Xixi no Banho é a ação da Fundação Mata Atlântica
Divertida! No mínimo é isso que podemos dizer da nova ação criada pela F/Nazca para a Fundação Mata Atlântica.
Para divulgar um evento que realizarão de 22 a 24 de Maio, no Parque Ibirapuera em São Paulo, o “Viva a Mata“, criaram um hot site o nome “Xixi no Banho“.
Além parecer estranho no princípio, quando você entra no site já começam perguntando seu nome e para você responder se faz ou não xixi no banho.
Bem, depois que a Madonna confessou e deu aquele maior “auê” pensei que ninguém mais confessasse em público fazer xixi na hora do banho. Tá certo que não é tão público assim, já que você pode mentir o nome, dá só o primeiro… Bem, por esse motivo do anonimato, ou por “curtição” mesmo, o fato é que o ranking dos “fazedores” de xixi no banho é muito maior que os que dizem que não: 71 x 29%.
Ai, nas opções no menu, você tem o “Porque fazer xixi no banho” e ao clicar você vê que os que fazem xixi no banho estão certo, pelo menos para o pessoal da fundação, que divulga que ao fazer isso você economiza 12 litros de água, que é o que se gasta ao dar uma descarga no vaso sanitário. Imagine uma família com 5 pessoas = 100 litros, que é o valor estimado do que se gasta para um banho.
Nossa, xixi agora só no banho – hahahaha. Madonna, me desculpe, você na época errou na desculpa, dizendo que havia ouvido falar que era bom pra joanete (ou algo assim). Se falasse que era porque tinha consciência ecológica, pensava no gasto de água, pronto, estava perdoada!
Visite o site da ação e saiba mais a respeito do que mais você pode fazer para ajudar e o que a Fundação Mata Atlântica já vem fazendo.
E tem lá também explicando que, ao contrário do que uns e outros pregam, fazer xixi no banho não tem risco de pegar doença alguma e não é nojento, afinal o xixi é composto 95% de água e 5% de outras substâncias como uréia e sal, sendo que a água corrente leva tudo isso embora. E, claro, deixe pra se ensaboar depois do xixi!
Abaixo o vídeo de divulgação que incluíram no YouTube.

Seja o primeiro a parpitá