23 de maio de 2010
Silvia Zampar

Novos comerciais para Bom Bril Eco

Posto abaixo os novos comerciais criados pela WMcCann para o Bom Bril Eco, o Bom Bril de sempre, numa nova embalagem (ao lado), que agora inclui a palavra “Eco”, para ressaltar que o produto lã de aço é um produto ecológico correto.

Via Clube on-line SP

22 de maio de 2010
Silvia Zampar

Comercial “A vírgula” da ABI

Eu sempre gosto de mostrar para meus alunos o anúncio da ABI, criado pela agência Africa. Acho a redação simples, inteligente e, por que não dizer, brilhante. Confira abaixo o comercial, que contém os mesmos ingredientes do anúncio citado:

Incluído depois: a pedido do leitor Vagner Pereira, segue abaixo o anúncio alltype, dessa mesma campanha (se quiser ver maior, basta clicar na imagem):

22 de maio de 2010
Silvia Zampar

Anúncios para Centro Oftalmológico

Não tenho maiores informações de quem fez esses anúncios, apenas a informação de que são para um centro oftalmológico, mas confesso que quando vi eu morri de rir. Poxa, mas será que quem chegou a esse ponto ainda adianta procurar o oftalmologista? – rs

22 de maio de 2010
Silvia Zampar

Coisas que acontecem com quem tem blog…

Essa postagem não é instrutiva, não é sobre propaganda, nem design… Então o que essa faz aqui? Trata-se de um desabafo e também uma forma de dividir com vocês como às vezes é dura é essa vida de blogueira (chegando até a ser engraçado, de tão absurdo).

É incrível o número de pessoas que não têm a menor noção ainda do que é a Internet, ou como funciona o esquema de site de empresas, blogs independentes. Ok, sem ser preconceituosa, claro que todo dia a Internet ganha novos usuários, que foram favorecidos pela economia e puderam adquirir seus computadores, acessar a rede…

Mas acho que as pessoas primeiro têm que entender como tudo funciona, antes de sair por ai “atirando” emails e comentários absurdos, como às vezes recebo… Em alguns casos, onde a pessoa até falta com a educação, eu quase perco a paciência, mas respiro e demoro horas antes de responder. Outros, confesso que até chego a rir, de tão estapafúrdia a confusão.

Segue abaixo alguns exemplos para ilustrar o que estou falando:

  • Numa postagem que divulguei a propaganda de um determinado produto (só me lembro que era alimento), uma pessoa deixou um comentário pedindo se poderíamos fazer a doação de uma determinada quantidade do produto, para uma instituição da qual ela fazia parte. Respondi que se ela procurasse o site do fabricante e entrasse em contato com ele, talvez tivesse êxito.

  • Outro dia recebi um e-mail de uma pessoa revoltadadíssima contra um vídeo que eu havia postado, dizendo que “o comercial que ‘havíamos’ feito era extremamente machista.” Que deveríamos tirar do ar, que era uma vergonha… Nessa ocasião também respondi (pacientemente) que se ela contatasse o fabricante poderia se desabafar com mais sucesso, já que não tenho nada a ver com isso.

  • Tem uma postagem que fiz, a respeito de como proceder em caso de concursos e sorteios, que requerem uma autorização especial e, desse caso, já recebi alguns emails pedindo “consultoria”, pra eu explicar melhor esse ou aquele ponto. Evidente que são pessoas que querem encurtar seu trabalho, já que terão que ir atrás dos órgãos competentes…

  • Como tenho algumas postagens com trabalhos de fachadas de alunos, às vezes recebo emails assim “gostaria de um projeto de fachada para minha empresa”. Só isso! Nenhuma informação, nem mais nada. A resposta é óbvia: “Procure um profissional de Design ou Propaganda de sua cidade ou região!”

