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	<title>TuDiBão &#187; Marketing</title>
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	<description>Aqui você encontra tudo de bom em propaganda e design gráfico</description>
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		<title>B2 &#8211; Innovation Weekend = uma experiência de empreendedorismo</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/05/b2-innovation-weekend-uma-experiencia-de-empreendedorismo.html</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 09:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Zampar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos e Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[coaching]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Mentoring]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é, de fato, uma experiência inovadora. Se você gosta de inovação e de empreendedorismo e quer aprender na prática, saindo da teoria da sala de aula, a Agência de formaturas e eventos B2 oferece a oportunidade de você interagir como sócio da agência. A B2 Innovation Weekend será uma semana diferente, onde você aprenderá, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-23742" title="B2" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/B2-e1337216501764.png" alt="" width="234" height="195" /></p>
<p>Este é, de fato, uma experiência inovadora. Se você gosta de inovação e de empreendedorismo e quer aprender na prática, saindo da teoria da sala de aula, a Agência de formaturas e eventos B2 oferece a oportunidade de você interagir como sócio da agência.</p>
<p>A <a href="http://www.b2agencia.com.br/iw" target="_blank">B2 Innovation Weekend</a> será uma semana diferente, onde você aprenderá, será desafiado e apresentará sua proposta para inovação para a marca deles, que depois será apresentada aos donos da empresa.</p>
<p>Além de <strong>prêmios</strong> para o grupo vencedor, você ainda poderá ser convidado a tirar o seu projeto do papel. Tudo só depende do quanto o seu projeto irá impressionar e convencer os caras!</p>
<p>Vamos à algumas particularidades dessa semana de inovações?</p>
<ul>
<li>Só podem participar universitários que estejam pelo menos no terceiro semestre do curso (ou segundo ano);</li>
<li><strong>Não é preciso ter tido nenhuma experiência ou conhecimento anterior = </strong>eles vão ensinar o que for necessário com materiais, vídeos e discussões antes e durante o Innovation Weekend;</li>
<li>O evento acontecerá durante 3 dias: de <strong>25 a 27 de maio de 2012 </strong>(sexta a domingo), na sede da B2 em São Paulo. Confira<a title="Clique e confira" href="http://www.b2agencia.com.br/iw/Regulamento.aspx" target="_blank"> nesse link o roteiro completo dos 3 dias</a>;</li>
<li>Os prêmios são:<br />
<a href="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/B2_premios.png"><img class="aligncenter size-large wp-image-23743" title="B2_premios" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/B2_premios-510x179.png" alt="" width="510" height="179" /></a></li>
<li>Os integrantes do grupo vencedor ganharão um <em>mentoring</em> (*1) com um dos sócios da B2;</li>
<li>O integrante desse grupo, que for considerado de maior destaque, fará 6 a 10 sessões de <em>coaching </em>(*2); e</li>
<li>30 pacotes de Fusion;</li>
<li>As inscrições devem ser feitas com antecedência, <a title="Clique e se inscreva" href="http://www.b2agencia.com.br/iw/Cadastro.aspx" target="_blank">nesse link</a>;</li>
<li><a href="http://www.b2agencia.com.br/iw/Contato.aspx" target="_blank">Contato com a organização do evento nesse link</a>.</li>
</ul>
<p><span style="font-size: x-small;">(*1) <em>Mentoring</em> é uma espécie de tutoria onde um profissional mais mais experiente orienta e compartilha com profissionais mais jovens experiências e conhecimentos no sentido de dar-lhes orientações e conselhos para o desenvolvimento de suas carreiras. Estas orientações vão desde o âmbito pessoal até o profissional.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">(*2) <em>Coaching</em> é um processo de aceleração de resultados que consiste no desenvolvimento de competências e habilidades para o alcance de resultados planejados, e para serem alcançados com êxito necessitam de: empenho, foco e ações efetivas por parte do cliente.</span></p>
<p>E então, se você sonha em seguir carreira na área de empreendedorismo, inovação, administração, marketing, etc., não perca essa oportunidade de ser desafiado e aprender muito. Participe, você só tem a ganhar (principalmente em termos de experiência &#8211; o que mais sentimos falta quando alunos).</p>
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		<title>Comunicação Digital nas Eleições: indispensável e decisória</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/05/comunicacao-digital-nas-eleicoes-indispensavel-e-decisoria.html</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 10:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[O rumo do marketing em campanhas eleitorais teve uma considerável mudança após o advento das mídias sociais. A eleição do presidente norte-americano Barack Obama e a repercussão no Twitter é um marco para redirecionar olhares para a campanha digital, mas significou muito mais que isso&#8230; Onde estão os eleitores? Atualmente, no Facebook ou em blogs, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://tudibao.com.br/2012/05/comunicacao-digital-nas-eleicoes-indispensavel-e-decisoria.html/eleicoes_2012_redes_sociais_marketing_digital" rel="attachment wp-att-23554"><img class="aligncenter size-medium wp-image-23554" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/eleicoes_2012_redes_sociais_marketing_digital-360x236.jpg" alt="" width="360" height="236" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center">O rumo do marketing em campanhas eleitorais teve uma considerável mudança após o advento das mídias sociais. A eleição do presidente norte-americano Barack Obama e a repercussão no Twitter é um marco para redirecionar olhares para a campanha digital, mas significou muito mais que isso&#8230;</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Onde estão os eleitores? Atualmente, no Facebook ou em blogs, discutindo propostas políticas, promovendo mobilização social e exercendo a cidadania.</p>
<p>Na internet as pessoas são muito mais vulneráveis a serem politizadas ou tomadas por uma causa social. Pelo menos uma vez na vida você já apoiou uma causa, seja para tapar o buraco da sua rua, para ajudar um animal doente ou mesmo para comentar as propostas de um candidato. De acordo com os pressupostos da comunicação de massa, em meio ao debate público entre pessoas conhecidas, o indivíduo sente-se na obrigação de assumir uma posição de ser contra ou a favor.</p>
<p>E há uma questão muito óbvia para decidir os rumos de qualquer campanha de marketing: <strong>é preciso estar no mesmo ambiente em que público alvo está, falando a mesma língua, interagindo de igual para igual</strong>.  A hierarquia de poder é o que todos os candidatos tentam eliminar em suas campanhas quando mostram-se seres “comuns e simples”, que compartilham os problemas sociais e, por isso, são as pessoas certas para representar os interesses de uma cidade, estado, país etc.</p>
<p>Uma campanha digital bem feita pode alcançar o ROI (<em>return of investiment &#8211; </em>retorno do investimento) pela vitória do candidato assessorado ou, simplesmente, por representar um político à disposição da sociedade. Além da ética e do compromisso em fazer uma campanha que passe credibilidade para os eleitores, <strong>o marketing digital pode decidir o resultado nas urnas pelas seguintes motivos</strong>:</p>
<p><strong>- Contato com os eleitores: </strong>O conceito de web 2.0 é ultrapassado e a premissa de interação é quase que obrigatória para quem quer atuar nesse cenário. Falar ao público de forma direta e identificar os reais problemas são a principal estratégia para pautar propostas a serem feitas pelo candidato.</p>
<p><strong>- Possibilidade de reverter crises: </strong>A corrida é árdua e a concorrência está de olho! Nas mídias sociais é possível prever as crises e as críticas a partir do monitoramento, que podem ser utilizados como defesa e reversão de um quadro negativo.</p>
<p><strong>- Retornos precisos: </strong>Diferente de pesquisas que possam parecer tendenciosas ao entrevistar os eleitores, as métricas nas redes sociais – quando bem interpretadas &#8211; podem simbolizar a real intenção de voto dos eleitores e garantir a aprovação da massa.</p>
<p><strong>- Mobilização </strong><strong>social: </strong>Engajamento. Esse é um dos pressupostos básicos de uma rede social. Portanto, não há lugar mais propício para promover uma mobilização em torno de uma causa política. Pedir apoio por pedir, como é feito nas propagandas eleitorais gratuitas no rádio e na TV, não garantem a adesão, por não fazerem parte da realidade do eleitor naquele momento. Portanto, estar 24h conectado à rede é um ponto positivo para promover-se em causas para o bem social.</p>
<p>Vale lembrar que a comunicação política exige um trabalho minucioso de monitoramento e interação com o usuário e que, obviamente, é sempre alvo de críticas da oposição. Portanto é essencial estar preparado para lidar com esse cenário e ter cautela para revertê-los assumindo o compromisso ético de salvar a sua campanha.</p>
<p>Se está pronto para encarar o desafio da mobilização social em prol de uma eficiente campanha eleitoral, bom trabalho! Sinta-se privilegiado por fazer parte do marco que transforma a comunicação política a partir do digital.</p>
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		<title>Redes sociais são coisas de séculos passados</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/05/redes-sociais-sao-coisas-de-seculos-passados.html</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 10:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim. Rede social não é uma invenção da modernidade e existe desde as pinturas rupestres e nas primeiras relações humanas. Mas pra que saber disso se você trabalha com redes online, não é mesmo? O conceito e a fundamentação teórica são de fundamental importância para realizar ações concretas em novas aplicações. Sem compreender o conceito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left" align="center"><a href="http://tudibao.com.br/2012/05/redes-sociais-sao-coisas-de-seculos-passados.html/pinturas-rupestres-redes-sociais" rel="attachment wp-att-23433"><img class="alignleft  wp-image-23433" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/pinturas-rupestres-redes-sociais-360x280.jpg" alt="" width="288" height="224" /></a>Sim. Rede social não é uma invenção da modernidade e existe desde as pinturas rupestres e nas primeiras relações humanas. Mas pra que saber disso se você trabalha com redes online, não é mesmo? O conceito e a fundamentação teórica são de fundamental importância para realizar ações concretas em novas aplicações. Sem compreender o conceito de interação não é possível realizar qualquer campanha factível. Esperar que o engajamento caia do céu, sem entender porque ele acontece, faz com que muitas empresas continuem errando ao pensar que para engajar usuários à marca é necessário apenas fazer promoções.</p>
