02 de janeiro de 2010
Silvia Zampar

Aposte na Criatividade

Recebi outro dia esse vídeo por e-mail do Zeca Martins, e apesar de eu já o conhecer, me fez tomar a iniciativa de postá-lo aqui no blog.

Este filme foi feito para incentivar as empresas portuguesas a apostarem na criatividade, sendo que o mesmo conquistou Prata no Young Lions Portugal em 2009. Criação: Bob Ferraz e Marcelo Melo.

4 "parpite"

1. Alberth publicado em 09 de janeiro de 2010 às 4:59

Que criatividade ajuda muito é verdade. Esses dias estava vendo em um blog de humor. 2 caras pegaram uma bicicleta por 27 euros se eu não me engano (isso num site da internet), depois fizeram outro anuncio com a mesma bicicleta, só que incrementando no texto, dizendo que ele ja foi usada em varias manobras em tais campeonatos. Sei que no final venderam a bicicleta por mais de 100 Euros.

2. Silvia Zampar publicado em 09 de janeiro de 2010 às 19:08

Eu já vi esse vídeo tbm.
Ai a criatividade foi totalmente focada no texto, provando que a redação é componente fundamental num anúncio e não apenas “fotos lindas” como alguns defendem.

3. matheus fortunato publicado em 12 de fevereiro de 2010 às 10:25

É como aquela parábola do cego e o publicitário. Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava: “Por favor, ajude-me. Sou cego”. Um publicitário da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora. Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas do publicitário e perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo querendo saber o que ele havia escrito. O publicitário respondeu: “Nada que não esteja de acordo com o conceito original, mas com outras palavras”. E, sorrindo, continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava escrito, mas seu novo cartaz dizia: “Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la”.

4. Silvia Zampar publicado em 12 de fevereiro de 2010 às 11:49

Já ouvi essa historinha também.
Muito boa e fantástica para mostrar como as palavras, ditas de outra maneira, têm muito mais poder de persuasão.
Valeu Matheus!!

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