  • Tem os folgados: “vi sua postagem ‘tal’ e como vou fazer o meu TCC (ou um trabalho da empresa) sobre isso, gostaria de saber se você não pode me mandar mais material a respeito ou se poderia me indicar onde posso saber mais a respeito”. A pesquisa é sua ou minha? Não faz parte do “seu” TCC? Então, conhece o Google? (respira, respira…)

  • Ah, e tem os grossos, que ofendem por achar que tenho a obrigação de dar mais informação, que é um absurdo uma “notícia pela metade”, ou que “eu não tenho direito” de escrever isso ou aquilo, falando que “eu me acho…” Poxa, perdeu tempo aqui no blog porque? Se não gostou, é só ir embora…

Bem, na verdade, como já disse anteriormente, esse é mais um desabafo, pra explicar o óbvio, ou seja, que:

  1. Este blog (como a maioria) é mantido por pura boa vontade: não recebo verba alguma, não ganho dinheiro com ele;
  2. Mantenho ele pelo grande amor que tenho pela área (de propaganda e design) e carinho que tenho com quem está iniciando (lembro bem quando comecei, que nem Internet havia, como é difícil encontrar as informações certas);
  3. Blog é um espaço mantido por alguém, com caráter opinativo e rápido (você coloca rapidamente algo no ar, sem depender de programadores de web), portanto pode e deve ter conteúdo com opiniões próprias (adequadas ou não). Você deve acompanhar e ler por afinidade;
  4. Tá lá no cabeçalho: quem mantém o blog, do que ele trata. Portanto as pessoas precisam aprender a ler, sabendo distinguir o espaço de uma pessoa, do de empresas (fabricantes de produtos e/ou detentoras de marcas);
  5. Os comentários estão habilitados (mas só são liberados após eu lê-los), pois é muito bacana a troca de informação, portanto as pessoas precisam se acostumar a comentar cada vez mais, pois não adianta só as estatísticas disserem que temos acesso, é bom falar com quem nos acompanha: isso é o que espero;
  6. Claro que pode criticar, que pode ter opinião própria, só não pode esquecer que é um espaço “de alguém”, ou seja, é como se você entrasse na casa de alguém, tomasse café e comesse bolo e só o que faz com o dono da casa é ofender… Se não gostou, seja educado e saiba colocar-se, só isso;
  7. É necessário bom senso: não se deve utilizar os outros em benefício próprio… Uma coisa é comentar pedindo uma informação rápida, um esclarecimento de algo que não tenha sido bem explanado, outra é pedir pra fazerem o que é um trabalho seu.

Pronto, falei – rs

21 de maio de 2010
Silvia Zampar

Web globalização: todo mundo está na Internet…

Os cartuns que estamos publicando semanalmente são todos do Dorinho, que gentilmente nos permitiu a veiculação. Este de hoje foi publicado originalmente no Jornal PropMark.

21 de maio de 2010
Silvia Zampar

Frase da semana: “Textos de anúncio não se assina”

Li essa frase logo no começo do livro O Copy Criativo, de Roberto Menna Barreto, que ele conta ter ouvido muitas vezes do Orígines Lessa, seu companheiro na agência Thompson na época.

Isso porque costumamos ter um orgulho muito grande de um texto publicitário que criamos e, às vezes, surgem grandes impasses quando o cliente reprova, ou o Diretor de Criação pede para alterar. Geralmente o “ego” do Redator fala mais algo e fica brigando e defendendo aquele texto.

Mas a sabedorias do Orígenes Lessa nos ensina muito… Pra quê tanto apego a algo que sequer será vinculado ao seu nome, já que anúncios levam em primeiro lugar a assinatura do cliente (produto/empresa) e, discretamente, a assinatura da agência.

Desapego, meus caros, desapego… O que importa é cumprir o objetivo final (geralmente: vender).

Aproveite e leia a postagem “O Cliente tem sempre razão“, que a nossa colunista Denise Faria escreveu e gerou comentários bem legais.

21 de maio de 2010
Silvia Zampar

Revista Pack – Maio

Quem já acompanha o TuDiBão já viu em outras ocasiões a dica aqui da Revista Pack, sendo que já está disponível online a edição de Maio (só disponível para visualização online e não para download – não adianta clicar no link que não dará certo).

Nesta edição você poderá conferir:

  • O estilo de vida das pessoas reflete nas novas demandas para embalagens;
  • As embalagens do setor de beleza;
  • O mercado de embalagens não está em crise, a renda aumentou; e muito mais.

A publicação é da Editora Banas e diferencia-se de outras revistas do segmento por procurar trazer informações técnicas e também mercadológicas do setor de embalagens, tanto em termos nacionais como global.

Você pode ainda conferir todas as edições anteriores clicando aqui, e caso você estude PP ou Design Gráfico, a leitura e fichamento da revista será válido para as AC’s (outros cursos devem consultar seus orientadores).

21 de maio de 2010
Silvia Zampar

Anúncios excelentes para o Conar

Excelentes esses anúncios criados pela Almap BBDO para o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).

