15 de agosto de 2010
Gabi Zampar

Os 5 Piores Filmes de Super-Heróis

E ai, pessoal, tudo na boa? Vou estrear aqui um tipo de post que se os leitores gostarem eu pretendo fazer vários: Listas!

Pra começar, eu fiquei inspirada com a quantidade de filmes de super-heróis que estão pra ser lançados nos próximos 2 anos, olha só: “Thor”, “Capitão América”, “Os Vingadores”, “Lanterna Verde” e quem sabe até “A Liga Da Justiça” – é super-herói que não acaba!

Então eu vou dar a minha opinião sobre os 5 melhores e os 5 piores filmes do gênero já produzidos. Mas já aviso que vocês devem considerar a idade de quem vos escreve, por isso eu resolvi me manter mais no terreno que eu conheço e falar de filmes mais novos! Além disso pode ser que você descorde de mim, então comente, ok?

Nesse post aqui eu vou falar sobre os piores, mas você também pode ler sobre os melhores aqui no blog na semana que vem (já está no ar), ok?

5º – “Homem Aranha 3“: Ok,  talvez a presença desse daqui deixe muita gente enfurecida, mas o filme é bem mais fraco que os dois anteriores e o fato de os roteiristas terem colocado 3 vilões só comprova que eles não conseguiam pensar em um bom roteiro com um vilão só. E olha que um desses vilões é o ótimo Venon, que no longa é toscamente representado pelo magrelo Topher Grace (fala sério, ele tem a ver com a montanha de músculos da HQ?). Colocaram vários personagens do mundo do Homem Aranha no liquidificador, bateram tudo e saiu isso aí.


4º – “Motoqueiro Fantasma“: Os caras da Marvel provavelmente estão devendo uma grana pro Mark Steven Johnson ou não seria possível alguém deixar ele dirigir outro filme de super-herói depois de “Demolidor” e “Elektra”, mas aqui está ele novamente! Os erros no filme começam com a escolha do elenco: o que tem a ver Nicolas Cage no papel do Motoqueiro? Alguém sinceramente pensou que isso fosse dar certo?


3º -  “Demolidor“: Pra começo de conversa, eu já acho um super-herói cego uma ideia completamente ridícula, então não consigo imaginar por que alguém escolheria uma HQ dessas pra se basear para fazer um filme. De qualquer forma a única coisa que fez com que eu terminasse de assistir o filme foi a covinha no queixo do Ben Affleck.


2º – “Elektra“: Se ela já não foi aquela maravilha em “Demolidor”, imagina em um filme só dela! E ainda por cima os produtores resolvem tentar desvincular completamente ela do Demolidor. Consegue imaginar a catástrofe?  Tudo bem, a Jennifer Garner está muito gata, como sempre, mas ainda assim não vale a pena!


1º- “Mulher Gato“: Esse é o tipo de filme que me faz ter certeza de que tem muito ator por aí que não lê o roteiro antes de aceitar o papel: que “diabos” Halle Berry está fazendo num filme desses? A resposta deve ter ligação com muuuiita grana! Não tem nada a ver com a Mulher Gato da HQ! Péssimo roteiro, péssimas atuações… Completamente dispensável!

14 de agosto de 2010
Gabi Zampar

“Meu Malvado Favorito” – Divertido e Dispensável

E aí?! Hoje eu vou falar sobre o filme “Meu Malvado Favorito”, que entrou em cartaz na sexta feira dia 07 de agosto nos cinemas brasileiros e liderou a bilheteria nacional no fim de semana de estreia, desbancando (injustamente) o maravilhoso “A Origem” (se você ainda não leu o meu post anterior sobre o filme de Nolan, leia aqui!). Não fosse por isso, eu talvez nem escrevesse sobre essa animação, que deixa muito a desejar, na minha opinião.

O filme conta a história de Gru (dublado pelo comediante Steve Carell), um vilão que está em decadência graças à supremacia de outro supervilão, o jovem Vector (Jason Segel de “Cara, Eu Te Amo”) que acaba de conquistar a façanha de roubar as pirâmides do Egito. Para competir com esse feito, Gru planeja roubar a Lua (isso, mesmo! a Lua!!) com a ajuda de um amigo cientista e seus fiéis ajudantes amarelos, mas por falta de verba ele tem que pedir dinheiro emprestado (acho que os produtores acharam que seria mau exemplo se ele roubasse dinheiro…) a uma espécie de banco dos vilões.

