Oficina de Redação Criativa com Zeca Martins
Acontecerá em julho mais uma edição da Oficina de Redação Criativa, ministrada por Zeca Martins., um dos maiores nomes do mercado quando falamos de Redação Publicitária.
Pra quem não conhece, o Zeca Martins é publicitário com mais de 30 anos de experiência na área e possui quatro livros publicados, os quais são utilizados em universidades de todo o país. Atualmente publica em seu blog textos bem interessantes, onde também divulga os cursos que irá ministrar.
Nesta oficina os participantes aprenderão as formas de se desenvolver um texto persuasivo e eficaz para a venda de produtos, ideias e serviços em geral. Veja abaixo o programa da oficina:
- O que é a criatividade humana;
- Apresentação de técnicas para desenvolvimento da criatividade;
- Apresentação de técnicas de elaboração e desenvolvimento do texto criativo; e
- Exercícios práticos monitorados baseados nas 19 diferentes técnicas sugeridas em seu livro Redação Publicitária – A prática na prática.
O workshop é indicado para estudantes e profissionais de propaganda, marketing, vendas, comunicação social, atendimento ao público, recursos humanos e treinamento. Mas serão disponibilizadas apenas 37 vagas no total e as inscrições devem ser feitas até o dia 8 de julho via e-mail.
Serviço:
- Oficina de Redação Criativa com Zeca Martins
- Quando: 17 de julho de 2010
- Horário: das 8h30 às 17h30
- Local: Auditório da ABINEE. Avenida Paulista, 1439, 6º andar. (Veja o mapa)
- Investimento: R$ 210,00 à vista. Desconto de 10% (R$ 189,00) para inscrições confirmadas até o dia 30 deste mês.
- Mais informações: (11) 3070-7288
Incluído pela Sílvia: Eu já participei desta Oficina de Redação e posso garantir que vale muito a pena!

6 "parpite"
1.
aaffonso publicado em 28 de junho de 2010 às 9:48
Só uma pequena crítica, porque eu sou muito chato. Pode ser uma coisa minha, mas sempre que vejo a palavra INVESTIMENTO no lugar de VALOR ou PREÇO fico com a sensação de ser um curso picareta. Não é um investimento e tampouco há a necessidade de disfarçar a palavra preço. Um curso pode ter um valor. Imagina chegar na livraria e junto de cada livro ter uma eitqueta "investimento: R$ 50", ou na farmácia nos remédios "investimento genérico: R$ 50" (investir em saúde).
De qualquer forma fiquei interessado pela oficina, e fiquei mais tranquilo ao ver que no blodo do Zeca Martins ele usa a palavra valor.
Desculpa a crítica, mas é algo que sempre que vejo me incomoda, mas obrigado pela dica.
2.
tudibao publicado em 28 de junho de 2010 às 14:23
Em primeiro lugar, não precisa se desculpar pela crítica. Estamos abertos a boas opiniões, críticas e sugestões.
Entendo seu ponto de vista, mas talvez você tenha visto algumas empresas ruins usarem o artifício e você tenha ficado com um pé atrás, mas isso é uma eficiente e muito utilizada estratégia de marketing.
Eu mesma falo para meus alunos que precisam parar de falar em "curto". Quando falamos para o cliente que um trabalho nosso "custa" tanto, já criamos uma pré disposição para que ele ache caro e desnecessário, afinal de contas, tudo que nos "custa" é algo que podemos evitar.
Já a palavra "investimento" tem uma conotação positiva, pois investir significa ter retorno daquela verba que se está colocando, sendo que isso vale para trabalhos publicitários (portanto conosco ele está "investindo"), para cursos (já que podemos ganhar experiência, aprendizado, converter isso em benefício do trabalho que oferecemos, cobrar mais por isso e, portanto, termos retorno do que foi investido – e não gasto).
3.
aaffonso publicado em 28 de junho de 2010 às 12:45
Oi Silvia, eu, ao contrário, acho que Investimento tem uma conotação negativa em casos onde ela tenta esconder outra palavra.
Eu sou ilustrador. Quando um cliente vem a mim, eu sei que não sou um investimento. Sou um VALOR que ele agrega à peça dele. Ele COMPRA o direito de usar um trabalho meu e paga um PREÇO para isso. Por outro lado, se mostro um personagem genial que criei para um empresário e ele gosta. Fala que vai imprimir camisetas com isso, imprimir 1 milhão de livros e me contratar pelo valor que eu acho que mereço para produzir uma série de desenho animado, daí sim é um investimento.
Clientes que se iludem, mesmo que inconscientemente, a palavra investimento não valem a pena. Não quero um cliente não acha que o meu trabalho tem um VALOR. Grandes são as chances que seja um cliente amador, que dará muita dor de cabeça. Talvez usar INVESTIMENTO já tenha sido uma boa estratégia de marketing, mas agora é um problema. Até porque virou cliché. E em um mundo onde todo mundo parece estar querendo levar vantagem e enganar os outros (vide publicidade de prestadoras de serviço), quando vejo uma palavra trocada por estratégia de marketing, eu fico com um pé atrás. Acho que as coisas simples e claras (também sem aquela táctica de esconder o preço para o cliente ter que ligar, por exemplo) são mais efetivas para quem compra e para quem oferece o serviço. Mas talvez eu esteja sendo meio Poliana.
4.
tudibao publicado em 28 de junho de 2010 às 16:23
Volto a dizer que entendo o que você está falando, mas o que estou dizendo é que essa é sua opinião, fundamentada em sua experiência pessoal, o que pode até estar funcionando bem para você, sem dúvidas.
Entretanto não podemos ignorar estudos que comprovam que algumas palavras influenciam positivamente ou negativamente as pessoas. Baseado nisso é que muitas técnicas de marketing são calcadas e, também baseado em dados de mercado, que se indica usar ou não determinadas expressões. Em propaganda, por exemplo, é sabido (por estudos, não por senso comum) que palavras negativas como "não, nunca, não faça" predispõem o leitor a um pensamento negativo, já trazer a mesma frase para o positivo, ou afirmativo, se tem melhor resultado.
É o caso do investir, ao invés de custar.
Eu sou publicitária e acho realmente um erro dizer para meu cliente que comigo ele irá gastar tanto. Não vejo problema em falar "o meu orçamento é de tanto", mas a palavra "custar" deprecia sim o que faço, já que através de um planejamento sólido, experiência, um serviço qualificado e totalmente individualizado para sua propaganda ou promoção, sei que ele terá retorno. Agora acho que dependendo de onde esses empresários colocarem esse dinheiro (com os famosos "micreiros" ou sobrinhos, p.exemplo), ah, ai ele está gastando mesmo – rs
5.
Luiz Rogerio publicado em 20 de janeiro de 2011 às 12:37
Acho que vi ou li em algum lugar que dizia que O cliente tem que sentir que, o que ele esta adquirindo vai lhe trazer um beneficio e não um gasto. A palavra investimento mostra no seu subconsciente que no futuro ele terá um retorno sobre aquilo que ele adquiriu. Já a palavra compra, demonstra que vai sair dinheiro do seu bolso, o que faz ele pensar em não adquirir no primeiro momento.
6.
Silvia Zampar publicado em 23 de janeiro de 2011 às 23:36
Não entendi o comentário, ou o que este tem a ver com esse post…