<p> <strong>De onde vem?</strong></p>
<p>Rede social é um conceito antigo originado muito antes da discussão sobre redes sociais virtuais, emergentes no século XXI. Ele está antes disso, relacionado às interações sociais, aos grupos, às relações entre as pessoas e elos sociais criados em comunidades. Os significados de interações sociais e grupos sociais possuem significados semelhantes, por isso é necessário fazer uma descrição desses termos para melhor compreendê-los.</p>
<p>O conceito de interações sociais significa ações recíprocas entre indivíduos, que são necessárias para a organização de um determinado espaço. Podem ser entendidas também como estabelecimento de relações entre os indivíduos, realmente uma interação ou uma “mistura” de pensamentos e ações com outros sujeitos feitos através de várias formas propostas pela linguagem.</p>
<p><strong>Grupos</strong></p>
<p>Grupos podem ser entendidos como a junção de um ou mais indivíduos em prol de um objetivo, uma soma de pessoas, um conjunto. Podendo ser grupos formais, que são regidos por uma organização, com regras, tarefas previamente colocadas para seus membros etc. ou grupos informais, que são estruturas livres de formalidade, acontecem naturalmente, sem regras, é apenas um contato com as outras pessoas, uma conversação informal. Por exemplo: um grupo de amigos dentro de uma empresa onde trabalham.  Dentro dos grupos informais existem muitos outros grupos, o de comando, de tarefa, de interesse, de amizade etc.</p>
<p>Além dos grupos formais e informais, existem também os grupos primários, onde fazem parte dele família, amigos ou pessoas próximas por localização ou interesse. Há os grupos secundários formados por membros que não possuem tanto grau de proximidade como o primário, mas possuem interesses comuns, são eles partidos políticos, igrejas etc. <a href="http://tudibao.com.br/2012/05/redes-sociais-sao-coisas-de-seculos-passados.html/engajamento1-2" rel="attachment wp-att-23435"><img class="alignright size-full wp-image-23435" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/engajamento11.jpg" alt="" width="225" height="225" /></a></p>
<p>Os grupos sociais são extrínsecos aos indivíduos, caso algum membro resolva sair do grupo, ele continua a existir. As Redes Sociais surgiram na necessidade do homem de criar laços, de se comunicar, de compartilhar com o outro suas ideias e pensamentos, interesses comuns entre seus pares.</p>
<p>As redes apresentam uma solução viável e desejável aos cidadãos ativos e conscientes das necessidades de transformações do mundo. Elas possibilitam a articulação dos movimentos culturais e informacionais capazes de propor alternativas para a humanidade, fundamentadas em valores democráticos. A comunicação é algo extremamente importante na construção do ser humano como indivíduo, pois quando há um compartilhamento de informações é gerado, na maioria das vezes, um conhecimento muito grande. Criando redes sociais, formando grupos, tirando então o sujeito da dicotomização criada entre sujeito e sociedade e o trazendo novamente para o mundo social, onde ele constrói e desconstrói suas ideias, interage com outros indivíduos e enriquece o mundo do conhecimento e sua comunidade linguística.</p>
<p><strong>Engajamento marca &#8211; usuário</strong></p>
<p>De posse desses conceitos é possível perceber que o reforço imediato utilizado por grande parte das empresas em participar – ganhar prêmio é um ótimo divulgador, mas não é suficiente para manter as relações entre emissor e receptor.</p>
<p>Redes como Twitter, Facebook etc são apenas uma nova forma de linguagem para expressão das interações humanas, com um potencial divulgador com alcance ilimitado, é claro. Os profissionais de comunicação que pensarem nisso, sem dúvida, vão concretizar ações com retorno para as empresas muito mais eficientes e poderão transformar embaixadores, muito além de vencedores de promoções.</p>
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		<item>
		<title>Livros Grátis para quem quer trabalhar com Redes Sociais ou Comunicação</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 10:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[“Trabalhar com redes sociais é muito simples. Basta ser influente e tuitar ou postar no Facebook com freqüência”. Que atire a primeira pedra quem trabalha nesse mercado e nunca ouvir algo parecido com essa frase. Sem dúvida alguma, ter o hábito de acessar as redes sociais constantemente é um pré requisito básico desse profissional, entretanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><em>“Trabalhar com redes sociais é muito simples. Basta ser influente e tuitar ou postar no Facebook com freqüência”.</em> Que atire a primeira pedra quem trabalha nesse mercado e nunca ouvir algo parecido com essa frase. Sem dúvida alguma, ter o hábito de acessar as redes sociais constantemente é um pré requisito básico desse profissional, entretanto não é o suficiente.</p>
<p>Conhecer o ambiente em que está atuando é fundamental para prever riscos e evitar gafes. Já falamos aqui sobre a <span style="text-decoration: underline;"><a title="Clique e confira essa postagem" href="http://tudibao.com.br/2012/01/especial-analista-de-midias-sociais-salarios-e-formacao.html" target="_blank">formação que uma analista de mídias sociais precisa ter</a>,</span> mas vai muito além disso. Em nenhum livro você vai encontrar uma fórmula para atuar nas mídias sociais, mas vai no mínimo, saber melhor com o que está lidando e compreender que a comunicação na mídia online é bem diferente da tradicional que até então é ensinada nas universidades.</p>
<p><a href="http://tudibao.com.br/2012/04/livros-gratis-para-quem-quer-trabalhar-com-redes-sociais-ou-comunicacao.html/ebook_redes-sociais" rel="attachment wp-att-22865"><img class="aligncenter size-medium wp-image-22865" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Ebook_redes-sociais-360x225.jpg" alt="" width="360" height="225" /></a></p>
<p>Portanto, vai uma<strong> lista com livros grátis</strong> (e em português) <strong>sobre redes sociais e comunicação</strong>, essenciais para quem quer ter conhecimento suficiente para ser um profissional de sucesso na área:</p>
<ol>
<ol>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/comoescrevernaweb" target="_blank">Como escrever para a web</a> (Guillermo Franco)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/o_que__o_virtual_-_pierre_lvy" target="_blank">O que é o virtual?</a> (Pierre Lévy)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/jornalismo2" target="_blank">Jornalismo 2.0: como viver e prosperar</a> (Mark Briggs)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/web2erroseacertos" target="_blank">Web 2.0: erros e acertos</a> (Paulo Siqueira)</li>
<li><a href="http://www.scribd.com/doc/13458481/Para-Entender-a-Internet" target="_blank">Para entender a internet</a> (org. Juliano Spyer)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/socialmedia" target="_blank">Redes sociais na internet</a> (Raquel Recuero)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/televisao" target="_blank">Televisão e realidade</a> (Itania Gomes)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/cinema" target="_blank">Autor e autoria no cinema e televisão</a> (José Francisco Serafim)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/commobile" target="_blank">Comunicação e mobilidade</a> (André Lemos)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/genero" target="_blank">Comunicação e gênero: a aventura da pesquisa</a> (Ana Carolina Escosteguy)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia-conceitos-2010.pdf" target="_blank">Conceitos de comunicação política</a><strong> </strong>(org. João Carlos Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/domingues-paradigma-2010.pdf" target="_blank">O paradigma mediológico: Debray depois de McLuhan</a><strong> </strong>(José A. Domingues)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/serra-canavilhas-relatorio-ipw.pdf" target="_blank">Informação e persuasão na web</a> (org. Paulo Serra e João Canavilhas)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia-teoria-critica-discurso-noticioso.pdf" target="_blank">Teoria e crítica do discurso noticioso</a> (João Carlos Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/seixas-classificacao-2009.pdf" target="_blank">Redefinindo os gêneros jornalísticos</a> (Lia Seixas)</li>
<li><a href="http://www.issuu.com/midia8/docs/ebook_novos_jornalistas" target="_blank">Novos jornalistas: para entender o jornalismo hoje</a> (org. Gilmar R. da Silva)</li>
<li><a href="http://www.depoisdeamanha.com.br/download/depois-de-amanha-2.0.1-print.pdf" target="_blank">O marketing depois de amanhã</a><strong> </strong>(Ricardo Cavallini)</li>
<li><a href="http://www.brandingemarcas.com.br/artigos-pdf/livro-branding-o-manual-para-voce-criar-gerenciar-e-%20avaliar-marcas.pdf" target="_blank">Branding: um manual para você gerenciar e criar marcas</a> (José R. Martins)</li>
<li><a href="http://www.brandingemarcas.com.br/artigos-pdf/livro-grandes-marcas-grandes-negocios.pdf" target="_blank">Grandes Marcas Grandes Negócios</a> (José R. Martins)</li>
<li><a href="http://www.rp-bahia.com.br/biblioteca/e-books/rpdigitais-chamusca-carvalhal.pdf" target="_blank">Relações Públicas digitais</a> (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)</li>
<li><a href="http://knightcenter.utexas.edu/ccount/click.php?id=9" target="_blank">Ferramentas digitais para jornalistas</a> (Sandra Crucianelli)</li>
<li><a href="http://www.sobreblogs.com.br/blogfinal.pdf" target="_blank">Blogs.com: estudos sobre blogs</a> (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)</li>
<li><a href="http://www.mobilizebook.com.br/download/mobilize_impressao.pdf" target="_blank">Mobilize: guia prático sobre marcas e o universo mobile</a> (Ricardo Cavallini)</li>
<li><a href="http://www.issuu.com/papercliq/docs/ebookmidiassociais" target="_blank">Mídias sociais: perspectivas, tendências e reflexões</a> (e-books coletivo)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/nogueira-manuais-cinema-I-2010.pdf" target="_blank">Manuais de cinema I: laboratório de Guionismo</a> (Luís Nogueira)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/nogueira-manual_II_generos_cinematograficos.pdf" target="_blank">Manuais de cinema II: gêneros cinematográficos</a> (Luís Nogueira)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/nogueira-manuais_III_planificacao_e_montagem.pdf" target="_blank">Manuais de cinema III: planificação e montagem</a> (Luís Nogueira)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/nogueira-manuais_IV_cineastas.pdf" target="_blank">Manuais de cinema IV: os cineastas e a sua arte</a> (Luís Nogueira)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/camilo-consumptor-2010.pdf" target="_blank">Homo consumptor: dimensões teóricas da publicidade</a> (Eduardo Camilo)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/ferreira-retorica-livroslabcom-05-09.pdf" target="_blank">Retória e mediação II: da escrita à internet</a> (org. Ivone Ferreira e María Cervantes)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/centeno-maria-joao-conceito-de-comunicacao.pdf" target="_blank">O conceito de comunicação na obra de Bateson</a> (Maria Centeno)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/morais-susana-comunicacao.pdf" target="_blank">Comunicação e estranheza</a> (Suzana Morais)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/elias-herlander-neon-digital.pdf" target="_blank">Néon digital: um discurso sobre os ciberespaços</a> (Herlander Elias)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/serra-paulo-manual-teoria-comunicacao.pdf" target="_blank">Manual da teoria da comunicação</a> (Joaquim Paulo Serra)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/penafria-esteticas_do_digital.pdf" target="_blank">Estética do digital: cinema e tecnologia</a> (org. Manuela Penafria e Mara Martins)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/barbosa_suzana_jornalismo_digital_terceira_geracao.pdf" target="_blank">Jornalismo digital e terceira geração</a> (org. Suzana Barbosa)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/gradim-anabela-comunicacao-etica.pdf" target="_blank">Comunicação e ética</a> (Anabela Gradim)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/rodrigues-catarina-blogs-fragmentacao-espaco-publico.pdf" target="_blank">Blogs e a fragmentação do espaço público</a> (Catarina Rodrigues)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia_sociedade_comunicacao.pdf" target="_blank">Sociedade e comunicação: estudos sobre jornalismo e identidades</a> (João Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/santos_correia_teorias_comunicacao.pdf" target="_blank">Teorias da comunicação</a> (org. José Manual Santos e João Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia_comunicacao_poder.pdf" target="_blank">Comunicação e poder</a> (org. João Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia_comunicacao_politica.pdf" target="_blank">Comunicação e política</a> (org. João Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/gradim_anabela_manual_jornalismo.pdf" target="_blank">Manual de jornalismo</a> (Anabela Gradim)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/serra_paulo_informacao_utopia.pdf" target="_blank">A informação como utopia</a> (Joaquim Paulo Serra)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/correia_jornalismo_espacopublico.pdf" target="_blank">Jornalismo e espaço público</a> (João Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/fidalgo-antonio-logica-comunicacao.pdf" target="_blank">Semiótica: a lógica da comunicação</a> (Antônio Fidalgo)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/serra_paulo_informacao_sentido.pdf" target="_blank">Informação e sentido: o estatuto espistemológico da informação</a> (Joaquim Serra)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/fidalgo_serra_ico1_jornalismo_online.pdf" target="_blank">Informação e comunicação online I: jornalismo online</a> (org. Joaquim Serra)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/camilo_eduardo_ico2_internet_compromocional.pdf" target="_blank">Informação e comunicação online II: internet e com. promocional</a> (org. Joaquim Serra)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/ACTAS%20VOL%204.pdf" target="_blank">Campos da comunicação</a> (org. Antônio Fidalgo e Paulo Serra)</li>
<li><a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/docs/jw_10anos.pdf" target="_blank">Jornalistas da web: os primeiros 10 anos</a> (Jornalistas da web)</li>
<li><a href="http://www.onipresentelivro.com.br/download/onipresente-1.0-print.pdf" target="_blank">Onipresente</a> (Ricardo Cavallini)</li>
<li><a href="http://www.bookess.com/read/3110-o-uso-corporativo-da-web-20-e-seus-efeitos-no-relacionamento-com-o-consumidor/" target="_blank">O uso corporativo da web 2.0 e seus efeitos com o consumidor</a> (André Santiago)</li>
<li><a href="http://andrelemos.info/caderno_de_viagem.pdf" target="_blank">Caderno de viagem: comunicação, lugares e tecnologia</a> (André Lemos)</li>
<li><a href="http://www.designemartigos.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Arauto_fonte_para_jornais.pdf" target="_blank">Desenvolvimento de uma fonte tipográfica para jornais</a> (Fernando Caro)</li>
<li><a href="http://www.edipucrs.com.br/propriedadeintelectual.pdf" target="_blank">Perspectivas do Direito da propriedade intelectual</a> (Helena Braga e Milton Barcellos)</li>
<li><a href="http://www.pucrs.br/edipucrs/eoradio.pdf" target="_blank">E o rádio? Novos horizontes midiáticos</a> (Luiz Ferraretto e Luciano Klockner)</li>
<li><a href="http://www.scribd.com/doc/28095970/Cadernos-da-Comunicacao-Manual-de-redacao-do-jornalismo-online" target="_blank">Manual de redação do jornalismo online</a> (Eduardo de Carvalho Viana)</li>
<li><a href="http://www.scribd.com/doc/28056680/Cadernos-da-Comunicacao-Jornalismo-Internacional-em-Redes">Jornalismo internacional em redes</a> (Cadernos da Comunicação)</li>
<li><a href="http://www.governoeletronico.gov.br/biblioteca/arquivos/padroes-brasil-e-gov-cartilha-de-redacao-web" target="_blank">Cartilha de redação web: padrões Brasil e-Gov</a> (Governo Federal)</li>
<li><a href="http://abciber.org/publicacoes/livro1/a_cibercultura_e_seu_espelho.pdf" target="_blank">A cibercultura e seu espelho</a> (org. Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/morgado-direitos-homem.pdf" target="_blank">Direitos do homem, imprensa e poder</a> (Isabel Morgado)</li>
<li><a href="http://www.pucrs.br/edipucrs/conceitoehistoria.pdf" target="_blank">Conceito e história do jornalismo brasileiro na &#8216;Revista de Comunicação&#8217;</a></li>
<li><a href="http://www.obercom.pt/client/?newsId=428&amp;fileName=estudo_tendencias_novosJornais.pdf" target="_blank">Tendências e prospectivas. Os &#8216;novos&#8217; jornais</a> (OberCom)</li>
<li><a href="http://desvirtual.com/thebook/o_livro_depois_do_livro.pdf" target="_blank">O livro depois do livro</a> (Giselle Beiguelman)</li>
<li><a href="http://www.obercom.pt/client/?newsId=428&amp;fileName=rel_internet_portugal_2009.pdf" target="_blank">A internet em Portugal</a> (OberCom)</li>
<li><a href="http://www.pucrs.br/edipucrs/encontrosalcarrs20072008.pdf" target="_blank">Memórias da comunicação</a> (org. Cláudia Moura e Maria Berenice Machado)</li>
<li><a href="http://www.ntdi.ufsc.br/ebook_multimidia.pdf" target="_blank">Comunicação multimídia</a> (org. Maria Jospe Baldessar</li>
<li><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/09/cultura-digital-br.pdf" target="_blank">Cultura digital.br</a><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/09/cultura-digital-br.pdf"> </a>(org. Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn)</li>
<li><a href="http://www.pucrs.br/edipucrs/midiasonora.pdf" target="_blank">História da mídia sonora</a> (org. Nair Prata e Luciano Klockner)</li>
<li><a href="http://www.pucrs.br/edipucrs/historiarp.pdf" target="_blank">História das relações públicas</a> (Cláudia moura)</li>
<li><a href="http://www.scribd.com/doc/18648974/Manual-de-Laboratorio-de-Jornalismo-na-Internet" target="_blank">Manual de laboratório de jornalismo na internet</a> (Marcos Palacios e Beatriz Ribas)</li>
<li><a href="http://www.scribd.com/doc/18649148/Ensino-Do-Jornalismo-Em-Redes-de-Alta-Velocidade-Metodologias-Softwares" target="_blank">O ensino do jornalismo em redes de alta velocidade</a> (Marcos Palacios e Elias Machado)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/ferreira-ivone-retorica-mediatizacao.pdf" target="_blank">Retórica e mediação: da escrita à internet</a> (org. Ivone Ferreira e Paulo Serra)</li>
<li><a href="http://www.luli.com.br/admin/wp-content/uploads/2008/04/dwd2.pdf" target="_blank">Design/Web/Design: 2</a> (Luli Radfaher)</li>
<li><a href="http://www.boabronha.com.br/download/foto1.zip" target="_blank">A arte de despediçar energia</a> (Ricardo Cavalline)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001852/185252por.pdf" target="_blank">A blogosfera policial no Brasil</a> (org. Silvia Ramos e Anabela Paiva)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001841/184194por.pdf" target="_blank">Direitos humanos na mídia comunitária</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/idegasperi/do-broadcast-ao-socialcast-3009196" target="_blank">Do broadcast ao socialcast</a> (Manoel Fernandes)</li>
<li><a href="http://www.fenaj.org.br/mobicom/manual_de_assessoria_de_imprensa.pdf" target="_blank">Manual de assessoria de comunicação</a> (FENAJ)</li>
<li><a href="http://leoni.com.br/down.php?dir=ebooks&amp;file=www.leoni.com.br_manual_de_sobrevivencia.pdf" target="_blank">Manual de sobrevivência no mundo digital online</a> (Leoni)</li>
<li><a href="http://www.culturaderede.com.br/olharesdarede.pdf" target="_blank">Olhares da rede</a> (org. Claudia Castelo Branco e Luciano Matsuzaki)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=46" target="_blank">A democracia impressa</a> (Heber Ricardo da Silva)</li>
<li><a href="http://culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=64" target="_blank">Design e ergonomia</a> (Luis Carlos Paschoarelli)</li>
<li><a href="http://culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=63" target="_blank">Design e planejamento</a> (Marizilda do Santos Menezes)</li>
<li><a href="http://culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=50" target="_blank">História e comunicação na nova ordem internacional</a> (Maximiliano Martin Vicente)</li>
<li><a href="http://culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=37" target="_blank">O percurso dos gêneros do discurso publicitário</a> (Ana Lúcia Furquim)</li>