O que até parece uma história interessante, se torna óbvia e cansativa quando entram na história três órfãs que são adotadas por Gru como parte de seu plano malévolo. Não me leve a mal, as três são uma fofura e ditam muito bem o ritmo do filme, mas assim que elas são adotadas pelo vilão fica completamente óbvio qual será o final do filme, e foi mais ou menos nesse ponto que a diversão se tornou tédio para mim.

Mas nem tudo são críticas e eu tenho que elogiar a dublagem de Carell, que cria um sotaque bem interessante para o personagem principal. Além disso é legal ver um filme não-americano de animação fazendo sucesso pelo mundo (o filme tem produção francesa).

Esse primeiro projeto da novata Illumination Entertainment – produtora fundada por Christopher Meledandri, criador e ex-presidente da 20th Century Fox Animation – merece crédito por sua ousadia, afinal ninguém espera que se coloque um supervilão como personagem principal de um filme de animação. E eles fazem isso muito bem até! De uma forma a ajudar as crianças a tirarem um pouco da visão de mundo dividido entre “bem e mal” e sem dar mau exemplo.

É uma boa ideia, mas pecaram na execução. Divertido e bonitinho, mas ainda assim dispensável! Como bem disse Rubens Ewald Filho: “fácil de ver, fácil de esquecer.”

Ficha Técnica: Meu Malvado Favorito (Despicable Me). França/EUA, 2010. Direção de Pierre Coffin e Chris Renaud. Vozes de Steve Carell, Jason Segel, Russell Brand, Julie Andrews, Will Arnett, Kristen Wiig, Danny McBride. Universal. 95 min.

13 de agosto de 2010
Silvia Zampar

Criar sob pressão (não é fácil, não)

É, tem vezes que não é fácil criar com tanta pressão em cima da gente, seja do cliente, do mercado, cumprimento das leis, medo do Conar, Procon…

Cartum do Dorinho, publicado originalmente na Revista PropMark em 19/07/2010:

13 de agosto de 2010
Silvia Zampar

Frase da semana: Aprender é o maior prazer!

13 de agosto de 2010
Mario Mancuso

Desenho de figura humana: Cartoon X Acadêmico

Olá, pessoal! Tudo bem?

Hoje vou falar para vocês sobre um ponto muito discutido em aulas de ilustração: o aprendizado de anatomia quando desejo fazer um estilo cartoon.

Frequentemente aparecem alunos interessados em aprender um desenho voltado a um estilo mais caricato, geralmente dentro do mangá, HQ, caricatura ou cartoon. Apesar destas áreas serem bem distintas entre si, há algo que elas tem em comum: o modo de se aprender anatomia.

Ao contrário do que muita gente acredita, o aprendizado de uma anatomia realista (chamada acadêmica) não é privilégio de quem gosta de desenhar neste estilo. Qualquer desenhista deve aprender a anatomia acadêmica. A lógica é simples: para se distorcer é preciso primeiro aprender o certo.

O grande problema de partir diretamente para um aprendizado no estilo caricato é “viciar” seu trabalho somente neste tipo de traço, ou seja, você somente saberá desenhar no estilo cartoon. Um hora que precisar de um desenho mais realista, a coisa ficará difícil.

Outro ponto é que através do estudo acadêmico compreendemos o funcionamento e encaixe de músculos e ossos, o que facilita bastante a criação de desenhos em determinadas posições. Se você não tiver este estudo ficará sempre a mercê de referências fotográficas e poderá criar posições (ou movimentos) impossíveis de serem executados.

Por último, como criar um personagem com uma anatomia distorcida (um nariz grande, olhos esbugalhados, braços longos, etc) sem conhecer o real?? Percebe como funciona o negócio? – rs

Um desenho, seja qual for, não nasce pronto. É fruto de um estudo e de uma evolução. O processo de estilização de um desenho realista tem de ser cuidadosamente pensado, seguindo um roteiro oriundo do conceito presente. Todos os desenhos que tenham traços caricatos trazem uma razão conceitual de ser.

Abraços e até a próxima semana.

12 de agosto de 2010
Ricardo Del Bianco

Gêneros do Cinema

É bom lembrar que no inicio do cinema não existia ainda uma indústria cinematográfica e que a evolução do cinema passa por um aprendizado e uma adaptação, principalmente com os profissionais que se dedicaram ao cinema nos seus primórdios.

Um exemplo claro passa pelos roteiristas que foram emprestados primeiramente do teatro, imprensa e os historiadores. Por conta destes profissionais é que vamos ter um dos primeiros grandes gêneros de ficção do cinema o “western” ou os filmes de “bang”, onde estes retratavam a historia da colonização americana.

