19 de dezembro de 2011
Silvia Zampar

Livro: “Buzz Marketing – A Era do Marketing Viral”

O livro que trago como dica hoje foi escrito por Marian Salzman, Ira Matathia e Ann O’Reilly, três bem-sucedidos especialistas mundiais deste segmento surgido com o boom do advento da Internet.

Nesta publicação as autoras revelam como funciona o ‘buzz‘, trazendo fórmulas altamente eficazes que empregaram para provocar alarido em torno de grandes marcas, o modo mais barato e eficiente de colocar o nome da sua marca na boca de todos e transformar consumidores potenciais em compradores reais.

Ficha Técnica:

E para quem é aluno dos cursos de Comunicação, a leitura e fichamento dessa publicação poderá ser válida para sua Atividade Complementar.

19 de dezembro de 2011
Silvia Zampar

Comercial “Com que Brahma eu vou”

Novo filme para a Brahma, criado pela Agência África, que apresenta os vários tipos de Brahma: garrafa, litrão, latinha, latão e Brahma Fresh.

No roteiro… mais do mesmo (de sempre): praia, sol, mulher gostosa de biquíni, gente feliz… Ai ai…

18 de dezembro de 2011
Silvia Zampar

Campanha da OI: “Zoadores Ilimitados”

Apresento, para quem ainda não viu, o comercial para divulgar o plano OI Cartão Ilimitado:

Acho um péssimo exemplo mostrar pessoas (adultos, ainda por cima) passando trote! Não consigo rir disso… E também não achei que ajudou muito a mostrar a vantagem do plano.

17 de dezembro de 2011
Silvia Zampar

Anúncio para Sustrans utiliza com placa com pictogramas

Achei essa campanha bem diferente e interessante, criada pela agência Bray Leino, do Reino Unido, para a Sustrans, uma organização que tem como finalidade conscientizar e motivar as pessoas a utilizarem trasportes e se locomoverem de formas mais saudáveis, limpas e baratas.

No rodapé do anúncio (abaixo do logo) podemos ler o slogan “Junte-se ao movimento”.

16 de dezembro de 2011
Silvia Zampar

Frase da Semana: “O jogo continua”

16 de dezembro de 2011
Silvia Zampar

Fale com a pessoa certa!

Os quadrinhos de humor do De(ath)sing que divulgo aqui no blog às 6as. feiras são criação do ilustrador, produtor e designer Marcos Cintra, que gentilmente permitiu que publicássemos.

16 de dezembro de 2011
Cínthia Demaria

Nem de trenó, nem de para quedas. O Papai Noel chegou pelas redes sociais.

A criatividade está solta nesse Natal.

Com o crescimento do e-commerce (comércio eletrônico) e a confiança dos internautas em comprar pela internet, ganha mais quem conseguir oferecer o melhor serviço para os usuários das redes sociais. Mais do que oferecer descontos ou brindes, muitas campanhas sugerem o tipo de presente e até criam a lista que você faria para o Papai Noel, a partir de seus posts publicados durante o ano.

Abaixo, algumas campanhas criativas que já estão envolvendo os internautas pela interatividade com as suas marcas neste Natal:

http://santaclout.atmosphereproximity.com/

Você foi um bom menino em 2011? Para saber se você merece seu presente, a agência Atmosphere Proximity criou o Santa Clout, um Papai Noel via web que, ao conectar sua conta de facebook, calcula se você foi ou não uma criança que fez coisas boas.

http://nataldosamigos.com/

O UNICEF no Brasil lançou neste ano, a campanha Natal dos Amigos. A ação, exclusivamente voltada para a Internet, disponibiliza cartões de natal, que podem ser personalizados pelos internautas com fotos e mensagens e compartilhado nas redes sociais e via e-mail. Quem participar da campanha, criada pela agência Pepper concorrerá a prêmios eletrônicos da Sony, selecionados especialmente pelo Submarino. A ação é feita em parceria com a Pepper Interativa, Submarino, Sony e Espaço/Z, oferecerá cartões de natal personalizados para internautas. 

http://www.arvorenatalbradescoseguros.com.br/

A Bradesco Seguros aposta em inovação e tecnologia para promover a 16ª edição da Árvore de Natal, na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Considerada a maior árvore flutuante do mundo, o projeto este ano traz como tema “Um Presente para a Família Brasileira”, remetendo às celebrações entre familiares.

