Os 5 Piores Filmes de Super-Heróis
E ai, pessoal, tudo na boa? Vou estrear aqui um tipo de post que se os leitores gostarem eu pretendo fazer vários: Listas!
Pra começar, eu fiquei inspirada com a quantidade de filmes de super-heróis que estão pra ser lançados nos próximos 2 anos, olha só: “Thor”, “Capitão América”, “Os Vingadores”, “Lanterna Verde” e quem sabe até “A Liga Da Justiça” – é super-herói que não acaba!
Então eu vou dar a minha opinião sobre os 5 melhores e os 5 piores filmes do gênero já produzidos. Mas já aviso que vocês devem considerar a idade de quem vos escreve, por isso eu resolvi me manter mais no terreno que eu conheço e falar de filmes mais novos! Além disso pode ser que você descorde de mim, então comente, ok?
Nesse post aqui eu vou falar sobre os piores, mas você também pode ler sobre os melhores aqui no blog na semana que vem (já está no ar), ok?
5º – “Homem Aranha 3“: Ok, talvez a presença desse daqui deixe muita gente enfurecida, mas o filme é bem mais fraco que os dois anteriores e o fato de os roteiristas terem colocado 3 vilões só comprova que eles não conseguiam pensar em um bom roteiro com um vilão só. E olha que um desses vilões é o ótimo Venon, que no longa é toscamente representado pelo magrelo Topher Grace (fala sério, ele tem a ver com a montanha de músculos da HQ?). Colocaram vários personagens do mundo do Homem Aranha no liquidificador, bateram tudo e saiu isso aí.

4º – “Motoqueiro Fantasma“: Os caras da Marvel provavelmente estão devendo uma grana pro Mark Steven Johnson ou não seria possível alguém deixar ele dirigir outro filme de super-herói depois de “Demolidor” e “Elektra”, mas aqui está ele novamente! Os erros no filme começam com a escolha do elenco: o que tem a ver Nicolas Cage no papel do Motoqueiro? Alguém sinceramente pensou que isso fosse dar certo?

3º - “Demolidor“: Pra começo de conversa, eu já acho um super-herói cego uma ideia completamente ridícula, então não consigo imaginar por que alguém escolheria uma HQ dessas pra se basear para fazer um filme. De qualquer forma a única coisa que fez com que eu terminasse de assistir o filme foi a covinha no queixo do Ben Affleck.

2º – “Elektra“: Se ela já não foi aquela maravilha em “Demolidor”, imagina em um filme só dela! E ainda por cima os produtores resolvem tentar desvincular completamente ela do Demolidor. Consegue imaginar a catástrofe? Tudo bem, a Jennifer Garner está muito gata, como sempre, mas ainda assim não vale a pena!

1º- “Mulher Gato“: Esse é o tipo de filme que me faz ter certeza de que tem muito ator por aí que não lê o roteiro antes de aceitar o papel: que “diabos” Halle Berry está fazendo num filme desses? A resposta deve ter ligação com muuuiita grana! Não tem nada a ver com a Mulher Gato da HQ! Péssimo roteiro, péssimas atuações… Completamente dispensável!
E aí?! Hoje eu vou falar sobre o filme “Meu Malvado Favorito”, que entrou em cartaz na sexta feira dia 07 de agosto nos cinemas brasileiros e liderou a bilheteria nacional no fim de semana de estreia, desbancando (injustamente) o maravilhoso “A Origem” (se você ainda não leu o meu post anterior sobre o filme de Nolan, leia
óbvia e cansativa quando entram na história três órfãs que são adotadas por Gru como parte de seu plano malévolo. Não me leve a mal, as três são uma fofura e ditam muito bem o ritmo do filme, mas assim que elas são adotadas pelo vilão fica completamente óbvio qual será o final do filme, e foi mais ou menos nesse ponto que a diversão se tornou tédio para mim.
Esse primeiro projeto da novata Illumination Entertainment – produtora fundada por Christopher Meledandri, criador e ex-presidente da 20th Century Fox Animation – merece crédito por sua ousadia, afinal ninguém espera que se coloque um supervilão como personagem principal de um filme de animação. E eles fazem isso muito bem até! De uma forma a ajudar as crianças a tirarem um pouco da visão de mundo dividido entre “bem e mal” e sem dar mau exemplo.

DOCUMENTÁRIO - Em 1896 os Lumière equipam alguns fotógrafos com aparelhos cinematográficos e os enviam para vários países, com a incumbência de trazer novas imagens e também exibir as que levam de Paris. Os caçadores de imagens, como são chamados, colocam suas câmeras fixas num determinado lugar e registram o que está na frente. A Inglaterra, o México, Veneza, a cidade dos Doges passam a integrar o repertório dos Lumière. Coroação do Czar Nicolau II, filmado em Moscou, é considerado a primeira reportagem cinematográfica.
FICÇÃO - Os rudimentos da narração e da montagem artística são desenvolvidos pelo americano Edwin Porter, em 1902, em Vida de um bombeiro americano, e consolidados, um ano mais tarde, com O grande roubo do trem, o primeiro grande clássico do cinema americano. O filme inaugura o western e marca o começo da indústria cinematográfica. Despontam, então, dois grandes nomes dos primórdios do cinema: Georges Méliès e David Griffith.
COMÉDIA - Baseada na sátira de pequenas cenas do cotidiano, a comédia americana dos anos 20 privilegia lugares, situações e objetos que retratam a vida urbana e a “civilização das máquinas”. Recorre com freqüência ao “pastelão” e ganha impulso com o produtor e diretor americano Mack Sennett. Destacam-se os tipos desenvolvidos por Ben Turpin, Buster Keaton, Harold Lloyd e Charles Chaplin.
MUSICAL - Surge em Hollywood na década de 30 e se caracteriza por roteiros musicais que mesclam danças, cantos e músicas. No início de filmes falados, os musicais sofrem grande influência do teatro. O filme que definitivamente estabelece o gênero é Broadway melody, em 1929, de Harry Beaumont. Seu êxito provoca uma onda de filmes que rapidamente se tornam populares, como Caçadoras de ouro, A canção do deserto e O rei do jazz. Voando para o Rio, de 1933, projeta Fred Astaire e Ginger Rogers. Gene Kelly (Diário de um homem casado), Rita Hayworth (O protegido do papai) e Judy Garland (O mágico de Oz) também ganham notoriedade.
WESTERN - Gênero específico americano, o western (faroeste) explora marcos histórico, como a Conquista do Oeste, a Guerra de Secessão e o combate contra os índios. Cenas de ação e aventura envolvem caubóis e xerifes. Em 1932 inicia-se uma grande produção de westerns, onde o caubói é também cantor, como Gene Altera e Roy Rogers. Em 1935, Cecil B. de Mille produz Jornadas heroicas. Em 1939, com No tempo das diligências, John Ford abre o ciclo de produções com grandes diretores e astros, onde se destacam também King Vidor (Duelo ao sol) e Henry King (Jesse James).
Ontem dei a dica do
anças (eu me lembrei de quase todos – rs).
É aplicada com máquina e calor para aderir ao papel utilizado.
