esperar um complemento (portanto, esse complemento tem que ser dado, nada de usar reticências aleatoriamente);
  • Não se mexa? = esta é uma pergunta, uma indagação que se feita, que tem que ser respondida pelo próprio anúncio;
  • Não! Se mexa. = aqui a frase muda seu sentido, onde primeiro se enfatiza “Não!”, depois complementa “Se mexa.”, ou seja, faz com que paremos em uma ação, pela negativa, em seguida recebemos a ordem para nos mexer); ou
  • Não, se mexa! = aqui a vírgula faz com que a leitura seja invertida, como no exemplo acima, mas sem tanta ênfase na negativa. 

Aliás, a vírgula pode mudar muito em uma frase, portanto cuidado ao usá-la. Recomendo a leitura do anúncio “A vírgula”, que mostra bem isso (e numa próxima ocasião tratarei da vírgula).

Atenção: aquela história de usar 2 ou 3 exclamações no final de um título é errado, desnecessário e, na maioria das vezes, deixa clara a inexperiência do profissional que fez a arte / redigiu o texto (geralmente quem não tem muita experiência, nem com artes ou texto, que acha que pra dar ênfase é necessário recorrer a várias exclamações).

22 de junho de 2010
Silvia Zampar

Novo colunista: Roberto Marchesoni

TuDiBão tem novo integrante chegando: Roberto Marchesoni.

Esse grande amigo meu começa a escrever todas as 4as. feiras, abordando assuntos ligados a Processos e Artes Gráficas.

Pra não pensarem que ele só foi convidado a fazer parte da equipe por ser meu amigo (seria injusto – rs), preciso contar que o Roberto tem um longo histórico no ramo gráfico, que já soma mais de 30 anos de experiência, com passagens por importantes gráficas da cidade, até que em 1988 ele e mais dois amigos (o Edson e o Paulo) abriram sua gráfica própria, a Gráfica Visão, depois de alguns anos montaram a DV3 Fotolitos, para resolver também alguns problemas de pré impressão, como fotolitos e provas.

Conheço o Roberto desde que comecei a trabalhar com Agência de Propaganda aqui em Jundiaí (isso já está fazendo uns 15 anos), sendo que o ele é daquelas pessoas sempre pacientes para lidar com quem está começando, ajudando-nos a entender o processo (ah, como é importante entender, pra raciocinar e tomar decisões, não caindo em erros perigosos), ensinando a gente a respeito de papéis, formatos, tipos, aproveitamento, fotolito…

Pronto, tá ai porque achei que o Roberto era perfeito pra esse espaço que pensei em criar no TuDiBão, onde falaremos toda semana um pouco mais sobre dicas, truques e quebra galhos dentro da área gráfica, afinal de contas, é fundamental aprender como tudo funciona para poder oferecer a melhor solução para o cliente, dentro da verba que ele dispõe e, o que é melhor, conseguindo impressioná-lo com inovação e qualidade.

Contatos com o Roberto Marchesoni:

Espero que gostem de todo o conteúdo que o Roberto irá trazer pra nós e, mais que isso, que deixem bastante comentários dizendo se gostaram, deixando perguntas e sugestões para postagens futuras.

E pra começar, deixem comentários de boas vindas ai embaixo (vamos mostrar que a galera TuDiBão é boa mesmo – rs)

22 de junho de 2010
Silvia Zampar

Ter blog exige paciência e bom humor…

Há pouco tempo fiz um desabafo aqui no blog a respeito de alguns absurdos que acontecem com quem mantém um blog, quando recebemos emails sem nexo, com críticas ou reclamações estapafúrdias, na maioria das vezes dirigidas não a nós, blogueiros, mas à empresa que eles se revoltaram e viram algo que veiculamos, pedidos estranhos, enfim…

Na ocasião fiz um relato só em tom de desabafo, contando algumas dessas coisas estranhas que acontecem, mais até para que os leitores tivessem uma ideia, ou até rissem um pouco, mas não quis mostrar nenhum exemplo prático, mas depois de receber um certo e-mail, eu não resisti.