Neste Natal, a empresa investiu em uma maior interação com o público na internet, que vai além do hotsite oficial. A partir de agora, a Árvore está presente também em cinco redes sociais, Youtube, Twitter, Facebook, Orkut e Foursquare, com conteúdo diferenciado para cada uma delas produzido pela agência Vogg Branded Content.

http://www.natalarcor.com.br/

A fabricante de alimentos Arcor criou um aplicativo de cartões de Natal para o Facebook, que permite o envio de mensagens animadas com neve entre os usuários da rede social. Além disso, fez o tradicional concurso cultural de fim de ano, com o sorteio de cestas de Natal, mas dessa vez aberto para a participação dos seus seguidores do Twitter e fãs do Facebook.

http://www.enoel.com.br/

Já a HP lançou a edição 2.0 do papai noel digital, dessa vez com uma página exclusiva no Facebook para receber pedidos de Natal dos clientes que são sorteados em programas diários transmitidos pela internet de segunda a sexta-feira, das 17h30 às 19 horas. Chamado de E-noel, o bom velhinho na verdade aparece na rede como um descolado e bem humorado jovem.

Por trás de grandes campanhas está o reconhecimento do público e o retorno pela satisfação do serviço “extra” oferecido pelas empresas criativas, que desenvolvem aplicativos ou simplesmente ajudam nas compras de natal. Já faz tempo que promoção por preço baixo deixou de existir por si só. Faz bem quem se apropria da carimbada imagem do bom velinho para conquistar “adeptos”.

16 de dezembro de 2011
Silvia Zampar

Anúncios pela luta contra o câncer de mama para a ALCC

Belíssimos anúncios criados pela agência DDB, de Maputo no Moçambique, com ilustrações de Maísa Chaves, para a ALCC – Associação de Luta Contra o Câncer.

O texto diz:

“Ninguém está imune ao câncer de mama. 
Quando falamos em câncer de mama, não há mulheres ou supermulheres. Todo mundo tem que fazer o auto-exame mensal. Lutar conosco contra o inimigo e, quando em dúvida, converse com seu médico.”

15 de dezembro de 2011
Rudinei Modezejewski

Tereza Cristina fechou o Le Velmont. E agora, quem fica com a marca?

René e Tereza Cristina frente a frente

Tereza Cristina diz a René que irá fechar o Le Velmont

Dizem que a vida imita a arte (também dizem o contrário), mas é fato que as novelas têm tratado (até agora) o tema das marcas (e patentes) com uma licença poética exagerada e, com isso, trazendo informações equivocadas para os telespectadores. A primeira vez que notei isso claramente foi na novela Senhora do Destino, em que José Mayer interpretava o jornalista Dirceu de Castro, cujo sonho era reabrir o jornal onde iniciara sua carreira de jornalista, o renomado Diário de Notícias.

Na época o tema foi tratado com displicência e algumas informações equivocadas foram passadas ao público, como, por exemplo, de que a Maria Guilhermina Medeiros, filha da fundadora do jornal Josefa Medeiros Duarte Pinto (ambas interpretadas por Marília Gabriela) teria possibilidade de impedí-lo de usar a marca, visto que ela havia abandonado o registro que teria sido extindo (cancelado) por falta de pagamento de algumas taxas, como mencionou o próprio Dirceu de Castro. Na vida real ele simplesmente registraria a marca e não haveria possibilidade dela impedí-lo ou prejudicá-lo.

Aliás, hoje, “Diário de Notícias” é marca registrada da Globo, através de sua empresa de licenciamentos a GML Licenciamentos Ltda. (leia-se “Globo Marcas”) e, não sei se notaram, mas a repórter safada que foi assassinada na novela das 21h – Fina Estampa – era justamente repórter do Diário de Notícias, ou seja, a Globo parece estar tomando cuidado para integrar marcas e mantê-las vivas na memória dos telespectadores, isso também deve estar poupando um belo investimento em registros de marcas, imagine se continuassem criando um nome novo para o jornal “da novela” cada vez que muda a própria novela?

