23 de agosto de 2010
Silvia Zampar

Música no útero

Amei esses anúncios feitos pela agência Euro RSCG, de Praga, na República Tcheca, para a Orquestra Filarmônica da cidade. Penso que deve ser uma frase equivalente à nossa “música na veia”.

Confesso que se eu fosse fazer essa arte final eu só espelharia a imagem, deixando-as à esquerda e o texto mais à direita, o que me parece uma visualização mais positiva para a arte (essa me da a impressão de estar “de costas”).

Via Ads of the World

22 de agosto de 2010
Silvia Zampar

Comercial Fiat Idea = Inversão de Papéis

Interessante esse novo comercial para o Fiat Idea, onde temos uma clara inversão de papéis dentro de uma família:

22 de agosto de 2010
Gabi Zampar

Os 5 Melhores Filmes de Super-Heróis

Como eu já escrevi na semana passada, eu estou elegendo os 5 melhores e os 5 piores filmes de super-heróis na minha opinião. Já falei sobre os piores, então agora vamos falar de coisa boa! (Em tempo, dada a pouca idade dessa autora, a lista conta apenas com os filmes mais recentes, que são os que pude assistir e posso falar).

Os 5 melhores pra mim são:



5º – “Homem Aranha 2″: Já que o terceiro filme está na minha lista dos piores, nada mais justo do que esse estar entre os melhores. Se o primeiro filme ja tinha sido ótimo, tudo o que faltava para ficar perfeito era um vilão decente, e aqui está ele, o genial Dr. Octopus!


4º – “Batman Begins”: O diretor Christopher Nolan mandou muito bem nesse filme que conta o início da história de Batman. Christian Bale foi a melhor escolha possível para viver o morcego nas telas e fez isso beirando a perfeição. Fantástica forma garantir continuidade para um filme.


3º – “Os Incríveis”: Sou Pixar desde pequena (literalmente!), então não podia faltar uma animação deles nessa lista! Temos que tirar o chapéu pros caras, afinal quem conseguiria equilibrar melhor ação, diversão e dinâmica de família do que a genial equipe da Pixar? Terceira posição pro Senhor Incrível e sua família!


2º – “Homem De Ferro”: Se Bale “beirou a perfeição” em “Batman”, Robert Downey Jr conseguiu atingi-la em “Homem de Ferro”! Não esperava nada em um filme baseado em um super-herói tão pouco conhecido, e me surpreendi de forma muito boa com esse filme. Ótimo desenvolvimento da história e ótimas atuações, sem falar na trilha sonora bem rock’n roll que ajuda a criar o clima perfeito.


1º – “Batman: O Cavaleiro Das Trevas”: Juro que se a academia não desse aquele Oscar de melhor ator coadjuvante para Heath Ledger eu desistia de fazer cinema na faculdade! Bom, talvez não, mas a estatueta foi merecidíssima, afinal deixar Jack Nicholson para trás não é para qualquer um, pena que Ledger não recebeu ela em vida. O filme é simplesmente genial, quer prova maior do que o fato de Nolan ter conseguido financiamento para um filme tão arriscado quanto “A Origem”? Primeiro lugar mais do que justo!


Volto a dizer que a minha opinião pode ser totalmente oposta à sua, então por favor comente e deixe sua opinião! Só sejam educados, ok? Afinal o TuDiBão é um site de família gente! Não estou certa, mãe?!

21 de agosto de 2010
Silvia Zampar

Comercial novo para Havaianas

Eu costumo dizer que qualquer propaganda quando não dá pra se entender na hora é porque não é boa. Pra mim foi essa a impressão que ficou quando vi esse novo comercial das Havaianas na TV, feito pela AlmapBBDO, que não consegui entender qual era a graça, até meu marido falar qualquer coisa.

Assistam, depois conto mais:

Se você, como eu, ficou “boiando” na graça do comercial, meu marido falou assim: “Ah, acho que é uma ‘festa de Havaianas’, mas o outro ‘carinha’ entendeu que era o traje e não o chinelo”

Poxa, fala sério, eu até revi o filme aqui pra ver se falava algo de “festa de…”, mas não fala nada… Mas tem lógica o pensamento do maridão… O que não tem lógica é esperar que o telespectador, vendo um comercial de 30″, tão rapidinho, consiga chegar à essa lógica maluca – rs

20 de agosto de 2010
Mario Mancuso

Resolvi me profissionalizar… – parte 1

Olá, Pessoal!

Hoje venho falar para vocês sobre algumas questões que geralmente ficam em segundo plano: a burocracia envolvida na profissionalização.

Bem, nossa história começa quando o ilustrador amador resolve se tornar um profissional. Para isso não há necessidade de se associar a nenhuma entidade ou sindicato, porém profissionalizar-se não é apenas passar a cobrar por seus trabalhos.