<li><a href="http://culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=27" target="_blank">Representações, jornalismo e a esfera pública democrática</a> (Murilo Soares)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/principios" target="_blank">Princípios Inconstantes</a> (Itaú Cultural, com coord. Claudiney Ferreira</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/catalogo_mapeamento1_baixa" target="_blank">Mapeamento do ensino de jornalismo cultural no Brasil em 2008</a> (Itaú Cultural)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/ensinojordigital2010" target="_blank">Mapeamento do ensino de jornalismo digital no Brasil em 2010</a> (coord. Alex Primo)</li>
<li><a href="http://ganharddinheiro.com/KATIERO_dinheiro_na_internet.pdf" target="_blank">Dinheiro na internet: como tudo funciona</a> (Katiero Porto)</li>
<li><a href="http://www.escoladinheiro.com/como-criar-um-blog" target="_blank">Como criar um blog: de desconhecido a problogger</a> (Paulo Faustino)</li>
<li><a href="http://futurosimaginarios.midiatatica.info/futuros_imaginarios.pdf" target="_blank">Futuros imaginários: das máquinas pensantes à aldeia global</a> (Richard Barbrook)</li>
<li><a href="http://rn.softwarelivre.org/alemdasredes/wp-content/uploads/2008/08/livroalemdasredes.pdf" target="_blank">Além das redes de colaboração</a> (org. Nelson De Luca Pretto e Sérgio Silveira)</li>
<li><a href="http://www.claudiotorres.com.br/mktdigitalpequenaempresa.pdf" target="_blank">Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas</a> (Cláudio Torres)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001899/189915POR.pdf" target="_blank">Políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001899/189916por.pdf" target="_blank">Teoria e pesquisa no contexto dos indicadores de desenv. da mídia</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001899/189918por.pdf" target="_blank">Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001899/189917por.pdf" target="_blank">Sistema de gestão da qualidade aplicada ao jornalismo</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://leoni.com.br/down.php?dir=ebooks&amp;file=www.leoni.com.br_manual_de_sobrevivencia.pdf">Manual de sobrevivência no mundo digital</a> (Leoni)</li>
<li><a href="http://www.mundodomarketing.com.br/branding101/Branding%20101.pdf" target="_blank">Branding 1001: o guia básico para a gestão de marcas de produtos</a> (Ricardo e Fernando Jucá)</li>
<li><a href="http://brandinsights.com.br/arquivos/2009/08/Levi-Carneiro-Marca-Corporativa-um-universo-em-expsansao.pdf" target="_blank">Marca corporativa: um universo em expansão</a> (Levi Carneiro)</li>
<li><a href="http://www.4shared.com/file/96934031/9e82737e/Marketing_1to1.html" target="_blank">Marketing 1 to 1</a> (Peppers&amp;RogersGroup)</li>
<li><a href="http://guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_6_MB.pdf" target="_blank">Tudo o que você precisa aprender sobre o Twitter</a> (Talk)</li>
<li><a href="http://www.4shared.com/file/49330509/fe0bbb6d/Cultura_Livre_-_Lawrence_Lessig.html" target="_blank">Cultura livre</a> (Lawrence Lessing)</li>
<li><a href="http://brandinsights.com.br/arquivos/2009/08/Troiano-As-marcas-na-agenda-dos-CEOs.pdf" target="_blank">As marcas na agenda dos CEOs</a> (Troiano Consultoria)</li>
<li><a href="http://www.marketingdebusca.com/wp-content/uploads/2007/07/gestao-reputacao-online.pdf" target="_blank">Guia da reputação online</a> (António Dias)</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/iancsouza/ebook-i-propesq-pp" target="_blank">I Pró-Pesq &#8211; Encontro nacional de pesquisadores em PP</a> (USP)</li>
<li><a href="http://www.chmkt.com.br/2011/01/e-book-sobre-planejamento-pra-download.html" target="_blank">O ABCD do planejamento estratégico</a> (Lowe)</li>
<li><a href="http://issuu.com/midia8/docs/suprassumo_m_dia_boom_-_midia8" target="_blank">Suprassumo Mídia Boom</a> (Mídia Boom)</li>
<li><a href="http://www.zahar.com.br/doc/t1142.pdf" target="_blank">Vida para consumo</a> (Zygmunt Bauman)</li>
<li><a href="http://issuu.com/amono/docs/asredesociaisnaeradacomunicacaointerativa/1" target="_blank">As redes sociais na era da comunicação interativa</a> (Giovanna Figueiredo)</li>
<li><a href="http://issuu.com/niltonsilva/docs/escola_de_redes_novas_visoes/1" target="_blank">Escola de redes</a> (Augusto de Franco)</li>
<li><a href="http://issuu.com/nandamaga/docs/jornalismoindependente" target="_blank">Blog: jornalismo independente</a> (Fernanda Magalhães)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/christofoletti-vitrine-2010.pdf" target="_blank">Vidro e vidraça: crítica de mídia e qualidade no jornalismo</a> (org. Rogério Christofoletti)</li>
<li><a href="http://dl.dropbox.com/u/21823845/Ebooks/Ebook.pdf" target="_blank">Smart digital. Conteúdo social</a> (Bruno de Souza)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110315-claudia_quadros_jornalismo_e_convergencia.pdf" target="_blank">Jornalismo e convergência</a> (org. Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira)</li>
<li><a href="http://www.intercom.org.br/e-book/intercom-sul-2010.pdf" target="_blank">Perspectivas da pesquisa em com. digital</a> (org. Adriana Amaral, Maria Aquino e Sandra Montardo)</li>
<li><a href="http://www.smashwords.com/books/download/48905/1/latest/0/0/open-source-evolucao-e-tendencias.pdf" target="_blank">Open source: evolução e tendências</a> (Cezar Taurion)</li>
<li><a href="http://issuu.com/gaiacreative/docs/inovadoresespm_redes_sociais_inovacao_digital_vl" target="_blank">Redes sociais e inovação digital</a> (org. Gil Giardelli)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110415-debora_lopez_radiojornalismo.pdf" target="_blank">Radiojornalismo hipermidiático</a> (Debora Lopez)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110228-2010_21_sales_cinema_portugues.pdf" target="_blank">Em busca de um novo cinema português</a> (Michelle Sales)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/penafria_manuela_paradigma_doc.pdf" target="_blank">O paradigma do documentário</a> (Manuela Penafria)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20101103-morgado_rosas_cidadania_2010.pdf" target="_blank">Cidadania digital</a> (org. Isabel Salema e António Rosas)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/ramalho-analise-2010.pdf" target="_blank">Análise de discurso crítica da publicidade</a> (Viviane Ramalho)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20101104-camilo_ensaios_2010.pdf" target="_blank">Ensaios de comunicação estratégica</a> (Eduardo Camilo)</li>
<li><a href="http://issuu.com/anabrambilla/docs/paraentenderasmidiassociais" target="_blank">Para entender as mídias sociais</a> (org. Ana Brambilla)</li>
<li><a href="http://www.rp-bahia.com.br/biblioteca/e-books/cmktdigitais2011.pdf" target="_blank">Comunicação e marketing digitais</a> (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/papercliq/midias-sociais-e-eleicoes-2010" target="_blank">Mídias sociais e eleições 2010</a> (org. Ruan Carlos e Nina Santos)</li>
<li><a href="http://brandinsights.com.br/arquivos/2011/02/GrupoTroiano_11Insights_book.pdf" target="_blank">11 Insights</a> (Grupo Troiano)</li>
<li><a href="http://issuu.com/marcoslemos9/docs/salvar-blog" target="_blank">40 dias para salvar seu blog</a> (Marcos Lemos)</li>
<li><a href="http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/comunicacaomidiatica.pdf" target="_blank">Comunicação midiática</a> (Dafne Pedroso, Lúcia Coutinho e Vilso Santi)</li>
<li><a href="http://www.obercom.pt/client/?newsId=428&amp;fileName=desafios_do_jornalismo.pdf" target="_blank">Desafios do jornalismo</a> (OberCom)</li>
<li><a href="http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/estrategias.pdf" target="_blank">Estratégias e identidades</a> midiáticas (org. Daiana Staziak e Vilso Santi)</li>
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<li><a href="http://escoladeredes.ning.com/video/fluzz-ebook" target="_blank">Fluzz</a> (Augusto de Franco)</li>
<li><a href="http://narrativahipertextualmultimidia.files.wordpress.com/2011/03/narrativa_hipertextual_multimc3addia.pdf" target="_blank">Narrativa hipertextual multimídia</a> (Marcelo Freire)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110505-samuel_mateus_a_figuracao.pdf" target="_blank">Publicidade e consumo nas sociedades contemporâneas</a> (Samuel Mateus)</li>
<li><a href="http://www.fenaj.org.br/federacao/cometica/codigo_de_etica_dos_jornalistas_brasileiros.pdf" target="_blank">Código de ética dos jornalistas brasileiros</a> (FENAJ)</li>
<li><a href="http://www.noticias.uff.br/arquivos/cartilha-sobre-plagio-academico.pdf" target="_blank">Entenda o que é plágio</a> (UFF)</li>
<li><a href="http://www.designemartigos.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Arauto_fonte_para_jornais.pdf" target="_blank">Arauto: fonte tipográfica para textos e jornais</a> (Fernando Caro)</li>
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<li><a href="http://www.cies.iscte.pt/linhas/linha2/sociedade_rede/zip/Sociedade_em_Rede_CC.zip" target="_blank">A sociedade em rede: do conhecimento à ação política</a> (Gustavo Cardoso e Manuel Castell)</li>
<li><a href="http://www.boabronha.com.br/download.html" target="_blank">A arte de desperdiçar energia</a> (Ricardo Cavallini) &#8211; <em>no momento em revisão, sem donwload</em></li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/barbosa_suzana_jornalismo_digital_terceira_geracao.pdf" target="_blank">Jornalismo digital de terceira geração</a> (Suzana Barbosa)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20101111-retorica_e_mediatizacao.pdf" target="_blank">Retórica e mediatização: as indústrias da persuasão</a> (org. Gisela Gonçalves e Ivone Ferreira)</li>
<li><a href="http://www.dezanosamil.com.br/LivroCompleto.pdf" target="_blank">Dez anos a mil: mídia e música popular massiva em tempos de internet</a> (diversos org.)</li>
<li><a href="http://pagsocial.com/d/U.aspx" target="_blank">Como ganhar dinheiro com Google Adsense</a> (Gustavo Freitas)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=104" target="_blank">Criação, proteção e uso legal de informação em ambientes da www</a> (diversos autores)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=63" target="_blank">Design e planejamento</a> (Marizilda Menezes e Luis Paschoarelli)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=64" target="_blank">Design e ergonomia</a> (Marizilda Menezes e Luis Paschoarelli)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=107" target="_blank">Design, empresa, sociedade</a> (Paula Landim)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=50" target="_blank">História e comunicação na nova ordem internacional </a>(Maximiliano Vicente)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=27" target="_blank">Representações, jornalismo e esfera pública democrática</a> (Murilo Soares)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=144" target="_blank">Televisão digital</a> (orgs. Maria Gobbi e Maria Teesa)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=115" target="_blank">Gestão, mediação e uso da informação</a> (org. Marta Valentim)</li>
<li><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=105" target="_blank">Cultura contemporânea, identidades e sociedades</a> (Ana Lúcia Castro)</li>
<li><a href="https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/1586/1/Jornalismo%20contemporaneo.pdf" target="_blank">Jornalismo contemporâneo: figurações, impasses e perspectivas</a> (diversos orgs.)</li>
<li><a href="http://pontonet.com.br/ebooks/50coisas.pdf" target="_blank">50 coisas que aprendi sobre o mundo 2.0</a> (Carlos Nepomuceno)</li>
<li><a href="http://cadeiadevalor.files.wordpress.com/2009/06/faca-download-aqui.pdf" target="_blank">Marketing de guerra</a> (Al Ries e Jack Trout)</li>
<li><a href="http://www.magoweb.com/clinicadigital/wp-content/uploads/2011/07/Cap%C3%ADtulo_9788575222751.pdf" target="_blank">Os 8 Ps do marketing digital &#8211; capítulo 1</a> (Conrado Adolpho)</li>
<li><a href="http://www.rafaeldesigner.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/ebookmidiassociais.pdf" target="_blank">Métricas para mídias sociais &#8211; parte 1</a> (Dinamize)</li>
<li><a href="http://www.rp-bahia.com.br/biblioteca/e-books/ciberdemocracia.pdf" target="_blank">A territorialidade e a dimensão participativa na ciberdemocracia</a> (Márcia Carvalhal)</li>
<li><a href="http://www.rafaeldesigner.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/guia-webmasters-google-wwwrafaeldesignercombr.pdf" target="_blank">Guia Google webmasters para editores da web</a> (Google)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110701-annamaria_serra_pragmatica.pdf" target="_blank">Pragmática: comunicação publicitária e marketing</a> (Annamaria Jatobá e Paulo Serra orgs.)</li>
<li><a href="http://knightcenter.utexas.edu/ccount/click.php?id=19" target="_blank">Conjunto de guias éticas para hacer periodismo en la web</a> (Knight Center)</li>
<li><a href="http://pt.scribd.com/doc/63781125/Livro-Comunicacao-Tecnologia-e-Cultura-de-Rede" target="_blank">Comunicação, tecnologia e cultura de rede</a> (org. Walter Lima)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110524-correia_manual_noticial.pdf" target="_blank">O admirável mundo das notícias: teor</a><a href="http://draft.blogger.com/goog_1156945539">ias e métodos</a> (João Carlos Correia)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20101104-camilo_ensaios_2010.pdf" target="_blank">Ensaios de comunicação estratégica </a>(Eduardo Camilo)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20111202-201110_marcos_palacios.pdf" target="_blank">Ferramentas para análise de qualidade no ciberjornalismo</a> - I (org. Marcos Palácios)</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/brunounix/2-edio-ebooksmart-digital-contedo-social" target="_blank">Smart digital. Conteúdo social: social media optimization</a> (Bruno de Souza)</li>
<li><a href="http://www.saiadolugar.com.br/livros-recomendados/ebook-gratuito-5-passos-para-vender-mais-pela-internet/" target="_blank">5 passos para vender mais pela internet</a> (Saia do Lugar)</li>
<li><a href="http://www3.universia.com.br/redirect.jsp?URL=http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110909-tradicao_reflexoes.pdf" target="_blank">Tradições e reflexõe: contributos para a teoria e estética dos documentários</a> (Manuela Penafria)</li>
<li><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110826-sousa_americo_persuasao.pdf" target="_blank">A persuasão</a> (Américo de Souza)</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/midia8/para-entender-o-monitoramento-de-mdias-sociais-11088559" target="_blank">Para entender o monitoramento de mídias sociais</a> (org. Tarcízio Silva)</li>
<li><a href="http://issuu.com/cesarsteffen/docs/midiocracia_-_c_sar_steffen" target="_blank">Midiocracia: as relações entre mídia e política redesenham as democracias</a> (César Steffen)</li>
<li><a href="http://issuu.com/livrotecnologia/docs/tecnologia_pra_qu__" target="_blank">Tecnologia para quê?</a> (org. César Steffen e Mônica Pons)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ea000219.pdf" target="_blank">Vídeo-identidade: imagens e sons na construção da cidadania</a> (Rogério Santana)</li>
<li><a href="http://www.intervozes.org.br/publicacoes/vozesdademocracia.pdf" target="_blank">Vozes da democracia</a> (diversos autores)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000016.pdf" target="_blank">Violência e liberdade de imprensa no Brasil</a> (FENAJ)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000244.pdf" target="_blank">Uma nova política para a sociedade da informação</a> (Diogo Vasconcelos)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000015.pdf" target="_blank">Redes sociais e tecnologias digitas de informação e comunicação</a> (Sonia Aguiar)</li>
<li><a href="http://www.anacarmen.com/download/conquiste-a-rede/Conquiste_a_Rede_Podcast.pdf" target="_blank">Podcast  - Coleção Conquiste a rede</a><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ea000097.pdf" target="_blank"> </a>(Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei)</li>
<li><a href="http://www.anacarmen.com/download/conquiste-a-rede/Conquiste_a_Rede_Jornalismo_Cidadao.pdf" target="_blank">Jornalismo cidadão - Coleção Conquiste a rede</a> (Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei)</li>
<li><a href="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/conquiste_a_rede_blog.pdf" target="_blank">Blog &#8211; Coleção Conquiste a rede</a> (Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei)</li>
<li><a href="http://www.anacarmen.com/download/conquiste-a-rede/Conquiste_a_Rede_Flog&amp;Vlog.pdf" target="_blank">Flog &amp;Vlog &#8211; Coleção Conquiste a rede</a> (Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000259.pdf" target="_blank">Novas tecnologias e a comunicação democratizando a informação</a> (Jorge Werthein)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ea000124.pdf" target="_blank">Mídia, a moderna Esfinge</a> (Lycio de Faria)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000002.pdf" target="_blank">Mídia e terrorismo: a mídia depois do 11 de setembro</a> (Luiz Egypto org.)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000001.pdf" target="_blank">Mídia e terrorismo: a mídia depois do 11 de setembro- Vol.II</a> (Luiz Egypto org.)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000014.pdf" target="_blank">Mídia e políticas públicas de comunicação</a> (ANDI)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000264.pdf" target="_blank">Liberdade de imprensa, mídia e boa governança</a> (Koichiro Matsuura)</li>
<li><a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001373/137363por.pdf" target="_blank">Diretrizes políticas para o desenvolvimento da informação governamental</a><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000117.pdf"> </a>(Paul Uhlir)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000011.pdf" target="_blank">Direito à comunicação no Brasil</a> (Intervozes)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000258.pdf" target="_blank">Certificação digital, criptografia e privacidade</a> (Sérgio Amadeu)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000265.pdf" target="_blank">Capacitação por meio de TICs</a> (Koichiro Matsuura)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000268.pdf" target="_blank">Ampliando o acesso ao conhecimento: do livro ao hipertexto</a> (UNESCO)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/oi000005.pdf" target="_blank">A mídia e o jornalismo fiteiro</a> (diversos autores)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000266.pdf" target="_blank">A defesa da liberdade de imprensa no Brasil</a> (Nelson Sirotsky)</li>
<li><a href="http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/ue000255.pdf" target="_blank">A sociedade da informação de quem?</a> (Anriette Esterhuysen)</li>
<li><a href="http://www.pagtweet.com.br/pagar/?id=4f5fbfd0b4acde44168ae5f59c827c34" target="_blank">Como transformar seu Blogspot num blog profissional</a>(Gustavo Freitas)</li>
<li><a href="http://seonojornalismo.com.br/" target="_blank">SEO no Jornalismo</a> (Barbara Zamberlan Alvarez)<br />
<span style="color: #ffffff;">.</span><br />
Coletâneas da E-Consulting:</li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-web-20" target="_blank">Web 2.0</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-ti" target="_blank">TI corporativa</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-b2b" target="_blank">B2B e cadeias digitalmente integradas</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-ecommerce-4128665" target="_blank">E-commerce</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-mobilidade-4128672" target="_blank">Mobilidade</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-internet-corporativa-4128676" target="_blank">Internet corporativa</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-novas-mdias" target="_blank">Novas mídias</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/ebook-governanca-de-ti-e-internet" target="_blank">Governança de TI e internet</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/2010-e-consulting-corp-relacionamento-on-line-4766385" target="_blank">Relacionamento online</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/emarketing-4128681" target="_blank">E-marketing</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/2010-ebook-econsulting-corp-tecnologias-para-comunicao-e-relacionamento-5318542" target="_blank">Tecnologias para comunicação e relacionamento </a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/2010-e-book-econsulting-corp-o-impacto-dos-novos-canais-na-comunicao-tradicional" target="_blank">Os impactos dos novos canais na comunicação tradicional</a></li>
<li><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/2010-e-book-econsulting-corp-web-x-modelos-de-negcios" target="_blank">A web no modelo de negócio<br />
</a><span style="color: #ffffff;">.</span><a href="http://www.slideshare.net/econsultingcorp/2010-e-book-econsulting-corp-web-x-modelos-de-negcios" target="_blank"><br />
