Comercial para o Gol e seus recordes
Comercial feito pela AlmapBBDO para comemorar os 25 anos em que o Gol está na lista dos carros mais vendidos no Brasil, que entrou no ar no último final de semana.
Confira:
O blog AD!vertido, que acompanho diariamente, lançou um desafio/promoção no site deles: o I Desafio de Guerrilha: uma simpática promoção que vai contratar o ganhador para um estágio na agência Espalhe, a primeira
01 de março de 2012
Comercial feito pela AlmapBBDO para comemorar os 25 anos em que o Gol está na lista dos carros mais vendidos no Brasil, que entrou no ar no último final de semana.
Confira:
01 de março de 2012
Trata-se do selo de transgênicos, para designar alimentos que contenham mais de 1% de ingredientes geneticamente modificados em sua composição.
A utilização do mesmo nas embalagens de TODOS os produtos que se enquadram nas condições acima, tornou-se obrigatória a partir do último 26 de fevereiro.
Fiquei sabendo desse selo e dessas informações através da Revista EmbalagemMarca, ed.149, quando percebi a total desinformação (minha, claro, e, provavelmente, de todos).
Você sabia tudo isso? Não se preocupe, tenho a certeza que “reina” a desinformação a respeito do mesmo. Mesmo quem conhece o selo não consegue dar muitos detalhes a respeito de quando ele deve ser usado, porquê…
O consumidor, então, não tem a menor condição de, ao vê-lo numa embalagem, definir a sua importância e definir se deve ou não optar por aquele produto. Afinal, o que são e o que fazem “esses tais transgênicos”?
Pra que tornar obrigatória a colocação desse símbolo, tão impactante, com seu amarelo berrante gritando “atenção, perigo”, se não se tem esclarecimento nem divulgação a respeito? Porque as coisas são feitas dessa forma em nosso país? Porque se cria um símbolo (*), se faz uma lei obrigando seu uso (supõe-se com isso ser importante) e não se divulga para todos, dando os devidos esclarecimentos?
Para mim, é falha de quem legisla (faz as leis), de quem executa (coloca o símbolo e não explica nada em campanha), da imprensa – que sempre parece “pronta” para falar de mortes, casos de grande repercussão, mas muitas vezes esquece seu papel básico informativo…
(*) Aliás, minha opinião sobre esse símbolo é que ele é muito ruim. Claro que o intuito ao se utilizar o amarelo junto com esse formato de placa foi para trazer a informação de ATENÇÃO, implícita no código cromático e morfológico, entretanto, da forma simplista, torna o alerta quase uma sinalização de perigo (eu consigo rapidamente associar ao símbolo de radioativo), o que pode ser péssimo para as marcas/produtos e, ao mesmo tempo, não se tem (ou não nos oferecem) informações a respeito do perigo real desse tipo de modificação genética nos alimentos. É para fazer alarde, impedir as vendas desses alimentos? Se for, o símbolo cumpre bem essas metas.
29 de fevereiro de 2012
Estará sendo julgado em breve no CONAR (Conselho Nacional de Auto Regulamentação Publicitária) uma representação que acusa o anúncio do azeite Gallo (abaixo), feito pela AlmapBBDO, de racismo.

Não resta dúvidas que o que se tentou fazer, aqui, foi humor. O “tal humor” tão pedido pelos clientes, procurado “na marra” pelas agências, apreciado pelo público em geral – não que isso, comprovadamente, aumente ou não as vendas, apenas o recall do anúncio.
E, com humor ou qualquer outra linguagem que se opte, às vezes se acerta, às vezes não… Chegando, muitas vezes, à linha tênue que separa o certo do errado, ou do mal gosto, do que aqui estão chamando de racismo…
Agora, minha dúvida é: racismo é fazer isso, mesmo que sem querer, por pura empolgação, sem segundas intenções, ou deveria somente ato discriminatórios de fato, que tragam prejuízo à imagem ou pessoa, que não sejam condizentes com a nova realidade de nossa sociedade? Cabe um pedido de desculpas? – “Desculpe por nosso redator ser um rapaz empolgado, que se encantou com a grande “sacada” dele e ninguém percebeu que a brincadeira ia ofender?”
Em minha modesta opinião (quero ouvir a de vocês), na maioria das vezes, hoje em dia, o racismo ou preconceito estão na cabeça dos que se sentem discriminados e não em fatos reais. Afinal, eu também deveria me ofender de ver alguns utilizando camisetas onde se lê “100% negro”.
Fonte Folha de São Paulo online
28 de fevereiro de 2012
O nome dá a dica: HUMOR COMERCIAL. Não que os outros tipos de humor não tenham potencial vendedor, mas este é o que mais utiliza os atributos do produto ou serviço para criar situações engraçadas. Nele, o produto faz parte da piada.
Se para criar um anúncio bem humorado o cliente já precisa de ousadia – sim, se você trabalha na área sabe que muitos ainda são bem “quadrados” –, para fazer piada com o próprio produto é preciso mais ainda. E, nesse caso, deve-se ter também ainda mais cuidado, pois com a fácil propagação das peças hoje em dia, uma dupla interpretação ou piada mal estruturada pode criar uma imagem inversa da sua marca e prejudicar as vendas. Tudo teria o efeito contrário.
Um bom exemplo de setor que usa o HUMOR COMERCIAL é o setor automobilístico – Por ser um mercado concorrido, cada marca precisa ressaltar seus atributos. Eu acredito que uma das formas adequadas de dizer “estamos aqui” ou “nosso carro é mais completo” é justamente fazer do próprio carro o cenário para as situações cômicas. Humor comercial é isso: é não ter medo de rir de si mesmo para se promover.