Cada país deu a sua contribuição para o desenvolvimento do cinema. A França iniciou o filme cômico, a Itália o histórico e os EUA (Hollywood) os temas de amor e aventura. Até hoje essa fotografia viva, chamada de sétima arte, emociona corações.

Posteriormente estes gêneros foram catalogados e classificados Para o trabalho prático e teórico do roteiro, precisamos saber quais são essas classificações, para ter uma referência da obra que queremos desenvolver. Contudo, não de¬vemos manter-nos prisioneiros de classificações prévias, nem aplicá-las de uma forma exageradamente estrita. Por outro lado, podemos combinar essas classificações num único roteiro. Como é o caso da tragicomédia ou do melodrama de aventura. Nestes casos, trata-se de uma união, não de uma dispersão.

Seguem aqui os principais gêneros do cinema:

DOCUMENTÁRIO - Em 1896 os Lumière equipam alguns fotógrafos com aparelhos cinematográficos e os enviam para vários países, com a incumbência de trazer novas imagens e também exibir as que levam de Paris. Os caçadores de imagens, como são chamados, colocam suas câmeras fixas num determinado lugar e registram o que está na frente. A Inglaterra, o México, Veneza, a cidade dos Doges passam a integrar o repertório dos Lumière. Coroação do Czar Nicolau II, filmado em Moscou, é considerado a primeira reportagem cinematográfica.

FICÇÃO - Os rudimentos da narração e da montagem artística são desenvolvidos pelo americano Edwin Porter, em 1902, em Vida de um bombeiro americano, e consolidados, um ano mais tarde, com O grande roubo do trem, o primeiro grande clássico do cinema americano. O filme inaugura o western e marca o começo da indústria cinematográfica. Despontam, então, dois grandes nomes dos primórdios do cinema: Georges Méliès e David Griffith.

COMÉDIA - Baseada na sátira de pequenas cenas do cotidiano, a comédia americana dos anos 20 privilegia lugares, situações e objetos que retratam a vida urbana e a “civilização das máquinas”. Recorre com freqüência ao “pastelão” e ganha impulso com o produtor e diretor americano Mack Sennett. Destacam-se os tipos desenvolvidos por Ben Turpin, Buster Keaton, Harold Lloyd e Charles Chaplin.

MUSICAL - Surge em Hollywood na década de 30 e se caracteriza por roteiros musicais que mesclam danças, cantos e músicas. No início de filmes falados, os musicais sofrem grande influência do teatro. O filme que definitivamente estabelece o gênero é Broadway melody, em 1929, de Harry Beaumont. Seu êxito provoca uma onda de filmes que rapidamente se tornam populares, como Caçadoras de ouro, A canção do deserto e O rei do jazz. Voando para o Rio, de 1933, projeta Fred Astaire e Ginger Rogers. Gene Kelly (Diário de um homem casado), Rita Hayworth (O protegido do papai) e Judy Garland (O mágico de Oz) também ganham notoriedade.

WESTERN - Gênero específico americano, o western (faroeste) explora marcos histórico, como a Conquista do Oeste, a Guerra de Secessão e o combate contra os índios. Cenas de ação e aventura envolvem caubóis e xerifes. Em 1932 inicia-se uma grande produção de westerns, onde o caubói é também cantor, como Gene Altera e Roy Rogers. Em 1935, Cecil B. de Mille produz Jornadas heroicas. Em 1939, com No tempo das diligências, John Ford abre o ciclo de produções com grandes diretores e astros, onde se destacam também King Vidor (Duelo ao sol) e Henry King (Jesse James).

TERROR - São várias as tendências dos filmes de terror, que têm em comum o desequilíbrio e a transgressão do real. Em 1931, Drácula e Frankenstein entram em cena. Um ano depois, é a vez de O médico e o monstro, baseado no romance de Robert Louis Stevenson. Em 1933, o gorila King Kong assusta as plateias do mundo inteiro.

POLICIAL - O filme policial surge na França, no começo do século, mas é nos Estados Unidos, a partir da década de 30, que o gênero se firma. Cenários sombrios e escuros, neblina, cenas de crimes e violência envolvem detetives, policiais, aristocratas e belas mulheres. O filme noir – como os franceses o denominaram – logo se impõe como um grande gênero. Destacam-se Howard Hawks (Scarface) e John Huston (Relíquia macabra).

ANIMAÇÃO – O surgimento desse tipo de gênero de filme surge no início do século com o Emile Cohl. O seu auge se deu a 40 ~50 anos atrás e hoje em dia, ele não para de evoluir devida à chegada de novas tecnologias com os computadores gráficos. Os filmes utilizando recursos de animação também não param de evoluir e podemos citar como o exemplo o filme Star Wars Episódio I – A Ameaça fantasma, recentemente lançado, em que mais de 90% das cenas do filme utilizaram a computação gráfica.