</a>Materiais Educativos da Resultados Digitais</li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/ebook-blog-para-negocios/" target="_blank">Blog para Negócios</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/whitepaper-marketing-viral/" target="_blank">Marketing Viral &#8211; da Teoria à Prática</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/ebook-monitoramento-na-internet/" target="_blank">Monitoramento de Mídias Sociais</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/webinar-introducao-ao-google-adwords/" target="_blank">Introdução ao Google Adwords</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/gestao-de-leads-webinar/" target="_blank">Gestão de Leads</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/ebook-marketing-no-facebook/" target="_blank">Introdução ao Marketing no Facebook</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/ebook-relacionamento-com-email-marketing/" target="_blank">Relacionamento com Email Marketing</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/call-to-action-whitepaper/" target="_blank">Call-to-Action: O Guia Completo</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/webinar-como-criar-landing-pages-efetivas/" target="_blank">Como criar Landing Pages efetivas</a></li>
<li><a href="http://resultadosdigitais.com.br/materiais-educativos/ebook-web-analytics/" target="_blank">Web Analytics na prática</a></li>
</ol>
</ol>
<p>Para quem ainda é iniciante no assunto, segue abaixo algumas publicações que introduzem muito bem o tema (disponíveis nas melhores livrarias):</p>
<p><strong>Redes Sociais – Raquel Recuero<br />
</strong>Como os atores sociais criam conexões e aumentam o seu capital social e como podem servir de metáfora para novos agrupamentos sociais. Nesse livro também é possível entender como as dinâmicas temporais das conexões na Internet evoluem em processos de cooperação, competição e conflito.</p>
<p><strong>Criando Aplicações para Redes Sociais – Gavin Bell<br />
</strong>Criar uma aplicação web que atraia e retenha os visitantes já é uma tarefa e tanto. Criar uma aplicação de redes sociais que os incentive a interagir uns com os outros exige um planejamento ainda mais cuidadoso. Este livro oferece soluções práticas para as dificuldades que você enfrentará quando estiver construindo um site de comunidade eficiente, que faça os visitantes sentirem que encontraram uma nova casa na Internet.</p>
<p><strong>Marketing 3.0 – Kotler<br />
</strong>O novo modelo de marketing - Marketing 3.0 – trata os clientes não como meros clientes, mas como os seres complexos e multifacetados. Estes, por sua vez, estão escolhendo produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades de participação, criatividade, comunidade e idealismo.</p>
<p><strong> </strong><strong>O Poder das Redes Sociais – Tara Hunt<br />
</strong>Revela como, atualmente, as redes sociais podem ter mais influência nas decisões dos clientes do que qualquer outra ferramenta de marketing.</p>
<p><strong>Redes Sociais Digitais: a cognição conectiva do Twitter – Renata Lemos e Lucia Santaella<br />
</strong>A peculiaridade das características do Twitter traz atributos inesperados para se repensar a noção de redes. Assim, o que se tem aqui é um pequeno livro que pretende olhar de frente para algumas das questões magnas que as redes sociais estão trazendo à tona, questões que o Twitter exemplifica e deixa ver de modo agudo.</p>
<p><strong> </strong><strong>Twitter, Chiclete &amp; Camisinha: Como Construir Relacionamentos e Negócios Lucrativos em Redes Sociais – Tagil Oliveira Ramos<br />
</strong>Os segredos do universo do microblog são desvendados aqui numa linguagem simples e bem-humorada, sem “tecnologuês” ou termos preciosos. Baseando-se numa abordagem de marketing comportamental (behavioral marketing), o autor apresenta as leis que regem as relações numa mídia social. Por meio de uma metáfora inspirada na semiótica, a Twittosfera transforma-se num ambiente preenchido pelo twitchiclete.</p>
<p>E você, tem alguma dica legal de livro para compartilhar? Poste aqui nos comentários.</p>
<p>Fonte: partimos da lista feita pelo <a href="http://www.blogmidia8.com/p/biblioteca-virtual.html" target="_blank">Blogmidia8</a>, fazendo a verificação de todos os links e atualizações dos que estavam corrompidos, além de fazermos uma ampliação da listagem com outros livros que toda equipe TuDiBão conhecia.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Redes Sociais: é preciso estar em todas?</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/03/redes-sociais-e-preciso-estar-em-todas.html</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 10:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[participar de várias redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Twitter, Facebook, Pinterest, Google+, Foursquare, redes específicas por gêneros, gostos, idade, região etc. A oferta de plataformas que pretendem integrar pessoas com interesses em comum é infinita e não para de crescer. Basta ouvir “nova rede que promete ser tendência” para os usuários das redes tradicionais saírem divulgando, enviando e pedindo convites para os amigos&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/redes_sociais_todas.jpg"><img class="alignleft  wp-image-22396" title="redes_sociais_todas" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/redes_sociais_todas-360x270.jpg" alt="" width="288" height="216" /></a>Twitter, Facebook, Pinterest, Google+, Foursquare, redes específicas por gêneros, gostos, idade, região etc.</p>
<p>A oferta de plataformas que pretendem integrar pessoas com interesses em comum é infinita e não para de crescer. Basta ouvir “nova rede que promete ser tendência” para os usuários das redes tradicionais saírem divulgando, enviando e pedindo convites para os amigos&#8230;  Mas será que estamos realmente prontos para interagir em vários ambientes e cadastrar em todos os sites que somos convidados? Entenda os benefícios e os riscos de participar de mais de uma rede social.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Benefícios:</strong></span></p>
<p>- <strong>Integração e interlocução com públicos específicos</strong><br />
Enquanto o Facebook reúne todos os amigos em um só lugar e é possível falar de tudo a todo tempo, a qualidade de informação e privacidade para discutir determinado assunto é quase inexistente. Quando se participa de uma rede como LinkedIN, por exemplo, é possível falar apenas de trabalho e trocar informações profissionais, sem “encher” sua <em>timeline</em> (página de tudo que se publica/compartilha) com informações desinteressantes para outras pessoas.</p>
<p>- <strong>Organização de listas<br />
</strong>Muitas pessoas tem um perfil em uma rede para os momentos de lazer, onde posta fotos do fim de semana, piadas etc, e outra apenas para falar sobre negócios, por exemplo. O Google+ já propõe os círculos, que pretende separar seus amigos por nível de proximidade. Entretanto, todos estão em um único ambiente. Segmentar pode ser estratégico para atingir objetivos específicos.</p>
<p>- <strong>Atender objetivos profissionais<br />
</strong>Muitas redes são utilizadas como portifolio de trabalho (principalmente para os &#8220;comunicólogos&#8221;). Um designer, por exemplo, poderia mostrar muito bem o seu trabalho na Pinterest.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"> <strong>Malefícios:</strong></span></p>
<p>- <strong>Desatualização das redes<br />
</strong>A partir do momento em que uma conta é criada, requer do usuário uma dedicação. Se você está ali cadastrado, rapidamente você já tem seguidores e pessoas falando sobre você (para o bem ou para o mal). Ter várias redes e não mantê-las atualizadas é um risco que só deve ser corrido se estiver disposto a integração e participação em todas.</p>
<p>- <strong>Alienação digital<br />
</strong>Muita informação e pouco conteúdo. Estar sem tempo para atualizar de tudo e todos é o principal indício de que é melhor ficar “só no Facebook”.</p>
<p>- <strong>Falha no monitoramento<br />
</strong>Você sabe o que está acontecendo naquele ambiente? Criar um grupo e não participar é o mesmo que não existir. “Queimar o filme de graça” e não monitorar tudo o que estão dizendo não é uma boa alternativa.</p>
<p><strong>#ficaadica</strong> para a administração dos seus perfis pessoais e principalmente, para os profissionais que representam as empresas nas redes sociais. Parecer “antenado” demais não é suficiente para marcar a presença online. O lance é estar conectado e atualizado com frequência para ouvir os clientes em todos os canais.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Marcas sinônimo de produto = Um bom negócio pra elas?</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/03/marcas-genericas.html</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 10:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Zampar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Logo / Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Marcas / Patentes]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[O que é?]]></category>
		<category><![CDATA[aspirina]]></category>
		<category><![CDATA[Isopor]]></category>
		<category><![CDATA[marcas diluídas]]></category>
		<category><![CDATA[marcas genéricas]]></category>
		<category><![CDATA[marcas sinônimos de produto]]></category>
		<category><![CDATA[Modess]]></category>
		<category><![CDATA[perda de direito da marca]]></category>
		<category><![CDATA[Tênis]]></category>

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		<description><![CDATA[Diariamente convivemos com várias marcas que viraram sinônimo de um determinado tipo de produto. Não compramos mais a marca em si, mas um produto &#8211; mesmo de outra marca &#8211; chamando-o pelo nome da marca, como é o caso do Bom-Bril, Cotonete, Gillette, Xerox, Durex, Lycra, Fórmica, Pirex&#8230; Estas marcas são chamadas de Marcas Genéricas. Geralmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diariamente convivemos com várias marcas que viraram sinônimo de um determinado tipo de produto. Não compramos mais a marca em si, mas um produto &#8211; mesmo de outra marca &#8211; chamando-o pelo nome da marca, como é o caso do <strong>Bom-Bril</strong>, <strong>Cotonete</strong>, <strong>Gillette</strong>, <strong>Xerox</strong>, <strong>Durex</strong>, <strong>Lycra</strong>, <strong>Fórmica, Pirex&#8230;</strong> Estas marcas são chamadas de <strong>Marcas Genéricas</strong>.</p>
<p>Geralmente ouço comentários efusivos a respeito da &#8220;suposta maravilha&#8221; que isso seja, como vi no <a href="http://www.insoonia.com/?s=O+poder+da+Publicidade&amp;submit.x=0&amp;submit.y=0#main" target="_blank">post do Insônia</a>, que diz que &#8220;Isso é marketing, o resto é bobagem!&#8221;. Foi por causa desse senso comum de que isso seja uma grande vantagem para a empresa/marca que resolvi escrever essa postagem.</p>
