Tendência na renovação de logotipos
Temos visto muitas alterações em logotipos de grandes marcas e empresas mundiais. O que antigamente era raro acontecer, hoje, com o acirramento da concorrência e onde detalhes definem a compra, as empresas se veem obrigadas a modernizar seus logos e torná-los mais atrativos dentro de suas embalagens, chamando a atenção de seu público, em espaços menores de tempo.
Mas, afinal de contas, o que deve ser mudado? Basta ter alguns anos e o logo passa a ser considerado velho, desatualizado? Ou existem características que saem de moda e passam a tornar o logo pesado, passando uma impressão de não ser mais atraente?
Recentemente o The New York Times publicou uma matéria mostrando as principais tendências na renovação de logotipos que mundialmente vem acontecendo, apresentando logotipos de grandes marcas para ilustrar as tendências. Vamos a algumas:

1. A principal tendência que se vê é a de alterar as fontes em caixa alta (maiúsculas) por caixa baixa (minúsculas), ou seja, o logo para de gritar e começar a falar ao pé do ouvido do cliente, aproximando-se dele.Vemos isso nos logos acima e também em outros exemplos que são apresentados abaixo.

2. Passam a ser utilizadas cores mais claras, vivas, alegres, com inclusão de elementos semelhantes a estrelas/flores/faísca (algo com profusão de pequenos símbolos). As marcas procuram ficar mais “amigáveis” para os consumidores. O preto em logotipo é algo que está acabando. Isso pode ser observado nos logos acima e também nos demais exemplos, como o primeiro.

3. Outra grande tendência é da imagem “verde”, de empresa sustentável, que ajuda o meio ambiente, o que continua com forte apelo popular. E, para isso, estão sendo utilizadas folhinhas, tons de verdes mais “frescos”, leves (além de fontes com a mesma leveza).

Realmente percebemos que estas são as grandes tendências. Moda ou não, um logotipo não pode ter uma imagem que agrida seus consumidores ou que não esteja alinhada com seus princípios e estilo de vida. Vale ficar “antenado”.
Essa eu li no Indesign, depois fui conferir a notícia original para traduzir tudo certinho.

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