Segue abaixo o e-mail que recebi nesse fim de semana (apaguei o endereço do e-mail da pessoa, mas só isso, o resto está intacto)… Vejam o e-mail e “tentem” ler:

Recebi exatamente assim, sem mais nada que viesse antes ou depois, sem nenhuma explicação…

Você entendeu alguma coisa? Aliás, conseguiu ler? Em primeiro lugar é impossível acreditar que isso tem sido escrito, de fato, por alguém com 19 anos, como essa Anne diz ter, com tantos erros, sem coerência alguma…

Ok, talvez você esteja me perguntando: mas tem certeza que o e-mail era para você e que atem ligação com o blog? Sim, pois tenho várias contas de e-mail, que separo para os vários usos, sendo essa exclusiva e divulgada no blog. Mais que isso, pelas palavras desconexas, só o que pude perceber é que a pessoa fala de uma promoção do Mc Donalds, dos agarradinhos, sendo que fiz uma divulgação dessa promoção deles no ano passado, ficando claro que a pessoa viu a postagem aqui e achou que ao me mandar um e-mail estivesse se comunicando com alguém ligado à empresa que pudesse ajudá-la a conseguir um agarradinho, levando a promoção a Sorocaba (ou algo assim – rs).

Pois é, como diz um amigo meu: isso é culpa da maldita inclusão digital – hahahaha. Tem o lado bom, mas… francamente…

21 de junho de 2010
Silvia Zampar

Comercial para o GRAACC

Mensagem passada de forma doce e clara pela DM9DDB

21 de junho de 2010
Silvia Zampar

Campanha Xbox: Dark is Deadly

Gostei muito das artes desses anúncios, criados pela MacLaren McCann do Canadá para divulgar o lançamento de um novo game. Feitos somente em escala de cinza, para dar o tom de medo que era necessário:

Além dos anúncios, a campanha conta ainda com peças de mídia exterior, como a empena (publicidade em paredões) e o abrigo de ônibus (peça de mobiliário urbano), onde conseguiram criar através de efeito de luz, a mesma imagem de um dos anúncios:

Via Ads of the World

21 de junho de 2010
Denise Faria

O que temos a ver com a sustentabilidade de nossos clientes?

A palavra está na moda e no dia a dia de muitas empresas. Como profissional de comunicação você precisa entender o conceito, seus desdobramentos e saber como ele afeta o seu trabalho.

Segundo Hélio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, sustentabilidade é a característica de um sistema que responde às necessidades do presente, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de responder às suas necessidades.

Em linhas gerais, isso quer dizer que os negócios de hoje precisam ser pensados levando-se em consideração aspectos econômicos, sociais e ambientais que garantam sua continuidade no futuro. Por isso, hoje é um tema estratégico para as empresas, pois gera valor econômico para os negócios e impacta sua reputação, imagem e marca (principalmente com a rapidez com que as mídias sociais apoiam ou condenam atitudes).

As empresas de comunicação, que por sua atuação precisam estar sempre atualizadas e preparadas para lidar com grandes temas como esse, devem saber como avaliar a atuação de seus clientes quanto à sustentabilidade e estarem aptas a informar, envolver e sensibilizar consumidores, funcionários, fornecedores, comunidades e toda a sociedade em torno de seus princípios, valores e práticas.

Como empresas, as agências também devem buscar formas mais sustentáveis de conduzir seus negócios em toda a cadeia em que atuam, seja valorizando contratos com clientes que adotam políticas consistentes de sustentabilidade, seja modificando processos internos de gestão de pessoas e materiais, adotando práticas sustentáveis, buscando no mercado fornecedores que também tenham essa preocupação (gráficas, empresas de embalagens e brindes, etc.).

E tenha sempre em mente: a continuidade dos negócios de seus clientes afeta diretamente a continuidade do seu!

Para saber mais sobre o assunto: