20 de janeiro de 2012
Cínthia Demaria

Especial “Analista de Mídias Sociais”: Como medir o retorno do trabalho?

Continuando o especial “Analistas de Mídias Sociais”, o tema dessa semana é sobre o famoso ROI (return of investiment) nas redes sociais, que é vendido pelos especialistas e agências para os clientes. Medir é preciso não apenas para quantificar os dados e ações, mas para, principalmente, pautar planejamentos futuros a partir do feedbak dos usuários.

Não há como medir o sucesso ou insucesso de uma empresa sem monitorar. Cada rede social tem sua peculiaridade, cada marca ou produto tem seu objetivo de comunicação. Deve-se pensar, primeiramente, em quais redes deve-se atuar a partir de onde o seu público alvo está. Por isso, pensar para quem e para que comunicar é o primeiro passo que pode ser determinante nos relatórios finais de cada ação.

Os objetivos do planejamento já devem prever a possibilidade de retorno e, principalmente, os riscos. Depois de escolhidas as mídias em quais se vai atuar e realizar a ação de fato, chega a hora de “medir” os resultados.

O primeiro passo é monitorar as conversas. Existem vários softwares no mercado e agências especializadas que podem executar esse trabalho, sendo que existem muitas ferramentas gratuitas à disposição dos analistas de mídias sociais.

Para monitoramento no twitter temos o Tweet Opinião que cria enquetes para o Twitter, que podem ser respondidas através de múltiplas escolhas e podem ter data de expiração. Já o Tweeli funciona como um chat dentro do Twitter e pode ajudar as empresas a criar um relacionamento mais estreito com os consumidores. Já outros serviços como o Trendistics, busca pela palavra e cria um gráfico em tempo real, mostrando quantos tuítes mencionaram o termo nas últimas horas. E o Hashtags segue o mesmo esquema, porém o filtro se baseia apenas em hashtags.

Outros serviços gratuitos, o Tweet Beep e o Twilert, enviam emails de alerta cada vez que uma certa palavra ou termo, escolhido pelo usuário, é postado no microblog. Além desses, ainda tem o Twitrratr, que busca menções de um certo perfil e as classifica em menção positiva, neutra ou negativa, e o Tweet Stats, que também cria gráficos mediante as suas estatísticas de mensagens enviadas, recebidas, menções e retuítes. Para o Twitter ainda exitem o KloutPeer IndexTwitalyzerTwitaholicTweet Rank, dentre outros.

Também existem serviços gratuitos que analisam termos, palavras e menções em toda a internet, ou seja, podem ajudar a descobrir mais informações dentro do Facebook também, já que a rede social não conta com bons serviços gratuitos. São eles: TopsyGoogle TrendsCompete e Blog Pulse. Entre os serviços pagos e, o mais importante, brasileiros (que vão entregar relatórios em português), existem o Social Media MonitorPostXScupSharing for SocialLive BuzzSeeker e SismoWeb e E.life.

Para complementar, vale conferir o e-book  “Para entender o monitoramento em mídias sociais”, que reúne 27 artigos inéditos de profissionais e pesquisadores da área, entre analistas; coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais; desenvolvedores de ferramentas e softwares; professores; pesquisadores acadêmicos; além de gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas.

#Ficaadica: O mais importante do monitoramento é saber aproveitar os dados levantados e transformá-los em inteligência competitiva.

Veja também: Analista de Mídias Sociais – Salários e Formação

19 de janeiro de 2012
Silvia Zampar

Comercial com o peixinho (contra as drogas)

Acabei de ver na TV e achei uma graça esse comercial feito em animação 3D, para a Associação Parceira Contra as Drogas. Confira e deixe sua opinião:

19 de janeiro de 2012
Rudinei Modezejewski

Registro de Marcas em 24 horas!

registro de marcas em 24 horas

Estamos em um mundo conectado!

Hoje resolvemos problemas com grandes empresas pelo Twitter, falamos com diretores de corporações pelo Facebook e procuramos emprego pelo Linked in. Registramos um domínio, nickname, fã page ou usuário em segundos, rápido, fácil e on-line. Tudo é assim, rápido, fácil e on-line, certo?

ERRADO.

Nem tudo pode ser rápido assim… Uma das coisas que não pode ser “pra já” é o registro de marcas. Mesmo que o INPI deseje ser super-ultra-mega rápido, a LEI que regulamenta o registro de marcas no Brasil estipula alguns prazos que impedem o registro “instantâneo”.

E mais: isso é BOM, inclusive pra você!

Vou explicar:

A lei 9.279 tem vários dispositivos para combater a pirataria, todos eles implicam em dar aos legítimos donos das marcas um prazo (geralmente de 60 dias) para demonstrar aos técnicos do INPI que o eles são os legítimos donos das marcas, também há prazos (igualmente de 60 dias) para que, caso você tenha feito alguma bobagem no seu processo, possa corrigir (claro que há coisas que são impossíveis de se corrigir, já falei aqui sobre um desses problemas), somados esses prazos e um tempo mínimo para que o INPI possa publicar os despachos, teríamos, NO MÍNIMO 12 meses (1 ano).

Então, quando alguém oferece “Registro de Marcas em 24 Horas” é propaganda enganosa, pra dizer o mínimo.

Eles querem dizer que, se tudo correr bem, você pagar rapido e on-line, não der problema no site do INPI e nem no do banco, eles podem fazer o protocolo em 24 horas. Mas isso eu (minha empresa) também posso fazer, mas lembre que eu dependo de todas essas condições.

Então o que pretende alguém que anuncia “Registro de Marcas em 24 Horas”?

Simples: ENGANAR VOCÊ.

Não existe “Registro de Marcas em 24 Horas” – qualquer um que prometa isso é picareta, fuja deles.

E porque estou escrevendo este artigo?

Mais simples ainda:

Conversei esses dias com uma amiga, da Coordenação-Geral de Comunicação Social (CGCOM) do INPI, e perguntei a ela sobre essas empresas que anunciam no Google e outros sites (inclusive em perfis do Twitter e Facebook) prometendo “Registro de Marcas em 24 Horas” ou incluindo “INPI” no seu nickname, ambas práticas condenáveis porque induzem ao erro, fazem crer que existe registro em 24 horas ou que eles são “representantes” do INPI, ambas mentiras deslavadas.

Ela me respondeu que o INPI tenta inibir tais práticas, mas é praticamente impossível controlar tudo e ainda punir.

Entendo que o INPI esteja “engessado” por questões legais e burocráticas para inibir este pessoal, mas eu não tenho essas “amarras” então resolvi escrever este artigo e, mais uma vez, alertar os empresários.

Como eu não consultei ela sobre o texto antes de publicar, se daqui há alguns dias vocês notarem alguma edição nesse texto, foi a pedido da pessoa que mencionei, mas acredito que nada do que foi dito aqui seja problema para ela ou para o INPI, pelo contrário, fica evidente que há uma preocupação em moralizar as coisas, é uma luta que eu apoio.

17 de janeiro de 2012
Gabriel Lima

Continue escrevendo outdoors

Graças à Lei Cidade Limpa (de São Paulo), muita coisa mudou. A proibição de toda publicidade externa na “Terra da Garoa” afetou não só a estética da cidade, mas também os portfólios de muitos publicitários e redatores. Parece até que a lei foi aplicada também nas pastas. Não vejo mais ninguém escrevendo outdoor.

Um excelente exercicio de concisão está sendo abandonado, ao meu ver. Tudo bem que dizer muito escrevendo pouco é necessário em qualquer texto publicitário, mas criar esse tipo de peça é muito bom para se aprimorar.

Lembro que me sentia desafiado quando via um outdoor na rua. Ficava imaginando como que os redatores faziam para “zipar” a mensagem apenas naquelas poucas palavras. E, pra mim, ainda é magnifico ver quando cinco ou seis palavras fazem você lembrar de uma marca durante o dia todo.

Pedro Bial, em um vídeo famoso na internet, diz que se pudesse dar um único conselho, seria “use filtro solar”. Bom, se eu pudesse dar um único conselho a você, redator, seria “continue escrevendo outdoors“. Continue se exercitando com essa peça. Não é uma fórmula nova, mas acredito que pode ser um diferencial para você.

Se você tem um outdoor no seu portifa, por favor, contradiga-me e mostre-me nos comentários.

Outdoor com texto de Nizan Guanaes

13 de janeiro de 2012
Cínthia Demaria

Especial “Analista de Mídias Sociais”: Salários e Formação

Início de ano é época de almejar novos cargos, ampliar conhecimentos na carreira e para muitos, entrar de fato no mercado de trabalho. O profissional de Mídias Sociais está sendo visto cada vez mais, como um profissional do futuro, uma vez que investimento nas redes sociais pelas empresas mostra-se inevitável. Mas afinal, qual é a formação necessária para atuar nessa área? Quanto ganha um analista de mídias sociais? Como é possível medir o retorno do trabalho? Essas respostas você encontra no especial que o TudiBão preparou pra você. Até o fim desse mês, você verá sempre às sextas-feiras, dicas e informações úteis para quem pretende atuar nessa área.

Nessa semana, duas questões básicas: formação e salário.

Formado em que?

Por ser um mercado muito novo, muitos ainda tem dúvida sobre qual é a formação necessária para ser um analista de mídias sociais. Ao contrário do que muitos pensam, não basta ter uma conta no Twitter e Facebook e passar mais de 12 horas conectados à rede para ser um expert no assunto. Obviamente ser heavy user é pré requisito básico, mas é necessário mais do que isso. Conhecimento em textos e relacionamento via comunicação é crucial. Habilidade essa, que pode ser obtida no curso de jornalismo, publicidade, relações públicas ou marketing. Saber escrever não basta. É preciso ter conhecimento em textos para web, que é uma linguagem bem diferente de veículos impressos. Alguns cursos de graduação já oferecem a disciplina “Conteúdo para a internet”, mas existem vários cursos menores que podem auxiliar o profissional já graduado, como “planejamento estratégico em mídias digitais”, “Monitoramento e relacionamento em plataformas virtuais” etc.

Quanto ganha um analista de Mídias Sociais?

A revista Veja publicou há algumas semanas, o quadro das carreiras que estão em alta no mercado de trabalho, e destacou o profissional de mídias sociais. Segundo a revista, o salário inicial é de R$5.000,00. Quem trabalha na área, sabe que o número é fantasioso, embora seja merecido.

Colocando o “pé no chão”, segue a realidade do mercado de trabalho atualmente:

Analista Junior: quando o profissional tem de 0 a 6 meses na função. É o primeiro nível alcançado após o estágio. Neste momento, o analista ainda não toma decisões sozinho sobre as campanhas, se reporta aos demais analistas e à gerência, cumpre tarefas básicas supervisionadas. Salário médio: R$1.300,00.

Analista Pleno: de 7 meses a 1 ano na função. O Analista pleno já é capaz de tomar algumas decisões sobre a campanha e auxiliar a delegação e treinamento dos estagiários do setor. Participa de reuniões e apresentações junto aos clientes, já tem vivência anterior com as ações envolvendo plataformas sociais e gestão de perfis. Salário médio: 2.300,00.

Analista Sênior: a partir de 1 ano na função. O Analista Sênior é capaz de receber os briefings do setor, organizar e delegar tarefas junto à equipe, criar estratégias de mídias sociais e acompanhar os resultados da gestão de perfis, assim como, a criação de relatórios e reports periódicos que mostrem aos clientes os resultados alcançados durante as ações. Salário médio: 3.500,00.

Obviamente essa não é a realidade de muitas agências/empresas que precisam desse profissional. Há quem pague mais e há quem pague menos. A tentativa aqui é mostrar possibilidades de valorização desse profissional.

Na semana que vem, vamos falar de ferramentas gratuitas para monitoramento de mídias sociais, dica essencial para quem quer trabalhar nas redes e pretende obter retorno com isso.

Portanto, você que trabalha ou pretende atuar no mercado de Mídias Sociais em 2012, fique de olho nos próximos posts, sempre às sextas-feiras! =)

Tem dúvidas ou sugestões de posts? Envie via Twitter para o @TudiBão ou @cika_demaria

13 de janeiro de 2012
Silvia Zampar

Revista Desktop – Edição 125

Confira a edição nº125 da Revista Desktop (@RevistaDesktop), uma publicação especializada em assuntos ligados às artes gráficas, com novidades, dicas e entrevistas com especialistas da área.

Nesta edição você poderá conferir:

  • - Pequenos efeitos no Photoshop pode fazer grande diferença;
  • - Conselho de especialistas para deixar sua gráfica mais lucrativa ; e mais

Você pode ainda conferir o site da publicação, sempre com material atualizado.

Alunos de Propaganda e Design poderão utilizar a leitura e fichamento da revista como AC (confira antes com o seu orientador).

12 de janeiro de 2012
Rudinei Modezejewski

Designers, ilustradores, clientes e a ética – o caso Ziraldo

Agitou o mundo artístico a notícia de que o ilustrador Ziraldo, famoso pelo seu personagem “Menino Maluquinho”, foi condenado recentemente por estelionato.

Em geral temos em mente que estelionatário é quem passa cheque sem fundo, etc., e é comum também tanto os designers, quanto publicitários e ilustradores imaginarem que seus atos (e trabalhos) são imunes à qualquer punição ou regulamentação (eu já escrevi sobre isso, lembram?).

Mas esse caso do Ziraldo merece uma abordagem mais específica, pois não falamos de atender o pedido de um cliente para copiar (no todo ou em parte) a marca de um concorrente, falamos de atitudes definidas exclusivamente pelo profissional (designer, ilustrador, etc.) e de sua exclusiva responsabilidade.

Primeiro vamos aos FATOS:

  1. Em 2003 Ziraldo foi convidado a ser Presidente de Honra do Festival Internacional de Humor Gráfico de Foz do Iguaçu;
  2. Ziraldo criou a ilustração que foi usada como logotipo para o evento, recebendo para isso R$ 75.000,00 comprovado por edital;
  3. Em 03/11/2004, Ziraldo pediu o registro da marca “FESTIVAL INTERNACIONAL DO HUMOR GRÁFICO DAS CATARATAS DO IGUAÇU – HUMOR AT THE FALLS – ZIRALDO”, que é a reprodução literal do cartaz de divulgação do evento, sendo que a marca é mista, o que inclui também a ilustração criada por ele, mas vai muito além desta, tentando apropriar-se de vários elementos de titularidade dos organizadores do evento.

Vamos analizar estes FATOS:

1 – Presidente de HONRA é, definitivamente e sob qualquer aspecto, um reconhecimento público da notoriedade do profissional, uma “honraria” (desculpem o trocadilho, foi inevitável!);

2 – Ao ser CONTRATADO  formalmente para desenvolver a ilutração o profissional (seja quem for) transfere, automáticamente os direitos patrimoniais da obra criada, ficando apenas com os direitos morais, ou seja, o de ser mencionado como autor da obra e de mencionar a autoria, também o direito de impedir modificações que desfigurem ou adulterem a obra (exceto se houver concentido formalmente para tais alterações), enfim, ele pode dizer que fez, mas não pode “apropriar-se” da obra novamente ou obter novos lucros com ela;

3 – Quando alguém solicita o registro de uma MARCA junto ao INPI pretende garantir os DIREITOS PATRIMONIAIS sobre a marca, lembrando que os 3 tipos principais de apresentação de uma marca são:

a) Nominativa – apenas o texto, sem nenhuma apresentção gráfica, lettering, ilustração ou logotipo;

b) Figurativa – apenas a imagem, figura, ilutração, etc… sem nenhum texto (até 2 letras ainda não é considerado texto);

c) Mista – quando há uma apresentação visual (figura, ilustração, personagem, etc…) + texto;

E agora vamos analisar a POSTURA do ilustrador em questão:

1 – Nem vou comentar, acho que não precisa, né? HONRA é uma palavra cujo sentido é suficientemente claro.

2 – Assim como qualquer designer ou ilustrador, ao ser contratado e receber pelo trabalho, deveria abster-se de qualquer apropriação ou usurpação de direitos que já transferiu, não é justo receber 2 vezes pela mesma coisa, certo?

3 – Apesar das alegações do advogado de que não houve “prejuízo real” porque ele não concluiu o registro e também porque não foi feito uso da referida marca, devo lembrar que o Sr Ziraldo criou apenas a ilustração, por mais prosaico que seja o nome do evento, ele não o criou, mas tentou registrá-lo em seu nome, só isso é um ato claro de PIRATARIA, inegável, indiscutível. Além de ser um ato de completa falta de ÉTICA.

Na minha opinião, o juiz foi muito sábio: “A notoriedade e o prestígio gozados pelo réu, sobretudo sua representatividade perante o público infantil, fazem com que o agir ilícito dele se revista de maior grau de reprovabilidade“, anotou o magistrado na sentença.

Afinal, qual é o exemplo que deve ser transmitido aos jovens?

Talvez a maior punição seja a subjetiva, afinal, reputação não se compra, se constrói e então pergunto:

Qual é a reputação que adquire um designer ou ilustrador que, publicamente, é condenado por tentar se apropriar das marcas de seus clientes? Quem o contratará no futuro?

Resolvi escrever este post porque já fui contatado várias vezes por designers que pretendiam registrar como suas as marcas que criavam para os clientes, obviamente neguei-me a atendê-los, mas alguém deve tê-los atendido, com certeza. Então fica o alerta: não vale a pena ser pirata.

Quem quiser mais informações sobre o caso pode ler a matéria original, no site do Estadão.

12 de janeiro de 2012
Silvia Zampar

Palestra com Alê Camargo sobre Animação

Personagem de "A noite do vampiro"

O renomado roteirista, diretor e produtor de animação Alê Camargo, da Buba Filmes, fará uma palestra, onde contará um pouco de sua história como animador, os desafios que encontrou e dará muitas dicas para os iniciantes nessa área tão promissora no Brasil e no mundo.

Se você não conhece o Alê Camargo e seu trabalho, clique aqui e veja o site de sua produtora, onde poderá, também, conferir alguns de seus filmes.

Serviço:

  • Palestra com Alê Camargo
  • Quando: 26 de janeiro de 2012 (quinta-feira)
  • Horário: 20 horas (*)
  • Duração: 2 horas
  • Local: ArtAcademia - Av. Paulista, 509 – 19º andar – São Paulo/SP (ao lado do metrô Brigadeiro) (mapa)
  • Valor: gratuito – entrada 1Kg de alimento não perecível.

(*) Os organizadores da palestra pedem que se chegue com 15 minutos de antecedência e não garantem a entrada no auditório após às 20h.

11 de janeiro de 2012
Silvia Zampar

Novo comercial da Brahma e a busca pelo emprego ideal

Todos sonham com o emprego ideal e muita gente “fantasia” com determinadas profissões, tendo-as como as melhores do mundo, sejam por lidar com “mulherada”, por trazerem (ou aparentarem) status, enfim, a Brahma se aproveita disso e traz um desses clichês nesse novo filme “Trampo”:

11 de janeiro de 2012
Silvia Zampar

Cursos online UOL – o primeiro é gratuito

Recebi outro dia essa dica e tenho que divulgar pra vocês:

UOL está oferecendo uma série de Cursos Online. São mais de 450 cursos, todos por um valor bem baixo (apenas R$ 29,90/mês) e, pelo menos nesse momento, estão com uma promoção onde, ao se cadastrar (na verdade “quando você vira assinante”) o primeiro mês é grátis, com direito a um curso online e um áudio curso.

O tal campo “cadastre-se” é, na verdade, uma “assinatura”, já que se informa, inclusive, os dados de conta bancária para débito automático ou o número de cartão de crédito. E o assinante tem direito a um curso online e um áudio curso por mês, pelo valor mencionado de R$ 29,90. 

Eu fiz minha assinatura para pesquisar as informações e cursos desse post, entretanto, até o momento, não descobri como cancelar a mesmo, portanto, não inscreva-se se não tiver interesse de fato nos cursos.

Pesquisei e encontrei alguns cursos que podem ser interessantes para publicitários e designers, que estão disponibilizados nas áreas de Administração e Negócios; Arte e Cultura; e Informática:

  • Aumente seu potencial criativo;
  • Benchmarking;
  • Comunicação empresarial;
  • Encantando o cliente;
  • Marketing para inciantes;
  • Redação empresarial;
  • Técnicas eficazes para falar e público;
  • Fotografia;
  • Adobe Photoshop;
  • ASP;
  • AutoCAD;
  • CorelDRAW;
  • Javascript; dentre outros.

Vale salientar que todos os cursos são certificados, o que ajuda no currículo e serve, ainda, para as AC’s (para quem está fazendo faculdade nas áreas dos cursos.