Veja bem, estou pensando em alguém que resolve atuar regularmente no mercado (seja qual for), prestando serviço a editoras, agências de publicidade ou diretamente com empresas.

O primeiro problema que vamos abordar é a emissão de notas fiscais. Clientes médios e grandes exigem nota fiscal, impreterivelmente. Clientes pequenos ou informais aceitam trabalhar sem nota, porém isto também pode representar uma garantia a menos ao ilustrador.

Há duas formas de emissão de nota:

  1. RPA: (Recibo de Pagamento a Autônomo) conhecido como um tipo de nota, mas dificilmente aceito devido a grande tributação e encargos (para o cliente – já que ele quem paga o imposto); e
  2. Nota Fiscal de Pessoa Jurídica: sujeita a uma tributação menor (comparando-se com a RPA), impostos esses pagos pelo profissional emissor da NF.

A tributação da nota varia conforme o enquadramento da empresa emissora junto ao Ministério da Fazenda, verificado pelo seu código CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) e te confere um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Não vou entrar muito no processo agora - para maiores informações, procure um contador. O problema é que para se conseguir o CNPJ e poder emitir nota fiscal, o ilustrador terá que abrir empresa, sendo preciso contratar um escritório de contabilidade que cobra aproximadamente R$ 600,00 pela abertura e mais meio a um salário mínimo por mês de manutenção, ou seja, um custo de fixo de R$ 255,00 a R$ 510,00.

Outra alternativa é apelar para o programa MEI (Micro Empreendedor Individual), através do qual o profissional pode obter um CNPJ de forma simplificada, sem precisar de contador, emitir nota fiscal, mas fica limitado a um rendimento anual de R$ 36 mil (R$ 3 mil por mês).

Muitos ilustradores optam por não ter um CNPJ próprio, operando na informalidade ou “comprando” nota (procedimento no qual um profissional pede a outro que emita nota, arcando com o imposto e, as vezes, um ágio – comissão). Particularmente, acho um procedimento ruim, válido por um tempo enquanto o profissional se estabelece, mas que deve ser abandonado quando houver melhora.

Ter empresa e um CNPJ próprio não é um gasto inútil ou frescura (como já vi afirmarem). Através dele você consegue entrar em grandes clientes que não aceitam notas “compradas”. Seu crescimento como profissional vai revindicar um CNPJ !

Outro aspecto que a abertura de empresa propicia é uma conta bancária de pessoa jurídica, através da qual você tem controle sobre a entrada e saída do capital de seu estúdio de ilustração e pode emitir boletos de pagamentos para seus clientes (o que aumenta a garantia de receber, pois os boletos são protestáveis).

Semana que vem, continuo com este assunto falando sobre contratos e orçamentos.

20 de agosto de 2010
Silvia Zampar

Frase da Semana: Seja a mudança!

18 de agosto de 2010
Roberto Marchesoni

Prova Digital – Por que é necessaria?

Existem vários tipos de provas:

  1. Provas de layout: usadas para verificar diagramação e verificar erros ortograficos e normalmente impressos a 1 cor;
  2. Provas de imposição: usadas para verificar o posicionamento de paginas e normalmente impressas a 1 cor.
  3. Provas de cor: essas são para analise da cor final a ser impressa e prova a ser enviada ao cliente.

Porque é necessário prova de cor para impressão gráfica colorida?

Essa é a principal pergunta que eu e todos que trabalham com impressão gráfica procuram responder para seus clientes, na tentativa de que se acostumem a fazer a prova, portanto vou explicar a vocês.

A partir de 2006 as provas de cores passaram a ser exigidas pela maioria das gráficas, caso contrário o cliente deverá assumir total responsabilidade sobre o trabalho a ser executado.

A prova de cor é  uma aliada da criação para que se possa analisar se o arquivo digital criado esta correto e é referencia de cores para a gráfica, sendo que às vezes é até preciso se fazer mais de uma prova para se chegar à cor desejada. Existem alguns monitores de alta definição que, se calibrados diariamente, podem ajudar muito e até servir de parâmetro de prova, mas isso é raro no mercado.

Em termos de prova de cor, existem as provas Prelo e as Digitais. A primeira, a prova prelo, reproduz todo o processo de impressão gráfica offset, incluindo ter que tirar o fotolito para realizá-la. É a mais fiel ao que seria gerado de fato na impressão, mas está defasada no mercado, por ser muito trabalhosa e cara.

