19 de março de 2010

Silvia Zampar

O valor das concepções simples…

Quero convidá-lo primeiro a assistir o videoclipe abaixo, que é do Nick Jonas (dos Jonas Brother, mas em disco solo). Sem preconceitos… O que vamos comentar tem a ver com a técnica, com criação, não com gostos pessoais com relação a música.

Quando vi esse clipe realmente me arrepiei… Não por ser uma ideia brilhante ou fantástica, mas por toda a simplicidade envolvida e como, mesmo assim (ou seria por isso mesmo), consegue prender o espectador, criar empatia, transmitir a mensagem…

Vivemos no tempo das verbas grandiosas para videoclipes, onde se utiliza muitos figurinos, locação, muita gente, efeitos… Aqui temos um vídeo em P&B, um único figurino, como “cenário” um estúdio (simples assim) e algumas pessoas (poucas), com plaquetas e palavras escritas.

Esse é daqueles que a gente se pergunta: porque não fui eu quem fiz esse filme?

4 "parpite"

1. aaffonso publicado em 19 de março de 2010 às 12:33

Desculpa, acho legal o blog, assino o feed, mas este post eu tenho que descordar enormemente. Gigantemente. Ou eu não entendi a mensagem do clipe ou ele é bem óbvio mesmo. Posso citar instantâneamente pelo menos uma dúzia de clipes mais baratos e mais inovadores. A ideia das plaquetas vem do "Subterranean Homesick Blues" de Bob Dylan, 1965. Músicos em um estúdio é a ideia mais básica que um videoclipe pode ter. Blur, em "Tender", esse arrepia. Esse clip aí não tem conceito algum. Só é bem produzido, como a maioria dos clipes pops. Falta idéia. É clichê demais. Desculpa de novo descordar, mas realmente achei que o conteúdo criativo desse clipe é zero.

2. tudibao publicado em 19 de março de 2010 às 12:46

Em primeiro lugar, você nem tem que se desculpar por discordar, já que isso é um direito seu e esse blog é um espaço totalmente aberto.
E tenho que concordar contigo que o clipe é clichê, simples, que não tem nenhuma ideia nova.
O que quis mostrar foi simplesmente a beleza existente na simplicidade, não a genialidade (realmente inexistente), que pode sim ser encontrada em dezenas de outros clipes.
Hoje, às vezes, vemos tantos efeitos num clipe, que parece que não existe mais beleza no simples, no intimista, ao contrário do que víamos em clipes antigos.
Não sou contra a evolução tecnológica (de forma alguma, me empolgo com ela), nem dos efeitos, grandes visuais, muito figurino… O que estou querendo mostrar é que existem caminhos e que não existe um único caminho certo.
Às vezes vemos os criativos querendo fugir do simples, só para não ouvirem "ah, isso parece tal coisa", ou "não tem nada de mais", enfim, não se deve temer ser simples. Só isso.
Muito obrigada por expor sua opinião e, caso queira me mandar alguns links de alguns clipes que você se lembrou, ficarei muito feliz e com certeza verei todos.

3. debora publicado em 19 de março de 2010 às 16:24

Olá
Eu digo que roubaram a idéia, ou que pegaram migalhas sabe.
Tem 2 clips SUPER parecido com este. Primeiro o da Madonna e outro do Good Charlotte.
Nome não me lembro, mas irei procurar e lhe enviar. Mas os clips que citei são velhos, velhos que falo tipo 4 anos( 5…6…) atráz .

4. tudibao publicado em 19 de março de 2010 às 17:44

Manda link pra mim, please…

Parpite você também