10 de abril de 2011

Silvia Zampar

Comercial Honda – “Amante”

A gente dá risada de tão absurdo o novo comercial da F/Nazca para o NewCivic da Honda, confira:

Incluído depois: O amigo Daniel Pels lembrou-se de outro comercial, da Harley Davidson, quando viu esse acima. Achei tão pertinente que resolvi incluí-lo também, abaixo:

11 "parpite"

1. Shannon publicado em 13 de abril de 2011 às 14:44

Aff…muito ruim mas é inacreditável mesmo usar uma cena dessa para marca

2. Silvia Zampar publicado em 13 de abril de 2011 às 15:28

Eu achei bem estranha. O intuito, creio, foi apenas ser irônico, mas é sem noção mesmo – rs

3. Daniel Pels publicado em 13 de abril de 2011 às 16:53

Me lembrou desse comercia da Harley: http://migre.me/4eWKh

4. Silvia Zampar publicado em 14 de abril de 2011 às 9:32

hahahaha – verdade, eu tinha esquecido desse, muito bom! Aliás, muito melhor.
Valeu!

5. Carlos publicado em 04 de maio de 2011 às 13:25

Afff pessimo honda…

6. tchelow publicado em 07 de agosto de 2011 às 20:47

esse aí é o Ismael da novela insensato coração, (Juliano Cezarré)

7. Beatriz publicado em 12 de agosto de 2011 às 22:38

é o ismael mesmo?

8. Silvia Zampar publicado em 15 de agosto de 2011 às 10:52

Não sei passar essa informação.

9. Marcus Vinicius publicado em 25 de agosto de 2011 às 15:38

Entendo a estratégia da empresa, em destacar a vantagem do uso de seu produto. No entanto, entendo que o comercial na intenção desse destaque, incute na cabeça da população de que o cliente deve ficar passional à "opção" ofertada – na verdade, quase que imposta – pela funcionária do mercado, no caso, as balinhas. O que incomoda é a expressão de reprovação estampada no rosto dos outros clientes quase que censurando o sujeito por fazer uso da moeda corrente, à qual, quando apresentada e de valor superior ao da despesa, deve ocorrer e ser EXIGIDO o troco (mesmo que de 1 centavo). (Continua…)

10. Marcus Vinicius publicado em 25 de agosto de 2011 às 15:38

(Contuação msg anterior) Caso o comerciante não tenha, é obrigado por lei a reduzir o preço da compra até que se permita a restituição do troco. Cara de censura deveria fazer o sujeito em relação aos outros clientes que, achando-se "espertos" não ligariam para moedas, deixando-as "espertamente" para o comerciante larápio, tendo como opção, como sugere a propaganda, o uso de um cartão (com anuidades, etc.). É. . ., muito espertos mesmos! P.S.: Esses comerciantes espertalhões é que devem tomar vergonha e parar com a prática de preços do tipo "R$8,67", "R$1,99", etc.
Pronto, falei!

11. Silvia Zampar publicado em 31 de agosto de 2011 às 10:27

Marcus, em primeiro lugar obrigada por seu excelente comentário.
Quero dizer-lhe que compactuo com sua opinião, onde o comercial ridiculariza com algo que, na verdade, é o correto, ou seja, se pagar com dinheiro. Aliás, pelo que eu saiba, é crime no Brasil qualquer pessoa não aceitar a moeda nacional.
O intuito deles foi provocar o humor para incentivar o uso do produto (= compreensível), mas nós não podemos simplesmente acatar.

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