O primeiro, um legítimo alltype e também copy (clique para ver maior e ler), é de uma campanha para informar sobre a importância de seu trabalho pela ética no mercado publicitário.

Na sequência apresento mais três anúncios, de uma outra campanha, sendo que as campanhas procura destacar o trabalho do Conar pela ética na publicidade, esclarecendo sobre as atividades do órgão:

Via TwitPic da Amap

21 de maio de 2010
Mario Mancuso

Livros de Ilustração que não podemos deixar de ter (parte 1)

Olá, pessoal

Hoje começarei uma série nova de posts, que não serão necessariamente em sequência, onde comentarei e mostrarei livros importantes para a formação do ilustrador.

Como sabemos, tornar-se um ilustrador é uma tarefa complexa e que depende de muitos fatores, entre eles uma sólida formação teórica e intelectual. Mais uma vez, bato na tecla que a técnica é apenas parte do problema, que sem a referência teórica necessária, a formação fica falha e com buracos.

Ao longo do tempo vou listar livros para que o amigo ilustrador forme sua biblioteca. Ah, aceitamos sugestões também. Vamos lá!

Bom, para começar, vamos ver alguns livros e autores interessantes sobre desenho básico. Quando falamos em desenho básico, nos referimos às primeiras noções sobre desenho: desenho de observação, construção, perspectiva, luz e sombra.

Sempre digo em minhas aulas que desenhar é uma forma de expressão natural e primordial no homem. Nascemos sabendo desenhar, porém desaprendemos por culpa da forma como somos educados e preparados para nossa sociedade, dominada pelas letras e pela escrita.

Desenhar é perceber e representar, ou seja, é percepção ! Essa percepção é traduzida na forma de grafismos que visam traduzir nossas impressões do mundo ao redor, de forma intuitiva e direta (sem influência do raciocínio).

Dentro desta ideia, indico o livro Desenhando Com o Lado Direito do Cérebro, de Betty Edwards, onde a autora, que além de artista e professora é pedagoga, aborda a questão do aprendizado de desenho utilizando o lado perceptivo do cérebro em detrimento do lado racional. Com isso, aumentamos nossa capacidade de perceber formas, volumes e texturas, abandonando paradigmas e bloqueios impostos ao longo da nossa criação. Os resultados são surpreendentes e o livro vale a leitura, sendo item obrigatório na sua biblioteca!

Entrando na técnica de desenho, temos Andrew Loomis, um dos autores mais conhecidos de livros sobre técnicas. Entre as décadas de 1940 e 1950 escreveu vários livros focando todas as técnicas básicas de desenho, como luz e sombra, perspectiva, composição, etc. Seus livros e aulas foram inúmeras vezes utilizados e copiados em todos os livros, cursos e apostilas modernas de desenho. No blog desenhandotudo.com você encontra informação a respeito dos seis livros escritos por esse sensacional autor. Infelizmente a obra impressa dele se esgotou há anos e a família não teve interesse em republicar. Assim, só através de downloads da internet (não é difícil encontrar).

Para terminar, a coleção de arte de Walter Foster (nome de artista da Globo, não? – rs). São livros sobre pintura e desenho feitos por um artista americano, mas traduzidos para o português. A técnica e beleza presente no trabalho é impressionante, através de exercícios fáceis e divertidos de se fazer. Hoje se encontram esgotados mas, com muita sorte, é possivel encontrar em sebos (dica, o site Estante Virtual reúne sebos de todo o Brasil e existem vários livros do autor disponíveis).

Por hoje é só. De tempos em tempos voltarei com mais livros. Há dezenas deles – rs

Abraços e até semana que vem!

20 de maio de 2010
Rick Benetti

Adobe CS5: Premium Produção

Muito se tem falado nas últimas semanas do lançamento do Adobe CS5… Parece que as ferramenta estão realmente melhores.

Estou vendo que voltaram a fazer lançamentos anuais dos softwares, mas eu acho isso muito ruim para o mercado… Entendo que para a evolução da web é fundamental o amadurecimento das ferramentas, mas creio que deveriam levar no mínimo 4 anos para lançarem novas versões, pois 1 ou 2 anos é pouco tempo para você se acostumar e conseguir desenvolver utilizando todos os recursos destas ferramentas.

Bom, abaixo segue um vídeo que apresenta as novas possibilidades da suite da Adobe: