05 de março de 2010
Mario Mancuso

Ilustração: onde atuar?

Olá, Pessoal

Hoje começarei uma série de posts para esclarecer algumas dúvidas de muitos futuros ilustradores: área de atuação e estilo. Ambas são coisas bem diferentes, porém estão relacionadas, pois o estilo do trabalho do ilustrador pode determinar sua área de atuação.

Primeiramente, devemos estar atentos pois existem dois tipos básicos de profissionais: aqueles que conseguem executar trabalhos em diversos estilos e aqueles que possuem um estilo único, atuando apenas com esse. Não dá pra dizer qual a melhor solução pois ambas possuem prós e contras, assim como espaço no mercado.

Por área de atuação entendemos os mercados (ou tipos de clientes) para os quais o ilustrador irá atuar. São elas:

Mercado editorial: Compreende, basicamente, revistas e livros. Temos capas, vinhetas (ilustrações pequenas de referências), matérias, infográficos, ilustrações para livros didáticos, livros infanto-juvenis e jornais (na maioria charges e caricaturas). Muitas vezes, o mercado editorial permite interpretações mais autorais e estilísticas por parte do artista, contudo, este deve ficar atento ao design gráfico da peça (livro ou revista), através de seus textos e espaços.

História em Quadrinhos (HQ): é uma variação do mercado editorial, uma forma de linguagem e um nicho de mercado. Tudo ao mesmo tempo. Na maioria das vezes, profissionais de HQ atuam como ilustradores, outras atuam apenas com isso através de revistas em quadrinhos, muitas vezes para o mercado externo.

Mercado publicitário: Caracteriza a ilustração voltada à publicidade e ao marketing. Envolve ilustrações para anúncios, ilustração para embalagens, criação de personagens e story-boards (o roteiro para um comercial, em quadrinhos). Tem um foco diferente da ilustração editorial por agir decisivamente dentro mecanismo de venda, ou seja, como ferramenta de marketing. Há pouquissímo espaço para uma interpretação autoral.

Ilustração científica: é um mercado bastante específico que abrange as ilustrações que podem ser de biologia, anatomia, técnicas, física, etc. Além do conhecimento artístico é fundmental o conhecimento preciso do que se está ilustrando. Por exempo, um ilustrador de anatomia humana precisa saber detalhadamente as caraterísticas de músculos, orgãos e ossos para representar com exatidão, já que tais figuras servirão para estudos. Muitas vezes são médicos ilustradores.

Por fim,  o mercado de animação, cinema e games, no qual temos story-board, shooting-board (um story mais elaborado), concept Art, modelagem, animação, etc.

Muitas vezes o ilustrador atua em mais de uma área, de acordo com seu estilo e aportunidades que aparecem. É comum certas áreas se apropriarem da linguagem gráfica de outras em virtude de determinada intenção.

Um conselho fundamental é sempre conhecer a fundo o mercado no qual se pretende atuar, inclusive sobre contudas além da ilustração (por ex.: um ilustrador publicitário deve conhecer comunicacão e marketing). Outra dica (que falarei mais a respeito no futuro) é ter um portfolio voltado para área em que se quer atuar.

Na próxima semana falarei um pouco sobre estilos.
Abs e boa semana

05 de março de 2010
Silvia Zampar

Revista Promo Insights – Edição Fevereiro

Hoje posto link para baixar em pdf a revista Revista Promo Insights, edição de Fevereiro (aqui segue o link para a versão on-line).

Não é a primeira vez que trago essa dica aqui no TuDiBão, mas pra quem ainda não conhece, a revista trata de assuntos ligados ao marketing promocional, material para PDV (ponto de venda), brindes e eventos.

Neste edição você confere:

  • Os novos rumos para a indústria de eventos;
  • Conquistando o consumidor pelo marketing esportivo;
  • Mobile e Digital Signage no mercado; dentre outras.