<p>Primeiro me dei ao trabalho (e que trabalho!) de pesquisar essas marcas pelas quais chamamos determinados produtos, conforme apresento na tabela abaixo:</p>
<p><a href="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Marcas_Genericas_68.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-23635" title="Marcas_Genericas_68" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/Marcas_Genericas_68.jpg" alt="" width="509" height="1473" /></a></p>
<p>Claro que existem muitas outras (lembrou mais alguma? &#8211; deixe nos comentários), existem marcas que a todo momento começam a ser sinônimos de produto, como vem acontecendo com <strong>iPad</strong> (para tablet&#8217;s), mas, mais importante do que trazer uma pesquisa com quantidade, procuro trazer uma análise da grande vantagem de marketing que tanto bradam nisso.</p>
<p>Lembro-me que na faculdade, numa aula de Marketing, falei sobre isso com um professor, eu também acreditando ser incrível a força disso para uma marca, como se isso fosse o &#8220;auge&#8221;. O professor foi enfático de que não era bem assim. Os argumentos dele na época não me convenceram totalmente&#8230;</p>
<p>Eu pensava em casos que via sendo &#8220;forçada&#8221; a ideia de tornar a marca como sinônimo de um produto, como foi com <strong>51</strong>, <strong>Toddinho</strong>, <strong>Gillette</strong>, <strong>BIC</strong>, <strong>Super Bonder</strong> ou <strong>Havaianas</strong>. Minha lógica é que aquilo só poderia ser bom. Hoje, analisando com calma, vejo que o professor tinha razão.</p>
<p>Vamos lá, fazer essa análise juntos e passo a passo:</p>
<p><strong>VANTAGEM PARA A EMPRESA</strong></p>
<p>O que é vantagem para uma empresa? Vender mais, tornar sua marca mais valiosa e, consequentemente, ter mais lucro. Certo? Então vamos lá&#8230;</p>
<p><strong>1. As pessoas QUEREM comprar a marca pela qual chamam de fato o produto<br />
<span style="color: #ff0000;">MITO</span></strong></p>
<p>As pessoas se &#8220;acostumam&#8221; com o nome e nem se dão conta que é de fato uma marca. Mostrei a tabela acima para alguns amigos e eles mesmos me falaram &#8220;Nossa, não sabia que isso era marca e não o nome do produto&#8221;. É o caso de <strong>Duratex</strong> (você sabia que é chapa de fibra de madeira?), <strong>Jet Ski</strong> (esse eu soube <a title="Vídeo onde JN fala que Jet Ski é marca da Kawasaki" href="http://www.youtube.com/watch?v=oHctXvaK9O4&amp;t=3m29s" target="_blank">pelo Jornal Nacional</a>), <strong>Xerox</strong>.</p>
<p>As pessoas QUEREM COMPRAR OS PRODUTOS EM SI, não por serem marca, nem se importando ou sabendo que são de fato marcas.</p>
<p><strong>2. Vende mais por ser a marca sinônimo do produto </strong><br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>MITO</strong></span></p>
<p>A Marca Genérica, seja por ter sido o produto inovador do mercado, por ser de uma grande empresa fabricante ou outros motivos, geralmente tem seu preço maior que o da concorrência e, num mercado como o nosso que briga por preço, geralmente os concorrentes vendem significativamente, sem que o consumidor sequer se importe (como mostrado no item 1) em ser ou não a marca &#8220;nome do produto&#8221;.</p>
<p>Pense, você compra de fato <strong>Cotonetes</strong>, <strong>Maizena</strong>, <strong>Cola Pritt</strong>, <strong>Tupperware</strong>, <strong>Catupiry</strong>? Tanto faz, não é mesmo? Então não é uma vantagem.</p>
<p><strong>3. Marca sinônimo nunca morre<br />
<span style="color: #ff0000;">MITO</span></strong></p>
<p>Aqui vem a parte triste de nossa reflexão: não só podem morrer, seja por forças da concorrência, por falta de margem de lucro (<a title="Nesse post explico o que é COMMODITY" href="http://tudibao.com.br/2012/02/comercial-bem-humorado-para-oleo-liza-arvore-genealogica.html" target="_blank">produtos <em>commodity</em></a> sofrem com isso &#8211; como margarina= <strong>Doriana</strong>, amido de milho= <strong>Maizena</strong>, iogurte= <strong>Danone</strong>), como podem deixar de existir exatamente por terem se tornado uma referência tão grande do produto, que órgãos administradores de marcas podem achar impraticável que continuem como marca e não como designação de uma categoria.</p>
<p>A marca <strong>Modess</strong>, da Johnson &amp; Johnson, perdeu o direito de exclusividade<em> em nível internacional</em> pelas leis de marcas e patentes, devido ao grau de vulgarização atingido. O mesmo também aconteceu com a marca <strong>Aspirina</strong>, da Bayer, <strong>Zipper</strong> , <strong>Querosene</strong>, <strong>Io-io</strong>, <strong>Nylon</strong> = sim, todas eram marca e deixaram de ter direito à elas por ter virado sinônimo de um tipo de produto (ai todo mundo pode usar o &#8220;nome&#8221; do produto na embalagem, perde-se a exclusividade).</p>
<p>Vale salientar que uma marca pode ser perdida em um país e continuar a existir como marca em outro, pois a &#8220;significação&#8221; que se dá ao que ela representa (como sinônimo) varia conforme o idioma (fora do Brasil, a marca <strong>Kleenex</strong> está correndo o risco de ser extinta, por ser usada como sinônimo do produto, o que também ocorre em alguns lugares com a <strong>Pampers</strong>). Além disso o registro de marcas não é algo unificado mundialmente, cada país tem o seu órgão específico que cuida disso (no Brasil é o <a href="http://www.inpi.gov.br" target="_blank">INPI</a> - Instituto Nacional da Propriedade Industrial).</p>
<p><a href="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/MarcasPerdidas.jpg"><img class="alignleft  wp-image-22569" title="MarcasPerdidas" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/MarcasPerdidas-360x360.jpg" alt="" width="166" height="166" /></a>O Rudinei me informou que as marcas <strong>Isopor</strong>, da Basf, e <strong>Tênis</strong> (sim, era uma marca), da São Paulo Alpargatas, foram diluídas (*1), pois a marca deixou de ser um diferencial, passando a ser confundida com o produto.</p>
<p>Podemos notar que o símbolo da marca <strong>Tênis</strong> é igual ao que vemos na marca <strong>Rainha</strong>, do mesmo fabricante, mas uma não substituiu a outra, foram<br />
<span style="font-size: x-small;">Obs.:  (*1) o termo &#8220;diluição&#8221; é usado na área de marcas e patentes para essas marcas.<br />
(*2) Estes dois logos foram redesenhados por mim a partir das imagens das marcas no site do INPI (que estão em péssima qualidade).</span></p>
<p>Poxa, então todas essas marcas &#8220;se ferraram&#8221; exatamente pelo que a gente achava ser uma grande vantagem? Pois é&#8230;</p>
<p>A coisa é tão séria (perder a marca) que algumas empresas já fizeram campanha no intuito de que as pessoas parem de chamar os produtos pelos nomes de suas marcas, como é o caso da <strong>Xerox</strong>, no anúncio abaixo (existem outros anúncios da Xerox na mesma linha):</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/6a00d8341c6a7953ef0134851907f7970c-800wi.jpg"><img class="size-large wp-image-23623 aligncenter" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="6a00d8341c6a7953ef0134851907f7970c-800wi" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/6a00d8341c6a7953ef0134851907f7970c-800wi-510x364.jpg" alt="" width="510" height="364" /></a></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><em><strong>O texto do anúncio diz:</strong></em> &#8220;SE UMA MARCA É MAL UTILIZADA ELA PODE SER PERDIDA. Se você não sabia que zípper era uma marca, não se preocupe, não é. Mas costumava ser. Ela se perdeu como marca, porque as pessoas usaram mal o nome. E o mesmo pode acontecer com a nossa, Xerox. Ajude-nos a garantir que ela não seja perdida. Use Xerox apenas como um adjetivo para identificar produtos e serviços, tais como copiadoras Xerox, e não um verbo, &#8220;Xerocar&#8221;, ou um substantivo, &#8220;Xeroxes.&#8221; Ter isso em mente irá ajudar a manter-nos com você.&#8221;</span></p>
<p><strong>4. Na hora de vender uma dessas, elas são valiosíssimas<br />
<span style="color: #0000ff;">PODE SER</span></strong></p>
<p>Eu disse &#8220;pode&#8221; é não &#8220;é&#8221;, pois só se vende uma marca, ainda mais de renome, quando se está com dificuldades financeiras, ou então ela está sendo negociada junto com todo um portfólio de produtos e marcas, então a Marca Genérica pode sim ajudar a aumentar o valor na hora da negociação, mas tudo sempre &#8220;depende&#8221; do porque e como está sendo feita a negociação.</p>
<p>Ninguém vende uma marca que está dando lucro e sucesso, certo? Por isso costumamos dizer que uma marca tem valor intangível (não pode ser precificada corretamente), citando casos como &#8220;A marca <strong>Coca-Cola</strong> vale tanto&#8221; = mas a Coca por acaso irá vendê-la?</p>
<p>Bem, em <strong>nosso placar</strong>, a partir da análise acima, <strong>temos 3 x 1</strong>, <strong>vencendo a tese de que ser uma Marca Genérica não é tão bom ou &#8220;bacana&#8221; como se pode pensar.</strong></p>
<p>Poxa, se a Aspirina e o Modess (seus profissionais de marketing e agências de propaganda) soubessem disso antes, como eu tive agora a sorte de saber&#8230;</p>
<p><em><span style="font-size: x-small;"><strong>Obs.:</strong> </span></em><span style="font-size: x-small;">As marcas relacionadas foram fruto de pesquisa na internet sobre o assunto e, também, a partir da percepção de algumas pessoas que consultei e a minha própria. Algumas poderão ser estranhas a alguns leitores (pela idade ou regionalidade), sendo que outras podem ter a inclusão questionada, como Ice Tea ou H2HO. Entretanto esse tipo de produto não tem outra denominação corrente, de maior expressão, do que essa própria marca, para ser pedida em um restaurante, por exemplo (tente pedir por &#8220;chá gelado&#8221; ou &#8220;refrigerante levemente gaseificado&#8221; para ver o que acontece).</span></p>
<p>Colabore com a pesquisa e deixe nos comentários outras marcas que, para você, são sinônimos de produto.<br />
Se você gostou desse post, deve ter percebido que foi feita uma pesquisa bem completa, buscando todos os logos, portanto não utilize esse material indevidamente, sem citar a fonte e dar um link (quando for online) para essa publicação.</p>
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		<title>Pinterest: a moda já chegou aos negócios</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 10:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Site]]></category>