12 de agosto de 2010
Silvia Zampar

Os 60 maiores jingles de todos os tempos

Ontem dei a dica do vídeo dos 50 filmes mais geniais de Washington Oliveto e hoje posto mais uma coletânea incrível: os 60 maiores jingles de todos os tempos, que também encontrei no blog JRBarbasa.

Apesar da imagem ai do lado indicar 30, na verdade são 60, pois são duas edições. Segundo o Rubens, autor da postagem no referido blog, a coletânea foi lançada em 2004 também pela extinta revista Flashback (a mesma da coletânea de ontem), sendo que essa revista é um dos projetos da Superinteressante.

Você irá encontrar clássicos inesquecíveis que, com certeza, lhe trarão agradáveis lembranças (eu me lembrei de quase todos – rs).

Para baixar, basta clicar nos links abaixo:

Download Volume 1 / Download Volume 2

Existe ainda um terceiro CD, projeto da mesma revista, com os 20 maiores jingles políticos de todos os tempos.

Interessante notar como a maioria desse jingles são bem atuais (pelo menos eu me lembro de grande parte) e confesso que senti falta de ouvir coisas mais antigas, até o clássico “Varre, varre vassourinha” do Jânio Quadros não está na coletânea. Mas vale pra gente relembrar e aprender um pouco mais a respeito de jingles políticos.

Para baixar, basta clicar no  link ao lado: Download

11 de agosto de 2010
Roberto Marchesoni

Qual a diferença de Laminação e Plastificação

Plastificação: é a aplicação de uma película plastica que dá resistência maior ao produto e protege a impressão.

É aplicada com máquina e calor para aderir ao papel utilizado.

A plastificação é usada em alguns trabalhos muito mais pela proteção do que pela qualidade do acabamento final, uma vez que o plástico, quando deixado ao calor, ele enverga a folha.

Laminação fosca ou brilho: é um material bopp (película de polipropileno), que pode ser fosca ou com brilho, dependendo do acabamento que se queira dar ao material. Pode ser aplicada em materiais que terão contato com produtos alimentícios.

A laminação brilho dá proteção e destaque ao material e a laminação fosca dá proteção e um acabamento aveludado mesmo. Esse tipo de acabamento não enruga ou enverga no calor, e confere um aspecto de maior valor e refinamento ao material impresso.

Plastificação deveria ser usada só para proteção e Laminação para acabamentos especias.

11 de agosto de 2010
Silvia Zampar

Os 50 filmes mais geniais de Washington Oliveto

Encontrei outro dia no blog JRBarbasa um vídeo com comerciais de Washington Oliveto, sendo que essa coletânea foi feita pela extinta revista Flashback, que distribuiu um DVD com a obra junto com sua 5ª edição.

Trata-se de um material nostálgico, com uma coletânea que traz muitos comerciais antigos, alguns dos quais eu nem havia visto, mas todos muito bons. Apesar dos parcos recursos visuais ou técnicos desses tempos remotos, podemos observar peças muito criatividades e de bom gosto (tá, tem coisas bizarras também, mas vale a pena conferir – rs).

O autor da postagem, o Rubens, que tem um DVD desses originais, disponibilizou para download o material dividido em 4 partes, pois o vídeo completo tem 400Mb.

Basta clicar nos links abaixo, baixar as 4 partes (estão compactados em WinRar), colocar todas numa mesma pasta e quando se clica no primeiro vídeo para assistir todos os demais abrirão na sequência. Atenção: todos os 4 arquivos são necessários.

Download parte 1 / Download parte 2 / Download parte 3 / Download parte 4

Depois de assistir tudo eu fiquei com a sensação que já não se fazem mais comerciais como antes… Havia muito mais sensibilidade, sofisticação, emoção… Pelo menos nessa coletânea não se vê apelo (sexual ou do humor fácil), havia uma busca em envolver o telespectador sentimentalmente com o produto/serviço… Eu gosto disso!

Assista e depois diga o que você achou e se concorda comigo.

11 de agosto de 2010
Silvia Zampar

Projeção 3D em edifício para TV 3D Samsung

Ontem mostrei o comercial para a TV 3D  Panasonic, aproveito para mostrar essa fantástica Intervenção Urbana feita para divulgar o televisor 3D da Samsung.

A dica desse filme veio do nosso querido Gian Garcia