Clicando aqui você poderá ver on-line todas as edições da revista, ou ainda, clicando aqui pode baixar a edição pdf de todas as edições.

05 de março de 2010
Silvia Zampar

Anúncios para a Rezults Downtown Fitness

Aproveitando que ontem mostrei aqui no blog alguns anúncios de uma academia, voltados ao público obeso, hoje posto os anúncios abaixo da Rezults Downtown Fitness, criados pela agência Liggett Stashower, de Cleveland Ohio, nos USA.

Veja como um mesmo assunto e conceito, voltados para o mesmo público, podem ter abordagem tão diferentes. Acho o assunto “delicado” e a abordagem tem que ser diferente, pra não ofender, mas estes aqui, traduzidos ao “pé da letra”, são bem ofensivos, você não acha?

Via Ads of thw World

05 de março de 2010
Silvia Zampar

Como vencer num mundo transformado pelas Redes Sociais

Hoje o mundo inteiro se conecta na Internet e as redes sociais estão transformando o modo de se relacionar, de interagir entre as pessoas. Esse é o mote do seminário “Estratégias de Redes Sociais” com a autora de “Fenômenos Sociais nos Negócios” Charlene Li, que acontecerá no próximo dia 25 de março, promovido pela HSM.

O preço para participar (de R$ 1.750,00) é um pouco salgado, mas você pode conferir no vídeo abaixo um pouco mais sobre o assunto, onde ela fala um pouco sobre esse fenômeno das Redes Sociais e ainda comenta sobre o “Groundswell” e a importância e pertinência dessas redes no mundo corporativo.

Ah, confirmem com seus orientadores das AC’s se não poderão fazer o fichamento desta palestra, válido para as AC’s. Para os meus alunos, basta incluir um print dessa página como “indicação do professor”.

Vi no Publistorm e ele viu aqui no HSM

04 de março de 2010
Silvia Zampar

Anúncios para a Gold’s Gym e as fotos “the angle”

Há algum tempo eu fiz uma postagem aqui, onde a Samsung fez uma campanha onde brincava com as famosas fotos que encontramos nos perfis de redes sociais, aquelas onde a pessoa esconde tudo e mostra só uma parte de si (claro que a melhor parte). Essas fotos são conhecidas com “the angle”.

A agência jotabequ Grey, de San José na Costa Rica, criou esses anúncios para essa academia de ginástica, brincando com a mesma ideia, mostrando que as pessoas “se” escondem em suas fotos, mas para irem para a Gold’s Gym pra cuidar disso. Uma maneira interessante de tocar nesse assunto, você não acha?

Via Ads of the World

04 de março de 2010
João Pitanga

Bem-Vindo à Selva – O “Mídia”

Chegou a vez do assunto ser o trabalho da Mídia dentro de uma agência.

Então, como não temos muito o que falar, foi um prazer, até a próxima. Parece piada, mas muita gente pensa assim, que Mídia não faz porcaria nenhuma, que vive marcando X em quadradinhos e se divertindo nas redes sociais. Não é mentira, faz parte, mas a função vai muito além disso.

As araras: um Executivo de Mídia competente está em extinção, mas, mesmo assim, os que existem hoje no mercado são paparicados pelos veículos, que tentam de toda forma levar a verba da campanha toda pra ele. “Não, mãe, não é veículo automotivo, é veículo de comunicação”. É depois dessa visitinha básica do Contato do Veículo que começamos a reconhecer o profissionalismo de quem ocupa uma cadeira lá na sala de Mídia.

O verdadeiro profissional se preocupa em apresentar uma proposta REAL, que viria atingir o público esperado pelo cliente, baseado em pesquisas e dados. O falso profissional aceitaria os paparicos e marcaria o X onde o veículo pediu quando entrou na sua sala com um Notebook fresquinho na mão para presenteá-lo. Tem de tudo…

Mas vamos ao que interessa. A gente começou lá na criação, com a galera recebendo o briefing, passamos pelo atendimento e agora tá na hora de colocar a campanha criada e aprovada nas ruas ou, para ser mais claro, nos programas de TV, nas emissoras de rádio, na Internet e o que o cliente tiver de verba para investir.

Se dinheiro é a alma do negócio, para o planejamento de mídia ele é também o corpo, o espírito e tudo mais que tem direito, porque o profissional de mídia depende de quanta verba foi disponibilizada pelo cliente para planejar, pesquisar e desenvolver a mídia, ou seja, definir onde a campanha vai ser veiculada, de acordo com o perfil do público. Simples: se o cliente é uma loja de noivas, deve-se focar no público feminino, talvez na Ana Maria Braga (Mais Você) ou até numa rádio evangélica (esse povo vive casando) é uma boa. Dinheiro pode ser problema e ao mesmo tempo solução para o mídia. Tem o que fala que R$ 500 mil é muito, tem o que fala que é pouco, e tem os que fazem milagres com qualquer verba. Esses podemos considerar bons profissionais.

Assim como um Redator anda com o “Aurélio” na mochila, o Executivo de Mídia anda com papéis que trazem tudo sobre o mercado, audiência, tiragens, Share, CPM (Custo Por Mil) e outras palavrinhas que nascem a cada segundo nesse meio. E já que o X da questão é mostrar a responsabilidade que o Mídia tem dentro de uma agência, para vocês terem uma ideia, segundo o Ibope Monitor, só as Casas Bahia investiram no 1º semestre de 2009 R$ 1,48 bilhão. Com tanta grana envolvida, o mercado tem mais é que agradecer e dar comidinha na boca mesmo.

Espero que esteja bem explicado. Até a próxima.

Ps: Uma vez, numa certa agência, fomos apresentados à uma Assistente de Mídia novata. Meu antigo dupla me perguntou:

- Cara, se Mídia não faz nada, o que faria uma Assistente de Mídia?
– Busca papel na impressora.

Mas acreditem, foi só piadinha.

04 de março de 2010
Gian Garcia

Cow Parade São Paulo 2010

No ano de 2005 as ruas de São Paulo foram tomadas por um exército de vacas coloridas. Em 2006 o mesmo se repetiu em Curitiba e Belo Horizonte, e em 2007 no Rio de Janeiro. Elas se espalharam pelos mais diversos pontos da cidade, ficando praticamente impossível fugir delas… Parece enredo de filme de ficção, mas não é – rs. A Cow Parade, o maior evento de arte de rua, está de volta a São Paulo.

De 21/jan a 21/mar pode-se conferir as mais de 70 vacas que ficarão expostas pelas ruas de São Paulo, fazendo a alegria de malucos por arte, como eu.

A edição de 2010 traz os mais diversos artistas e patrocinadores, fazendo com que as vacas tenham ficado ainda mais criativas e inovadoras. A vaca patrocinada pela Super-Bonder e feita pelo artista Aldo Cappucci Filho, por exemplo, está colada de ponta cabeça com o slogan “Encostou, colou mesmo” (foto ao lado). Você pode conferir esta obra pessoalmente no Parque do Ibirapuera, onde ela está exposta.

Se você está com pique para visitar todas elas, ou se quer apenas conferir onde ficam as vacas mais próximas da sua casa/trabalho confira o mapa disponibilizado pelo evento. Essa ai ao lado é a Cow Nect, do artista André Toledo, exposta no Itaim Bibi.

Para os que não estão dispostos a peregrinar por 76 pontos diferentes da cidade (ou estão sem tempo pra isso), o site do evento disponibiliza as imagens de quase todas as obras em sua galeria.

Tanto a exposição ao ar livre como a exposição online contam para as AC’s para os cursos de Comunicação Digital, PP e PMKT (apesar que é sempre bom consultar primeiro seus orientadores). No caso da exposição online, para comprovar a ‘visitação’, além de fazer o relatório analisando minuciosamente as obras, anexe um print da tela da galeria.

Após o término da exposição as vacas são leiloadas e toda a renda é revertida para entidades carentes. Até agora a fundação Gol de Letra será a beneficiada.

Serviço:

04 de março de 2010
Silvia Zampar

Orientações para se fazer sorteios e premiações

Sabe quando seu cliente tem aquela ideia brilhante de fazer uma promoção, onde ao final ele irá sortear algo entre os participantes? Você faz o quê? Já começa a pegar o briefing e a montar a arte ou você explica pra ele como funciona isso de fazer sorteios, que não pode simplesmente ir fazendo?

Então, essa é a diferença de um “fazedor de arte” e um profissional da área: o profissional procura ser bem informado sobre tudo para, na hora que um cliente falar algo a respeito, ter informações adicionais para prestar e não sair fazendo a arte, no fim a promoção não vingar e, consequentemente, não ganhar pelo trabalho feito.

Hoje em dia está mais complicado para fazer promoções que envolvam sorteios, antigamente isso era muito comum, lembro-me que os shoppings sorteavam carros e mais carros nas promoções de Natal, Dia das Mães… Ai tudo isso parou, as promoções ficaram diferentes, mais mixinhas…

O que aconteceu foi que mudaram as regras para se fazer esse tipo de promoção, sendo que a distribuição gratuita de prêmios realizada mediante sorteio, vale-brinde, concurso ou operação assemelhada passou a estar sujeita à prévia autorização do Ministério da Fazenda, através da Caixa Econômica Federal, de acordo com as instruções baixadas pela Portaria n.º 90/2000 da Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE/MF).

Note que em todo material de divulgação dessas promoções, tem lá num cantinho, naquelas letrinhas miúdas a informação com o nº da autorização da referida promoção.

Ficou muito mais difícil conseguir essa autorização prévia, ainda mais no caso de Shoppings, que têm que levantar documentação de TODOS os seus lojistas.

Pra se entender funciona assim:

  • Promoções onde seja o critério “sorte” que está envolvido para a escolha do ganhador (sorteio de qualquer tipo) e que esteja vinculada à compra (“A cada tanto em compras ganha-se um cupom”, ou “Compre acima de tanto e concorra”) = é necessário a solicitação de autorização prévia;
  • Quando não for vinculado a compra, e não se faça um sorteio, como o caso dos concursos, não é necessária a autorização.

Por isso começamos a ver vários “Concurso Cultural”, onde se tem que fazer alguma arte, frase e “a melhor” será a escolhida. Mas atenção, não pode estar vinculado a nenhum valor de compra, portanto qualquer pessoa que for na loja ou empresa que está promovendo o concurso, poderá participar (não se pode recusar entregar cupom de participação, ou impedir que se participe).

Então, mas empresas que trabalham tudo certinho, que estão com seus impostos em dia, não têm porque se preocupar e podem entrar com a solicitação para conseguir a autorização prévia. Abaixo posto link para um guia que consegui junto ao Portal da Propaganda, que tem toda orientação necessária para se fazer uma promoção que envolva prêmios e sorteados.

Guia para Promoções / Prêmios

Você não precisa “decorar” as informações contidas nesse Guia, mas é bom saber pelo menos o básico, da necessidade de uma autorização prévia e que não é sair criando o material gráfico e pronto, pois, dessa forma, você poderá orientar melhor seu cliente.

03 de março de 2010
Matheus Jeremias Fortunato

Infografia: a informação visual!

Quem nunca se rendeu a ler uma reportagem ao ver o infográfico que a ilustra?

O termo infográfico vem do inglês informational graphics e o seu uso revolucionou o layout das páginas de jornais, revistas e sites. É uma forma de representar informações técnicas como números, mecanismos e/ou estatísticas, são predominantemente visuais e atrativos, transmitindo ao leitor informações de forma prática e rápida.

