Como criar um portlólio
Eu já estava para escrever sobre isso há muito tempo, ai vendo no blog do Bruno Ávila uma postagem a respeito, resolvi munir-me de coragem (forças e tempo – rs) e resolvi escrever.
Realmente é um problema estar fazendo um curso de design gráfico, propaganda, web design, enfim, algo no qual apostamos nossa vida, nossa futura carreira profissional, mas sabemos que só o diploma não bastará para encontrar uma vaga nesse tão disputado mercado profissional.
Quem quer contratar um novo profissional deseja ver o portfólio desse. Sim, um monte de serviços já realizados, que demonstrem o potencial profissional e criativo do proponente ao cargo. Entretanto é aquela história: como podem pedir experiência, se é o primeiro emprego; portfólio, se ainda não trabalho na área, etc.
Acredite, o portfólio dá sim para ter bem antes de você começar a trabalhar. Para começar, todos os trabalhos que você está fazendo no período acadêmico, aqueles que às vezes vocês reclamam, por dizerem ser muita coisa, muito trabalhoso, todos servem para o seu portfólio. Claro que TODOS exclui os mal feitos, os que foram feitos na última hora, último minuto, último segundo da entrega, muitas vezes entregues de qualquer jeito e pela metade.
Por isso CAPRICHE nos trabalhos que os professores pedem. Dedique de falto seu tempo para realizar um bom trabalho, pensando que isso já irá para seu portfólio. Claro que o feed back que o professor dá depois, servirá para corrigir eventuais erros, antes de incluir o trabalho na pasta.
Além disso você pode desenvolver uma série de coisas para constar no portfólio: convites (fictícios ou não) de festas familiares, eventos, faça uma nova arte daquele flyer que você recebeu e achou horrível, daquela arte poluída, desenvolva sites ou hotsites para contar a história de vida do seu pai, da sua avó, desenvolva um novo layout de site para uma empresa (você pode até depois oferecer para ela)…
Tomem cuidado, entretanto, com essa história de fazer dezenas de artes com a cara da namorada: cartões, postais, papel de parede, etc. Não que a gente tenha nada contra namorada (ou namorado), é que pode ficar a impressão, para quem olha o portfólio, que você é daqueles que depende dela, que vai ficar o dia inteiro pendurado no telefone ou no MSN falando com ela. Ai toda empresa tenta fugir evitar esse “risco”.
Já tem até site especializado em propor briefing para você desenvolver uma arte (além de participar de uma competiçãozinha interna), o PSV – Portfólio Sem Vergonha, que sempre divulgo aqui no meu blog.
Ah! A dica do Bruno Ávila da postagem no Design Flakes com dicas, tá valendo!

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