		<category><![CDATA[Pinterest]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançada em março de 2010 e reconhecida como a grande aposta para 2012, a rede social Pinterest finalmente parece cair no gosto popular.  Depois de ser reconhecida pela revista &#8220;Time&#8221; como um dos 50 melhores sites de 2011, a rede já soma cerca de 40 milhões de visitas semanais, originadas de usuários de todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Lançada em março de 2010 e reconhecida como a grande aposta para 2012, a rede social <a title="Clique aqui e confira" href="http://pinterest.com/  http://pinterest.com/  " target="_blank">Pinterest</a> finalmente parece cair no gosto popular.  Depois de ser reconhecida pela revista &#8220;Time&#8221; como um dos 50 melhores sites de 2011, a rede já soma cerca de 40 milhões de visitas semanais, originadas de usuários de todo o mundo.</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://tudibao.com.br/2012/03/pinterest-a-moda-ja-chegou-aos-negocios.html/pinterest_negocios" rel="attachment wp-att-22059"><img class="aligncenter size-medium wp-image-22059" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/pinterest_negócios-360x226.jpg" alt="" width="360" height="226" /></a></p>
<p>O Pinterest permite organizar e compartilhar todas as coisas bonitas que as pessoas encontram na rede. Os internautas usam <em>pinboards</em> para planejar seus casamentos, decorar as suas casas e organizar as suas receitas favoritas. A rede é, até então, de uso preferencialmente feminino, embora já esteja despertando a curiosidade dos homens. Entretanto, onde tem usuários tem possibilidades de negócios, certo? Muitas empresas já veem a rede como um mercado promissor para venda de seus produtos e serviços, e um nicho para oferecer descontos para seus seguidores. Através do Pinterest também é possível realizar concursos e promoções, fazer pesquisa de mercado para novas ideias de produtos etc. <a href="http://tudibao.com.br/2012/03/pinterest-a-moda-ja-chegou-aos-negocios.html/ebook-pintrest-business1" rel="attachment wp-att-22060"><img class="alignleft  wp-image-22060" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/ebook-pintrest-business1.png" alt="" width="156" height="193" /></a>Já tem empresário de olho na rede e claro, já tem <em>e-book</em> gratuito sobre o assunto. <em><a href="http://www.hubspot.com/how-to-use-pinterest-for-business/" target="_blank">How to Use Pinterest for Business</a> </em>(em inglês) traz dicas sobre como investir de forma assertiva nesse novo nicho. A rede também tem sido utilizada por profissionais da área de Publicidade e Propaganda para criar comunidades e para construir a representação visual do trabalho. Tem gente até refazendo o escritório em casa a partir de inspirações vistas na rede. A aposta do sucesso do Pinterest foi feita e vem sendo concretizada dia a dia. Utilizá-la da melhor maneira possível parece ser (ainda) para os profissionais de mídias sociais, um desafio.  Entretanto, enxergá-la como possibilidade de negócio é primeiro passo para atrair usuários viciados em <em>pinboards</em>.</p>
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		<title>Comercial bem humorado para óleo Liza &#8211; &#8220;Árvore Genealógica&#8221;</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/02/comercial-bem-humorado-para-oleo-liza-arvore-genealogica.html</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 09:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Zampar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[O que é?]]></category>
		<category><![CDATA[Liza]]></category>
		<category><![CDATA[o que é commodity]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei muito bom esse comercial, feito pela Talent Propaganda, para um produto commodity (*), o óleo Liza, que tem o  humor como estratégia e deixa claro as qualidades do produto = pra mim, essa é a combinação perfeita! (*) Commodity são produtos básicos (todo mundo compra), produzidos em grandes quantidades, oferecidos por várias empresas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei muito bom esse comercial, feito pela Talent Propaganda, para um produto <em>commodity</em> (*), o óleo Liza, que tem o  humor como estratégia e deixa claro as qualidades do produto = pra mim, essa é a combinação perfeita!</p>
<p><iframe width="510" height="376" frameborder="0" src="http://www.youtube.com/embed/sB6fIcOy0G8?rel=0"></iframe></p>
<p>(*) <em><strong>Commodity</strong></em> são produtos básicos (todo mundo compra), produzidos em grandes quantidades, oferecidos por várias empresas e de várias marcas, com qualidade parecida, onde geralmente a briga é &#8220;pelo preço&#8221; (não se compra por qualidade, mas sim por ter menor preço). São <em>commodity</em>: margarina básicas, iogurtes (sem diferenciais), sabão em pó, detergente, etc.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estamos lembrando de todos os Públicos-Alvo?</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 09:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Zampar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[público masculino]]></category>
		<category><![CDATA[públicos-alvo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia tive dialoguei (por comentários) com um leitor do blog (&#8220;OMG&#8221;, não me lembro quem era &#8211; sorry &#8211; manifeste-se!), onde eu postei um comercial e ele comentou que era lindo, mas que não se sentia instigado a comprar o produto, já que o filme mostrava somente mulheres consumindo o mesmo. Verdade, já reparou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia tive dialoguei (por comentários) com um leitor do blog (&#8220;OMG&#8221;, não me lembro quem era &#8211; <em>sorry</em> &#8211; manifeste-se!), onde eu postei um comercial e ele comentou que era lindo, mas que não se sentia instigado a comprar o produto, já que o filme mostrava somente mulheres consumindo o mesmo.</p>
<p>Verdade, já reparou que só vemos filmes onde se coloca o produto (se é unissex) sendo utilizado por homens, quando o produto é exclusivo para eles? &#8220;Tal coisa<em> for men</em>&#8220;&#8230;</p>
<p>Em propaganda de produtos que são unissex ou &#8220;para toda a família&#8221;, o raciocínio geralmente é assim:</p>
<ul>
<li>Público-alvo (de consumo): homens e mulheres</li>
<li>Quem comprará mais: mulheres (geralmente)</li>
<li>Quem define a compra: mulheres (geralmente)</li>
<li>Resultado da análise: Mulheres 3 x 1 Homens</li>
</ul>
<p>Então opta-se para fazer um comercial com apelo às mulheres. Não é que não se indique o produto para o homem&#8230; mas não se mostra isso e, sem imaginarmos (eu, particularmente, nunca pensei que isso pudesse prejudicar as vendas para eles) os homens não irão se interessar.</p>
<p>O leitor até me mostrou, como exemplo, uma campanha &#8220;de fora&#8221; que ele viu para os Shampoos Fructis, onde existe a versão &#8220;feminina&#8221; e também &#8220;masculina&#8221; do mesmo produto. Confira abaixo:</p>
<p><iframe width="510" height="376" frameborder="0" src="http://www.youtube.com/embed/PEHncCAUBfc?rel=0"></iframe></p>
<p><iframe width="510" height="376" frameborder="0" src="http://www.youtube.com/embed/ij50VN6JT9E?rel=0"></iframe></p>
<p>Encontrei um comercial para Frutis, feito pela Publicis Brasil, que teve a mesma preocupação em mostrar os homens utilizando seu produto (mesmo sem ser uma linha &#8220;<em>for men</em>&#8221;</p>
<p><iframe width="510" height="376" frameborder="0" src="http://www.youtube.com/embed/P5BuKkd-tOs?rel=0"></iframe></p>
<p>Achei toda essa reflexão que o leitor me propôs super construtiva e resolvi dividir com você, para que, assim, possamos investir mais em opções de comerciais para todos os público-alvo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Perfis profissionais usados como pessoais. Pode isso?</title>
		<link>http://tudibao.com.br/2012/02/perfis-profissionais-usados-como-pessoais-pode-isso.html</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 09:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cínthia Demaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redação]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Web Etiqueta / Internet]]></category>
		<category><![CDATA[opiniões pessoais em perfil de empresa]]></category>

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		<description><![CDATA[O erro ainda persiste. Quem acompanha diariamente as redes sociais com certeza já se deparou com perfil de empresas, grupos, universidades, ong’s, instituições etc, postando opiniões pessoais, que dizem respeito a um ponto de vista de quem está escrevendo pela empresa. “Não suporto mais essa chuva”, o caso BBB e outros assuntos comentados nas redes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">O erro ainda persiste. Quem acompanha diariamente as redes sociais com certeza já se deparou com perfil de empresas, grupos, universidades, ong’s, instituições etc, postando opiniões pessoais, que dizem respeito a um ponto de vista de quem está escrevendo pela empresa.</p>
<p>“Não suporto mais essa chuva”, o caso BBB e outros assuntos comentados nas redes sociais são debatidos cada vez mais por perfis com fins profissionais.</p>
<p>Mas até que ponto isso não é &#8220;legal&#8221;? Tomar partido é o deslize mais temido pelos jornalistas. <strong>Ser imparcial é uma questão de ética, que evita afastar usuários e leitores interessados em seu conteúdo, mas de opinião contrária</strong>.</p>
<p><a href="http://tudibao.com.br/2012/02/perfis-profissionais-usados-como-pessoais-pode-isso.html/erros_midias_sociais" rel="attachment wp-att-21533"><img class="aligncenter size-medium wp-image-21533" src="http://tudibao.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Erros_Midias_Sociais-360x220.jpg" alt="" width="360" height="220" /></a></p>
<p>Recentemente vi vários perfis protestando o fim das sacolas plásticas nos supermercados de São Paulo. Embora seja um assunto que renda um bom debate público, assumir uma posição (pessoal) afasta olhares de parceiros e de usuários que pensam diferente de você. <strong>Emitir opinião pessoal em perfil profissional é como debater partido político ou religião. Enquanto agrada uns, desagrada vários outros. </strong></p>
<p>Entretanto, <strong>se apropriar de temas muito discutidos pelos usuários pode ser uma estratégia para algumas empresas</strong>. O caso da Luiza que estava no Canadá é um exemplo. Empresas se apropriaram do <em>buzz</em> causado pelo comercial paraibano para “entrarem na brincadeira” e usar trocadilhos com suas marcas, para aproveitar o assunto já comentado nas redes. Apesar disso, esses casos precisam ser bem planejados antes de vestir a camisa de um <em>meme</em> e sair por ai comentando.</p>
<p>Portanto, quando assumir o perfil de uma empresa, separe os posts do seu perfil pessoal e proteste apenas para a sua rede. Aproveitar a onda de comentários na internet é uma estratégia, mas se apropriar de um caminho único pode ser um tiro no pé.</p>
<p>Pensem nisso! =)</p>
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