No infográfico acima eu tinha que mostrar como algumas bactérias se formam e se reproduzem. Ilustrações 3D das bactérias mostram as formas das tais bactérias, outra ilustração feita foi a do ambiente e as condições climáticas que geram essas bactérias. Só a ilustração não seria capaz de passar a informação, ai que entre o texto explicando todo o processo, de forma didática seguindo a ilustração (feita para a revista Terra da Gente; softwares utilizados: Illustrator, Photoshop e InDesign).

Referências visuais

Quando texto e imagem se integram, geram informação imediata. O cuidado maior que se deve ter num infográfico é com o excesso na “decoração”, pois nada pode ser mais importante do que a informação, que deve vir numa sequência contínua, com começo, meio e fim. É importante destacar uma imagem principal, que mostre o ponto inicial de leitura, desperte emoção, valorize e embeleze o infográfico, sendo que os textos nunca devem ser longos e cansativos. Se o infográfico não convida o leitor para a reportagem ou se não é possível entendê-lo em poucos segundos, sua função não se cumpre.

As redações passaram a entender que certos assuntos são mais bem-aprofundados se mostrados visualmente. Há muito o que se dizer num texto sobre um acidente de avião, mas ao se mostrarmos em um infográfico a localização, o tipo de aparelho, o que aconteceu, comparar números etc, a informação fica muito mais precisa e clara. É essencial ter representantes da infografia nas reuniões de pauta.

Neste infográfico eu precisava mostrar a baleia beluga, onde ilustrei de modo que se veja algumas características específicas da espécie, como cor, forma, pescoço e tamanho. O texto acima dela auxilia na explicação. Outra parte do gráfico foi comparar o tamanho em relação as outras e a um ser humano, com características de cada um. Além de identificar o local de origem e reprodução no mapa satélite (ilustração feita para a revista Terra da Gente; softwares utilizados:Illustrator, Photoshop e InDesign).

História

A infografia tem uma longa trajetória… É uma soma de disciplinas que inclui o desenho arquitetônico e o de anatomia, os gráficos estatísticos e a cartografia. Exemplos desses grafismos se perdem no tempo, mas, para encurtar a história, podemos dizer que as inscrições nas cavernas eram infográficos, pois os desenhos contavam histórias.

O primeiro exemplo de infográfico usado em jornais data de 1702, no The Daily Courant, primeiro diário inglês, sendo que o The Times, de Londres, estreou um infográfico na primeira página em 1806, mostrando o passo a passo de um assassinato. Revistas, como a Time, usam infografias desde os anos 1930.

A expansão da técnica, aconteceu em 1985, com a chegada do Macintosh. A infografia deixou de ser artesanal, industrializou-se e se espalhou pelo mundo.

Este é meu mais recente infográfico, e nasceu na necessidade de mostrar quais as artimanhas de algumas plantas para sobreviver sem a presença constante do sol. Ilustrando o ambiente natural dessas plantas, mostro em imagem e texto como elas se comportam, e também em nível celular para mostrar como é a captação de luz pelas folhas (ilustração feita para a revista Terra da Gente; softwares utilizados: Illustrator, Photoshop e InDesign).

Passo a Passo

  • Começa com a coleta de notícias;
  • Depois, define-se o que o infográfico vai mostrar;
  • Analisa-se como ele ficará dentro da página e discute-se com os editores de texto a quantidade de informações;
  • Faz-se um esboço da página, que passa pela conferência; e
  • A legibilidade é avaliada.

Deve-se sempre pensar no conjunto da página, onde o infográfico deve ocupar espaço coerente.

Gostou? Ficou com alguma dúvida? Então comente ai embaixo.

03 de março de 2010
Silvia Zampar

Anuncios para o relançamento de Tetris

Bem, não sei quanto a vocês, mas eu confesso que já fiquei “viciada” nesse game – rs. As peças abaixo, criadas pela Daehong Communications, da Coréia do Sul, anunciam o relançamento do jogo. Opa, eu quero!

Via Lá Fora

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