“Novelinha” da Qualy: não melhora nada o roteiro…
Recentemente publiquei aqui no blog um comercial da Qualy que eu considerei com um humor no mínimo de mau gosto, onde ridicularizava a figura materna. Em alguns comentários recebidos, deu para perceber que o comercial parecia uma peça inacabada, onde as pessoas ficavam em dúvida da mensagem, como se não tivesse acabado. Pois é, não tinha!
Segue abaixo a segunda parte dessa novelinha criada para divulgar o produto, mas tão ruim quanto o primeiro, pois tenta fazer humor, sendo que eu não achei a menor graça.
Via Clube Online SP

16 "parpite"
1.
Gian Garcia publicado em 11 de março de 2010 às 13:29
Méldéééls! Achei o primeiro comercial esquisito, com cara de inacabado mesmo. Já esse é ruim que só o cão!
Que criança fala "O pote de Qualy é meu"? Isso vai entupir as veias do coração dela e ela vai morrer antes dos 30 se continuar querendo um pote todinho de margarina pra si!
Ou tudo isso é fruto de uma greve criativa ou foi ideia do filho do dono da agência, que achou o conceito super cutchi cutchi! #fato
2.
tudibao publicado em 11 de março de 2010 às 13:35
hahahaha
Pois é… é pra se pensar qual foi o problema para terem aprovado essa "novelinha" mexicana – rs
3.
João Paulo Pitanga publicado em 11 de março de 2010 às 14:33
Péssimo. Só isso. Parece até que tem o dedinho do cliente ali. Dedinho não, a mão inteira.
4.
tudibao publicado em 11 de março de 2010 às 15:04
hahaha
Então, vai saber…
Quem sabe "pinta" por ai, alguns dos envolvidos na criação da campanha pra nos contar, né?
5.
tudibao publicado em 11 de março de 2010 às 15:59
Então, o CONAR só age se houver denúncia (vc pode fazer isso – rs)
E essa história de propagandas estranhas, acho que deve-se ao fato das pessoas acharem engraçado tudo quanto é coisa.
É uma mistura de humor negro com no sense…
Isso é um perigo: pro sucesso da campanha, pra imagem do cliente/produto…
6.
Riccardo Benetti publicado em 11 de março de 2010 às 15:53
Essa é a nova safra dos comerciais péssimos além de induzir as crianças ao consumo desenfreado de gordura (cade o CONAR e o código da criança e do adolecente? rsrsrsrs).
Esse comercial é como aquele da VW onde o cara pergunta algo sério e pra disfarçar leva-se o cara pra dentro do carro? quem faz esse tipo de comercial não sabe vender o produto, acha que é só criar qualquer coisa e pronto.
7.
Bruno Domingues publicado em 11 de março de 2010 às 20:08
Eu ainda me pergunto como um ser conseguiu fazer isso. Quer dizer, fizeram, mas aprovar? Pára, toda criança descente prefere Philadelphia a isso.
8.
tudibao publicado em 11 de março de 2010 às 20:24
hahaha
Então, mas tem gente defendendo que foi aprovado, pq era a ideia do cliente e não da agência – rs
9.
João Paulo Pitanga publicado em 11 de março de 2010 às 20:35
A minha opinião é que isso é parpite de cliente. Todo mundo sabe que hora ou outra eles metem o bedelho, e com a importância que a Qualy tem financeiramente dentro de uma agência ninguém vai dizer não. heeheh
10.
tudibao publicado em 11 de março de 2010 às 20:51
É… às vezes não se tem o que fazer…
11.
@eduardo_m publicado em 11 de março de 2010 às 22:52
Acho que isso tá mais pra trabalho do planejamento, o objetivo parece ser contemplar esse modelo diferenciado de família e posicionar a Quali dentro de uma situação que o envolva. Ai o planjemanto passou pra criação pra criar a tal situação, de preferência com humor, mas a coisa desandou. Bom, to imaginando só, vai saber de onde nascem esses devaneios…
12.
tudibao publicado em 12 de março de 2010 às 10:02
Realmente a solicitação pode ter vindo no briefing, mas tem todo o processo de criação, de avaliação, não é possível que todos os envolvidos acharam que a ideia era boa e realmente funcionaria.
Eles riram da situação?
Bem, valeu pelo seu comentário!
13.
Daniela Simeonato publicado em 22 de março de 2010 às 17:46
Não sou publicitária e sim designer de embalagens, mas vivo xeretando seu blog (que acho o máximo) .
Bom, quanto ao comercial, achei péssimo desde o primeiro. Lembra do comerciais antigos de margarina ? Virou até piada, "ah, quem não quer uma familia de comercial de margarina…."
TENTARAM fazer uma estorinha de família moderna e a coisa desandou. Daí, vários conceitos errados: mulher separada voltou pra casa da mãe? Ela não é independente ?levou o filho? ele é o macho alfa agora? manda na mãe ? dá palpites até em em sua vida sentimental?A Avó acha graça e apoia ?
Ai Jesuisssss, que vai ser desse menino quando crescer ?? Será essa a nova geração? Resumindo, não gostei.
14.
tudibao publicado em 22 de março de 2010 às 17:59
Daniela, mas acho que vc matou a charada no ponto certo…
Acredito que eles quiseram fugir tanto do estereótipo ridículo da família do café da manhã de comerciais de margarina (quem acorda sorrindo daquele jeito, coloca uma mesa de hotel, que família é tão feliz e bem humorada logo cedo?) que resolveram ir para um lado "mais real", mas acabaram "passando do ponto".
Saíram da família improvável, utópica e extremamente feliz, e foram para a família que todos tememos, desajustada, com filhos sem educação, avós que não sabem seu lugar na educação dos netos…
Realmente, vamos buscar um meio termo e fazer um comercial para uma outra margarina – hehehe
E obrigada pelo gentil comentário do blog!
15.
Michele Lavandisca publicado em 20 de julho de 2010 às 17:34
Errado foram colocar mais um episodio non-sense deste comercial, um cãozinho como objeto de troca/barganha feita pelo suposto namoradinho da mamae. O menino troca o cao pela margarina.Todos sabem que o cão é quase um ser da familia e merece respeito, cade a associação protetora dos animais, de péssimo gosto este comercial. Agora fizeram mais um episodio que o menino brinca como cãozinho imagino a quantidade de pessoas que reclamaram.
16.
tudibao publicado em 20 de julho de 2010 às 22:09
É, só deram bola fora mesmo. Uma pena…
Vou lançar um desafio pros leitores do blog criarem um comercial pra margarina. Garanto que sai muita coisa boa, melhor que isso ai – rs