A prova digital é feita por um equipamento digital de alta definição (uma máquina similar às impressoras que você conhece), mas uma máquina que simula o processo de impressão offset, fornecendo uma prova (a impressão) até com os pontos de retícula (que seriam gerados somente a partir do fotolito). Estes equipamentos podem, inclusive, serem calibrados ajustando seu perfil com o perfil da impressora gráfica, como por ex. a Prova Chromedot (é um sistema de impressão utilizado nessas máquinas). Esta, portanto, tem um custo reduzido, sendo a mais (ou quase a única) utilizada atualmente. O resultado de cor que essa prova oferece é muito similar ao processo de impressão e é confiável. e estes equipamentos podem, inclusive, serem calibrados ajustando seu perfil com o perfil da impressora gráfica. Ex: Prova Chromedot.

Estas provas de cor digitais, que simulam o processo de impressão, recebem no mercado o nome de prova de valor contratual, para diferenciar uma prova digital de alta resolução que reproduz o processo gráfico, das provas digitais que as pessoas tiram em suas impressoras.

Só é possível garantir ao cliente uma fidelidade nas cores se apresentado uma prova de cor de valor contratual, provas comuns ou aprovação pelo monitor não garantem fidelidade, principalmente por o monitor não ser CMYK, mas sim RGB.

Para a gráfica a prova de cor é indispensável para que se tenha uma qualidade assegurada do resultado da impressão. É nelas que o impressor se baseia para a regulagem de distribuição da tinta e carga necessária.

Algumas agências ou criadores não colocam em seus custos a prova de cor e depois têm problemas de impressão na gráfica, que não poderão ser resolvidos, já que a única forma seria imprimir tudo de novo e quem ficará com o prejuízo?

Espero tem ajudado e se tiverem dúvidas, deixem nos comentários que eu respondo.

Crédito das ilustrações dessa postagem: Gráfica Grilo e Studiolaser

18 de agosto de 2010
Silvia Zampar

Hojé é o “Dia do Estagiário”

E pra comemorar essa data e parabenizar os queridos estagiários que acompanham o TuDiBão, publico esse anúncio da DPZ para o programa Reclame, do MultiShow.

17 de agosto de 2010
Riccardo Benetti

Qual o tamanho da janela do navegador?

Já aconteceu com você, quando vai criar uma nova arte para um site, e faz ao cliente a pergunta “Qual a resolução?”, quando prontamente recebe a resposta: 1024 x 768 px”. Você pensa: “Legal, 1024 pixels de largura por 768 de altura”, mas ainda assim esbarramos em um outro dilema: o navegador estará aberto em Tela Cheia?

Qual a resolução da minha tela?

Quando falamos de resolução de tela para criar um site pensamos sempre nos tamanhos com o navegador em tela cheia, mas, por padrão, ao abrir o Internet Explorer, Firefox, Chrome, Safari, Opera ou qualquer outro navegador, eles abrem em tela menor, ou seja o seu espaço é mais reduzido do que se pensava… Mas como saber o tamanho ideal?

Existem vários sites que indicam o uso de 960 pixels de largura como medida aceitável (eu, particularmente, sempre usei sempre o 990px, mas estou mudando para 960px). Apesar da disseminação de monitores maiores e notebooks onde a resolução é de 1280px ou mais, isso não deveria preocupar, mas ainda preocupa…

Por isso hoje minha dica hoje do site resizeMyBrowser que contém um script que diz qual o tamanho da área interna (botão Inner no rodapé do site) do navegador ou tamanho da janela toda (botão Outer no rodapé do site).

Achei muito legal a funcionalidade, mas ele não te traz só esta informação. Te diz ainda as resoluções padrões em vários meios de acesso, como celulares, iPad, iPhone, Google e outros. Então é bacana visitar este site e fazer o teste na sua casa, verificando quais medidas você obtém da sua janela, tanto colocando em tela cheia e no modo  normal.

Como sou desenvolvedor já alterei os tamanhos das janelas, se alguém quiser compartilhar com a gente a medida retirada em seu navegador, qual resolução aparece, basta comentar e deixar o link de onde está sua imagem nos comentários abaixo.

16 de agosto de 2010
Silvia Zampar

Termos universitários

Lembro-me quando comecei a fazer minha graduação que eu ouvia as pessoas (alguns alunos que já tinham passado por outra faculdade, professores, ou mesmo profissionais da própria faculdade) falarem algumas palavras que pra mim eram completamente estranhas…

E é estranho, porque parece que não existia espaço para perguntar o que era isso ou aquilo, já que tudo parecia “tão óbvio” para todos.

Mas, afinal, quem não fez ainda uma faculdade fica sem entender: o que é Bedel? O que é Iniciação Científica? E Monitoria? Pra quem devo reclamar tal coisa: pro Professor, pro Coordenador, pra Secretaria ou Chefia de Campus?

Percebo essas mesmas dúvidas em meus alunos que estão iniciando, por isso há um tempo eu fiz uma postagem em meu blog de professora com um Glossário de Termos Universitários. Use sem moderação – rs.

E se descobrir que eu me esqueci de algum termo, é só deixar nos comentários que eu incluo.