A peça “Confissões” da Volkswagen, criação da Almap, é um bom exemplo disso tudo que falei. Confira:
Já falamos de HUMOR FÁTICO e na semana quem vem vamos falar sobre HUMOR EMOTIVO.
28 de fevereiro de 2012
Pra quem gostou da campanha anterior do Pôneis Malditos, da Nissan Frontier, vem ai um novo filme, muito mais “pegajoso”, com pôneis mais fofinhos e irritantes ainda.
Confira:
O diferencial, agora, é o aplicativo para o facebook “hiponeitizador“, onde ele capta os dados de nossos contatos e a gente pode dar uma “zuadinha” com nossos amigos por lá, mandando-lhes uma “tattoo ponei”, um feitiço…
Enfim, dessa vez eles aliam à campanha “chiclete”, uma ação em rede social que pode viralizar mais ainda a marca – uma grande sacada dos dias atuais para qualquer ação de comunicação.
Ah, e pra aproveitar essa época de Carnaval, ainda criaram 4 musiquinhas carnavalescas pra “colar” na mente, cada uma num ritmo diferente: frevo, axé, marchinha e samba.
27 de fevereiro de 2012
A DM9DDB assina o novo comercial que utiliza os famosos personagens dos Flintstones para vender os tubos e conexões da Amanco. Confira:
24 de fevereiro de 2012
24 de fevereiro de 2012
Campanhas promocionais podem somar números, mas também “esvaziar” conteúdo de usuários previamente interessados em uma marca
Um analista de mídias sociais é cobrado rotineiramente para desenvolver campanhas para atrair novos seguidores e fazer com que a marca seja popularmente conhecida. A estratégia quantitativa sem dúvida é essencial e é vendida para os clientes como o principal retorno de investimento na campanha. Entretanto, a qualidade da participação não é necessariamente medida em números e algumas questões devem ser postas na mesa:
As promoções são ótimas “iscas” para captar usuários que ainda não conhecem uma marca. Muitos são atraídos pelo grande prêmio e mais tarde podem tornar-se energizadores fiéis do produto. Enquanto isso, outras pessoas chegam à marca porque são interessadas e independem de premiações. Até aqui temos uma rede mesclada por voluntários e os usuários “pagos” por uma bonificação.
Campanhas promocionais devem ser feitas, mas com moderação. Quanto mais se bonifica o usuário, menos ele pensa com e pela marca. É como se esvaziasse o conteúdo qualitativo da participação bem intencionada. O usuário voluntário pode deixar de participar por não querer “competir” com aqueles outros que chegaram ao site/redes simplesmente pela premiação.
É preciso pensar em campanhas que não apenas “paguem” pela participação com prêmios e começar a valorizar boas ideias em troca de reconhecimento. A questão não é deixar de premiar, até porque os voluntários também merecem prêmios. O ponto é incentivar, reconhecer e popularizar boas ideias que não viralizam um produto, mas que alcançam prováveis usuários formadores de opinião.
24 de fevereiro de 2012
Eu não conhecia esse comercial para as pipocas Yoki, com dois personagens super graciosos. Achei uma graça, então resolvi compartilhar com vocês:
Descobri que o comercial não é novo (pela data que está postado no canal do YouTube da marca), e também vi lá que esse filme faz parte de uma série, que, provavelmente, foi feita para veiculação em outras ocasiões e cinemas. Se quiser conferir, clique abaixo e veja no próprio YouTube:
- Com Yoki, Futebol é mais Futebol
- Com Yoki, Cinema é mais Cinema
23 de fevereiro de 2012
Hoje o tema é 10% educativo e 90% curiosidade… Se você gosta de futebol, já relacionou as marcas acima com Ronaldinho (R9), Ronaldinho Gaúcho (R10), Cristiano Ronaldo (CR7), Luis Fabiano (LF9) e Lionel Messi (Messi). Mas você saberia dizer de quem são, legalmente, essas marcas?
RONALDINHO GAÚCHO e R10 – são de propriedade da empresa do irmão do Ronaldinho (ROBERTO DE ASSIS MOREIRA E CIA LTDA).
R9 (todas as variações) – são de propriedade da NIKE (no Brasil, EUA e Europa).
CR7 (todas as variações) – são de propriedade do Cristiano Ronaldo (CRISTIANO RONALDO DOS SANTOS AVEIRO – na Europa, no Brasil não há registro – ainda!).
LF9 (2 variações) – são de propriedade do SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE (no Brasil – na Europa eu não encontrei nada).
LEO MESSI e MESSI – são de propriedade do próprio LIONEL ANDRES MESSI CUCCITTINI (na Europa, porque aqui no Brasil eu não achei nada)
Os acordos por trás destas marcas, os valores envolvidos, as condições em que foram acertados, nada disso eu sei, mas o que posso garantir é que hoje, tanto os jogadores quanto os artistas, atletas e celebridades em geral podem se tornar MARCAS e devem tomar cuidados “empresariais” com seus nomes, apelidos, etc.
Esses dias fui olhar uns cadernos pra minhas filhas e tinha até caderno com capa do Michel Teló!!! Só faltou aqueles chips (chineses) com a música: “Nossa, nossa! Assim você me mata!”
Agora a “onda” é o MMA… quem duvida que alguns nomes de atletas desse esporte passem a ser objeto de disputas?
E olha que nem falei dos domínios na internet, que são muito mais fáceis de piratear e difíceis de recuperar… Enfim, minha dica é simples: previna-se! Registre tudo que for possível (domínio, marca, nickname do Twitter, Facebook, etc.).
Ufa! Pra quinta-feira pós carnaval tá bom, né?