Mas e o Le Velmont?
E o que isso tem a ver com o TuDiBão?

Explico:
A situação hipotética criada na novela é um excelente case para discutir casos similares da vida real, quando há um sobrenome envolvido e considerando que a maioria das empresas brasileiras é de origem familiar, inclusive as gigantes Gerdau, Safra, Camargo Correa, Prosdócimo, Rosset, Pinheiro Neto e centenas de outras marcas nacionais super conhecidas.

Vamos ao caso:
Tereza Cristina é (na novela) a única proprietária do restaurante que tem como MARCA o sobrenome de seu marido, o chefe de cozinha René Velmont, o restaurante chama-se Le Velmont (O Velmont, em francês). Trazendo para a vida real, se a marca estiver REGISTRADA em nome da empresa ela poderá impedir René (o dono do sobrenome) de usar esta marca!

Você deve estar pensando:
“Isso é um absurdo, a pessoa não poder usar seu próprio nome como marca! Isso é ridículo!”

Ok, mas não foi isso que eu disse… Eu falei que ele não poderá usar a marca Le Velmont, porém, seu nome de registro (de batismo, se preferir) na trama das 21h é “René Velmont”, então ninguém poderá impedi-lo de usar (e registrar) René Velmont para restaurante.

Claro que se houver um homônimo (pessoa com o mesmo nome) que já tenha esse registro, ele vai ter que “ir dar expediente” no “Tempero da Celeste” (outro restaurante da novela).

Aliás, a Globo tem caprichado nos nomes dos restaurantes, quem não lembra do famoso Frigideira Carioca, do Marcelo Antony (ou melhor, do Cássio – da novela Paraíso Tropical). Até hoje a GML está brigando no INPI para conseguir essa marca e, pelo que vi, terão sucesso.

Com essa eu acho que a partir de agora você vai olhar diferente para as novelas, não é mesmo? Então até o proximo capítulo.

15 de dezembro de 2011
Silvia Zampar

Comercial do McDonald’s menosprezando o Burger King

Quero mostrar para vocês esse comercial, que foi feito pela agência DDB Tribal, para o McDonald’s da Alemanha (depois faço meus comentários):

Uma pergunta que sempre ouvi de meus alunos foi a de “porque no Brasil não é comum vermos propagandas comparativas (entre marcas) ou citando a concorrência”.

A resposta não é única:

  • As leis de marca brasileira não permitem que se use as outras marcas (concorrentes ou não) indevidamente;
  • As normas que regem a propaganda também protege empresas e marcas de serem expostas ao ridículo por seus concorrentes; e
  • É constatado que o brasileiro não gosta de comparações, chegando, muitas vezes, a tomar as dores do concorrente que está sendo “cutucado” e, até, passando a comprar mais deste, por pena e apoio.

Bem, por todos esses motivos, eu, como publicitária, não faria um comercial comparativo, muito menos para ridicularizar um concorrente – acho que se fortalece uma marca falando de suas próprias vantagens/diferenciais e não falando dos outros.

Mas deixe-me, agora, falar especificamente sobre esse comercial apresentado acima, que eu não gostei!

  1. Primeiramente achei absurdo mostrar uma criança se alimentando todo dia com lanche do McDonald’s. E o problema mundial da obesidade infantil, doenças causadas por esta como diabetes, colesterol alto? Será que, culturalmente, isso não “pega mal” lá na Alemanha?
  2. Também não gosto dessa história de crianças maiores “roubando” uma criança menor (aliás, e cadê os responsáveis pelo menininho?).
  3. Não sei qual o posicionamento das duas marcas lá na Alemanha, mas aqui no Brasil, com certeza, o lanche do Burger King não seria desprezado por comilões (eu, particularmente, até prefiro).
  4. Comprovando a constatação de que brasileiro não gosta de ridicularizações de concorrentes, se eu visse essa propaganda passaria a comprar mais Burger King e a boicotar o McDonald’s, por considerar a atitude dele arrogante.

Criativo? Talvez. Mas isso só me prova que nem sempre criatividade é o mais importante para passar uma mensagem e conseguir atingir o objetivo principal (nesse caso: vender mais e fortalecer a marca).

E você, o que achou do comercial e o que pensa de tudo isso?